<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853</id><updated>2012-01-19T12:10:32.931-08:00</updated><category term='Cupuaçu'/><category term='MANIFESTO AMAZÔNIA PARA SEMPRE'/><category term='Abiu Lucuma caimito'/><category term='ATEMOYA'/><category term='Cubiu Cultivo'/><category term='Propagação de mudas de frutas por Mergulhia e  Alporquia'/><category term='Castanha do Pará'/><category term='Cubiu Clima e Solo'/><category term='A gravioleira'/><category term='O mangostão ou mangostiné'/><category term='Noni o ouro verde'/><category term='Mirtilo'/><category term='Açai ou juçara'/><category term='O rambutão é uma fruta de origem asiática'/><category term='Lichia Bosworth'/><category term='A alcachofra (Cynara scolymus L.)'/><category term='Lichia A Rainha'/><category term='Cultivo da Pitaya'/><category term='Helicônias Plantas Tropical'/><category term='Cubiu (Solanum Sessiliflorum'/><category term='Mancabeira'/><category term='Cubiu Cuidados'/><category term='Jabuticabeira'/><category term='Uvaia do Pêra e Uvaia do Mato'/><category term='Propagação Rebento'/><category term='Cambucá'/><category term='Cultura - Limão Tahiti'/><category term='Lichia Bengal'/><category term='Camu'/><category term='implantação'/><category term='Physalis'/><category term='Guabiroba'/><category term='Propagação vegetativa'/><category term='Lichia Brewster'/><category term='Pitombeira'/><category term='TAMARINDO'/><category term='Propagação vegetativa por estacas'/><category term='As Helicônias No Brasil'/><category term='Castanha do Pará -Tratos culturais'/><category term='Sapoti Família: Sapotaceae'/><category term='Propagação por Garfagem'/><category term='Maracujá'/><title type='text'>FRUTAS EXÓTICAS</title><subtitle type='html'>Frutas,fruta exotica,mancaba,lichia,noni,abacaxi,fruta do conde,fruta,rambustão,mangostão,castanha do para,</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>45</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-1923358149303994409</id><published>2008-10-21T15:02:00.000-07:00</published><updated>2008-10-21T15:05:24.450-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cupuaçu'/><title type='text'>Cupuaçuzeiro</title><content type='html'>O cupuaçuzeiro (Theobroma grandiflorum) é uma fruteira nativa da região amazônica Geralmente é procurado pelo sabor típico de seus frutos, em que há o aproveitamento da polpa e das sementes pelas indústrias alimentícias e de cosméticos, em virtude de suas propriedades sensoriais e químicas. &lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SP5Rreen0NI/AAAAAAAABNk/5OWNXFActOQ/s1600-h/cupuacu.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SP5Rreen0NI/AAAAAAAABNk/5OWNXFActOQ/s400/cupuacu.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259731222173044946" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O seu fruto mede de 12 a 15 cm de comprimento e tem de 10 a 12 cm de diâmetro, apresentando em média peso de 1 kg, sendo 30% de polpa e 35 sementes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por ser uma espécie de boa adaptação à sombra, o cupuaçu propicia a formação de consórcios com outras plantas de porte florestal, permitindo bons resultados econômicos e ecológicos. É uma fruta tropical com grande potencialidade econômica. Cada planta produz de 30 a 40 frutas por ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CLIMA E SOLO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cultivo é recomendado em regiões com temperaturas médias anuais superiores a 5ºC, pluviosidade acima de 1000 mm bem distribuídos e umidade relativa do ar acima de 35%. É uma cultura adaptada em terra firme, podendo ser cultivada em solos de baixa, média e alta fertilidade, com boa estruturação física. Os solos mais recomendados são os areno-argilosos, profundos e com boa drenagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FORMAÇÃO DE MUDAS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As sementes devem vir de plantas matrizes produtivas e sadias e de frutos com boas características de rendimento de polpa.&lt;br /&gt;As sementes devem ser despolpadas e posteriormente lavadas e colocadas para secar à sombra por dois dias. A seguir, são colocadas diretamente em sacos de polietileno ou para germinação em leito de areia e pó de serra curtido na proporção 1:1.&lt;br /&gt;Em condições normais as mudas germinam após o décimo quinto dia. No caso de sementeira, podem ser transplantadas quando estiverem com 10 a 15 cm. Depois, devem ser mantidas em viveiro coberto até alcançarem 30 centímetros de altura (4 a 5 meses). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PLANTIO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cupuaçuzeiro desenvolve-se melhor com sombreamento nos dois primeiros anos, podendo ser cultivado a pleno sol ou em sombreamento pouco denso. Portanto, pode ser instalado em capoeiras ou em sistemas de consórcio com outras espécies como a bananeira, a pupunheira, a seringueira e outras plantas de porte florestal. O plantio das mudas deve ser feito em covas de 40 x 40 x 40 cm, adubadas com 10 litros de esterco curtido e mais 100 gramas de superfosfato triplo. Usa-se cobertura morta em volta das mudas, a fim de manter a umidade do solo e controlar o desenvolvimento de ervas daninhas.&lt;br /&gt;As mudas provenientes de sementes são plantadas quando atingem de 5 a 6 meses de idade e uma altura de 40 a 50 cm. Devem ser plantadas em espaçamentos que variam de 3 x 3 m até 8 x 8 m em triângulo eqüilátero.&lt;br /&gt;Antes do estabelecimento do pomar, recomendam-se dois tipos de sombreamento: o provisório - utilizando a cultura da bananeira em espaçamento de 3 x 3 m e um sombreamento definitivo, utilizando-se plantas de porte florestal de valor econômico, a exemplo de cajazeira e seringueira nos espaçamentos que variam de 15 x 15 m a 20 x 20 m.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ADUBAÇÃO E CALAGEM&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As adubações devem ser realizadas em função dos resultados da análise química do solo. No geral, as formulações e doses de adubos orgânicos e minerais preconizadas são baseadas em observações de natureza prática.&lt;br /&gt;Para solos de baixa fertilidade, recomendam-se os seguintes procedimentos de adubação:&lt;br /&gt;- Para o primeiro ano de plantio, 300g de formulação 10-28-20 (NPK) por planta, em 4 aplicações de 100g, com intervalo de 3 meses;&lt;br /&gt;- No segundo ano, 500g/planta, com o mesmo intervalo de aplicação;&lt;br /&gt;-A partir do terceiro ano, 200g/planta/aplicação, parcelada em três vezes no ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ESPAÇAMENTO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O espaçamento varia de acordo com o tipo de muda, que pode ser pé-franco (mudas formadas de sementes) ou enxertada. Para as mudas de pé-franco, recomenda-se o espaçamento de 7 x 7 m em triângulo eqüilátero, permitindo uma densidade de 244 plantas/ha. Para plantio das mudas de enxertia, que apresentam menor porte, recomenda-se o espaçamento de 6 x 6 m em triângulo eqüilátero, permitindo uma densidade de 319 plantas por hectare.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TRATOS CULTURAIS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controle de ervas daninhas ? as plantas daninhas dificultam o crescimento normal das plantas. Recomenda-se efetuar de dois a três coroamentos e até três limpas durante o ano.&lt;br /&gt;Podas ? as podas de formação e manutenção objetivam manter a planta com porte baixo, facilitar os tratos culturais e reduzir o impacto dos frutos na queda. A poda de formação é efetuada no primeiro ano de idade da planta, cortando-se o broto terminal após o primeiro ou segundo fuste para promover a divisão do tronco principal em dois. A poda de manutenção direciona a distribuição dos galhos e elimina os ramos indesejáveis, secos ou doentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;COLHEITA E PRODUÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A colheita é realizada de quatro a cinco meses após a floração. A colheita é feita manualmente, duas ou três vezes por semana, coletando-se os frutos maduros após a queda. A partir das primeiras safras, as plantas começam a produzir em escala crescente, até a estabilização, que ocorre no quinto ano após o plantio.&lt;br /&gt;O rendimento médio do fruto é de 36% de polpa, 46% de casca e 18% de sementes. A produtividade média nas condições do sul da Bahia é de 40 frutos/planta/ano.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;COMERCIALIZAÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A exemplo da maioria dos produtos agrícolas, a comercialização do cupuaçu é feita diretamente do produtor para o intermediário, ou o produto é colocado nas Centrais de Abastecimento das regiões produtoras. Os preços variam em função do excesso ou escassez da produção. No sul da Bahia a comercialização é feita às margens de rodovia, em feiras livres e diretamente com as indústrias processadoras de polpas da região e até de outras regiões do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PRODUTOS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cupuaçu é utilizado na elaboração de sorvete, néctar, doce, geléia, iogurte, licor, xarope, biscoito e bombom. Na culinária doméstica, a polpa tem larga aplicação, com destaque para cremes, pudins, tortas, bolos e pizzas. As sementes servem para a fabricação do cupulate, produto com características nutritivas similares às do chocolate; já a gordura, é utilizada na indústria de cosméticos.&lt;br /&gt;Para cada 100 kg de sementes frescas, são obtidos 45,5 kg de sementes secas, 42,8 kg de sementes torradas e 31,2 kg de amêndoas sem casca. Destas, pode-se obter 13,5 kg de manteiga de cupuaçu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-1923358149303994409?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/1923358149303994409/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=1923358149303994409' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/1923358149303994409'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/1923358149303994409'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2008/10/cupuauzeiro.html' title='Cupuaçuzeiro'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SP5Rreen0NI/AAAAAAAABNk/5OWNXFActOQ/s72-c/cupuacu.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-2093798446202792366</id><published>2008-10-04T06:20:00.000-07:00</published><updated>2008-10-04T07:11:01.408-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mirtilo'/><title type='text'>Mirtilo</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SOd3zoQyfzI/AAAAAAAABNU/fBqZSpa1mfA/s1600-h/mirtilo22.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SOd3zoQyfzI/AAAAAAAABNU/fBqZSpa1mfA/s400/mirtilo22.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5253299219215843122" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O mirtilo pertence à família Ericaceae e é nativo de várias regiões da Europa e dos Estados Unidos. Há muitas espécies de mirtilo, sendo que as principais espécies com expressão comercial são divididas em três grupos, de acordo com o genótipo, hábito de crescimento, tipo de fruto produzido e outras características. As práticas de manejo são diferenciadas para cada um dos grupos, desde a produção de mudas até a colheita e utilização dos frutos. Estes grupos são:&lt;br /&gt;a)&lt;br /&gt;"highbush" (mirtilo gigante), tetraplóide, originário da costa oeste da América do Norte. Sua produção, dentre os demais grupos, é a de melhor qualidade, tanto em tamanho quanto em sabor dos frutos. A principal espécie deste grupo é Vaccinium corymbosum L., ainda que as espécies V. australe e V. darrowi possam ser usadas para fins de melhoramento genético;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b)&lt;br /&gt;"rabbiteye", hexaplóide, originário do sul da América do Norte. Compreende a espécie Vaccinium ashei Reade. Em relação ao grupo anterior, produz frutos de menor tamanho e de menor qualidade. Apresenta maior produção por planta e seus frutos têm uma maior conservação em pós-colheita. Apresenta maior importância comercial em regiões com menor disponibilidade de frio, por causa da sua tolerância a temperaturas mais elevadas e à deficiência hídrica;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"lowbush", diplóide, tem hábito de crescimento rasteiro e produz frutos de pequeno tamanho, cujo destino é a indústria processadora.&lt;br /&gt;A planta de porte arbustivo ou rasteiro e caducifólia. O fruto é uma baga de cor azul escura, de formato achatado, coroada pelos lóbulos persistentes do cálice e com aproximadamente 1 a 2,5 cm de diâmetro e 1,5 a 4 g de peso. Apresenta em seu interior muitas sementes e tem sabor doce- ácido a ácido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Instalação e manejo do pomar &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SOd3NDGxl8I/AAAAAAAABNM/GIBF-iAMVjs/s1600-h/pomarmirtilo.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SOd3NDGxl8I/AAAAAAAABNM/GIBF-iAMVjs/s400/pomarmirtilo.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5253298556406699970" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Propagação &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A propagação desta espécie pode se dar através de sementes (propagação sexuada) ou por enxertia ou estaquia (propagação assexuada). A forma mais utilizada de propagação do mirtilo é a estaquia.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SOd5PJqRKQI/AAAAAAAABNc/5enslSXE5n8/s1600-h/ramosnascendo.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SOd5PJqRKQI/AAAAAAAABNc/5enslSXE5n8/s400/ramosnascendo.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5253300791549176066" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; Mirtilo do tipo highbush é, geralmente, multiplicado por enraizamento de estacas lenhosas, retiradas durante o período de repouso hibernal. Estas são preparadas em estacas de 15 a 20 cm ou podem ser retiradas e conservadas em câmara fria e, posteriormente, preparadas e colocadas em canteiros com leito aquecido. A temperatura do substrato deve ser de 18 a 21 ºC. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Para as cultivares do grupo rabbiteye, mais indicadas às condições do Rio Grande do Sul, os melhores resultados são obtidos com estacas herbáceas (Santos e Raseira, 2002). Por ser retiradas da planta em estado mais tenro (herbáceo), o ambiente de enraizamento tem que possuir controle de temperatura e, principalmente, da umidade relativa. Assim, a estrutura normalmente utilizada é a casa plástica (ou de vegetação) com sistema de nebulização intermitente (mist), o qual é acionado em intervalos de 10 minutos por 30 segundos ininterruptos. À medida que as raízes adventícias v ao se formando este intervalo entre o acionamento do sistema pode ser aumentado. &lt;br /&gt;As estacas herbáceas podem ser retiradas durante todo o ciclo vegetativo, embora maior porcentagem de enraizamento seja obtida quando são preparadas na primavera. As plantas matrizes devem apresentar bom estado fitossanitário e representarem fielmente a variedade que as originou. O estado nutricional da planta matriz também é fator importante para o sucesso da propagação, uma vez que plantas com deficiência mineral produzem material vegetal de má qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mudas, antes de serem transplantadas para o campo, devem sofrer um processo de aclimatização (Figura 38), pois ventos e o sol direto podem provocar queimaduras nas mesmas. Se o transplante for realizado no verão, para as condições do Rio Grande do Sul, haverá necessidade de complementação de água no solo, na forma de irrigação, uma vez que neste a maior estiagem no Estado. Por este motivo, pode-se optar por plantar as mudas no campo, quando estas tiverem um ano e meio, no período de inverno, ou seja, junho e agosto, época de chuvas no Sul. &lt;br /&gt;clima e solo da área do pomar, e de posse de mudas de alta qualidade, podemos proceder a implantação do pomar. &lt;br /&gt;Deve-se dar preferência a mudas vigorosas e bem enraizadas. Após a correção da fertilidade do solo em toda a área, de acordo com as recomendações para a cultura, devem ser abertas covas para plantio da muda, as quais devem ter no mínimo 30 x 30 x 30 cm. &lt;br /&gt;De acordo com a topografia da área, o pomar poderá ser implantado em camalhões dispostos em curvas com declividade variando de 0,6 a 0,8 % ou em linhas reta, se a declividade assim o permitir&lt;br /&gt;O espaçamento para mirtilo varia de 3 a 4 metros entre as linhas de plantio e de 1 a 1,5 metro entre as plantas, variações estas em função da topografia, do tipo de terreno, do regime pluvial, da disponibilidade e do tipo de maquinário e do hábito de crescimento da cultivar a ser plantada &lt;br /&gt;Ao retirar a muda dos sacos plásticos, deve-se tomar o cuidado de não desfazer o torrão; entretanto, devem ser retiradas as raízes excedentes (poda de raízes) e fazer uma leve descompactação do torrão, para facilitar a emissão de novas raízes e a rápida colonização do solo. &lt;br /&gt;Nos dois primeiros anos, após o plantio da muda, se constrói a estrutura produtiva da planta. Nesse período, busca-se a formação de brotações vigorosas e de ramos (hastes lenhosas) suficiente para suportar as produções futuras. A planta de mirtilo possui uma fase juvenil extremamente curta, apresentando produção de flores e frutos desde a fase de muda. Entretanto, toda flor ou fruto, na planta jovem, devem ser eliminados, em detrimento das brotações, visando fortalecer os ramos em formação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/3Tr3ySy_I6Y&amp;hl=en&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/3Tr3ySy_I6Y&amp;hl=en&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/i-jqigS03-M&amp;hl=en&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/i-jqigS03-M&amp;hl=en&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Embrapa&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-2093798446202792366?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/2093798446202792366/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=2093798446202792366' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/2093798446202792366'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/2093798446202792366'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2008/10/mirtilo.html' title='Mirtilo'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SOd3zoQyfzI/AAAAAAAABNU/fBqZSpa1mfA/s72-c/mirtilo22.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-2614200738894791132</id><published>2008-09-16T05:14:00.000-07:00</published><updated>2008-09-16T05:20:20.868-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Uvaia do Pêra e Uvaia do Mato'/><title type='text'>Uvaia do Pêra e Uvaia do Mato</title><content type='html'>Eugenia pyriformis, Eugenia uvalha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOME COMUM: Uvaia do Pêra e Uvaia do Mato&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;UVAIA &lt;br /&gt;Eugenia pyriformis, Eugenia uvalha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOME COMUM: Uvaia do Pêra e Uvaia do Mato &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MYRTACEAE&lt;br /&gt;uvaia do mato&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SM-kchWuNDI/AAAAAAAABNE/1tjIB96q_I8/s1600-h/uvaiadomato.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SM-kchWuNDI/AAAAAAAABNE/1tjIB96q_I8/s400/uvaiadomato.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5246592900806882354" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOME INDIGENA: Uvaia vem do Tupi, e significa ”Fruta ácida”.&lt;br /&gt;uvaia pêra &lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SM-j4D39RpI/AAAAAAAABM8/mdWD5tiMnT4/s1600-h/uvaia1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SM-j4D39RpI/AAAAAAAABM8/mdWD5tiMnT4/s400/uvaia1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5246592274417927826" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Origem: &lt;/strong&gt;Originaria da floresta atlântica desde São Paulo até o Rio Grande do Sul .&lt;br /&gt;Características: Arvore pequena de 4 a 10 m de altura, formado touceira no caso da variedade da Uvaia pêra com densa ramagem candentes ou no caso da Uvaia do Mato uma copa cônica ou oval de até 4 m de diâmetro. O tronco é castanho e tem casca que descama em placas finas e longas. As folhas são simples, pequenas, avermelhadas quando novas e aromáticas quando espremida. As flores são brancas, axilares, com pedúnculo (cabinho) de 2 a 3 cm de comprimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dicas para cultivo:&lt;/strong&gt; Arvoreta de crescimento rápido que aprecia qualquer tipo de solos com boa fertilidade natural e rápida drenagem da água das chuvas, é resistente a geadas leves de até -3 grau. A planta frutifica abundantemente em pleno sol, mais não deve faltar água na florada e granagem dos frutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mudas:&lt;/strong&gt; As sementes são redondas, recalcitantes (perdem o poder germinativo se forem secadas) e germinam em 40 a 60 dias, as mudas devem ser formadas em substrato de 50% de terra vermelha, 30% de matéria orgânica e 20% de areia, tem crescimento rapido. Começa a produzir no 3 anos após o plantio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Plantando:&lt;/strong&gt; Recomendo que seja plantada a pleno sol num espaçamento 4 x 4 m para uvaia pêra e 6 x 6 m para Uvaia do Mato. Melhor época de plantio é outubro a novembro, convém irrigar 10 l de água após o plantio e a cada 15 dias se não chover. As covas devem ter 50 cm nas 3 dimensões e convém misturar 30% de areia saibro + 30% de matéria orgânica aos 30 cm de terra da superfície da cova. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cultivando:&lt;/strong&gt; A planta cresce rápido e não necessita de cuidados especiais, apenas deve-se cobrir a superfície com pó de cerra e eliminar qualquer erva daninha que possa sufocar a planta. Adubar com 2kg de composto orgânico feito de esterco de galinha curtido e 30 gramas de NPK 10-10-10. Distribuir os nutrientes à 5 cm superficialmente a 20 cm do caule no inicio do mês de outubro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Usos:&lt;/strong&gt; os frutos são consumidos in-natura e na forma de sucos. A fruta tem grande potencial para fabricação de bebida fermentada como vinho e ótimo vinagre, enquanto nossos orgãos de pesquisa se preocupam só com frutas exóticas tem grigo,estudando a mesma, abra olho gente, pois ela tem grandes chances de ser explorada econômicamente, precisa apenas de estudos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Floração: em agosto a setembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frutificação: outubro a novembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte:toda fruta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-2614200738894791132?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/2614200738894791132/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=2614200738894791132' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/2614200738894791132'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/2614200738894791132'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2008/09/uvaia-do-pra-e-uvaia-do-mato.html' title='Uvaia do Pêra e Uvaia do Mato'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SM-kchWuNDI/AAAAAAAABNE/1tjIB96q_I8/s72-c/uvaiadomato.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-210635059793769809</id><published>2008-07-30T08:11:00.000-07:00</published><updated>2008-07-30T09:09:09.176-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cambucá'/><title type='text'>Plinia edulis-Cambucá</title><content type='html'>Comprei uma muda de cambucá, comecei a minha pesquisa e encontrei como cuidar do minha muda de cambucá:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SJCRajBWk1I/AAAAAAAABM0/XrD_xZ9OyBk/s1600-h/Cambucazeiro.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SJCRajBWk1I/AAAAAAAABM0/XrD_xZ9OyBk/s400/Cambucazeiro.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5228839052640686930" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nome Científico: Plinia edulis (Berg) Nied.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Família Botânica: Myrtaceae&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome Popular: cambucá, cambucazeiro, cambucá-verdadeiro.&lt;br /&gt;O cambucá é um árvore nativa de Mata Atlântica, e é muito "caprichosa": "é rara e pode ser encontrada em várzeas aluviais e início de encostas úmidas, quase que exclusivamente no inetrior de mata primária densa, sua produção de semente é irregular e pequena ( Lorenzi, Harri, Árvores Brasileiras)".&lt;br /&gt;Com a redução da área ocupada pela Mata Atlântica e pelo seu sofrimento constante em função das ações do homem, não é de se admirar que o cambucá se torne cada vez mais raro.&lt;br /&gt;Muitas pessoas têm o cambucá plantado em seus quintais, sítios e fazendas. Ela é um bela árvore e sua copa tem o formato piramidal. É uma árvore muito semelhante à jabuticabeira e cresce lentamente como ela. Mas vale esperar por seu crescimento. Seus frutos são saborosos  e atraem muitos pássaros. &lt;br /&gt;Características Gerais: Seus frutos são comestíveis e muito saborosos para o consumo "in natura" &lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SJCNyvhp2ZI/AAAAAAAABMs/QTJfMy4Fw1w/s1600-h/cambucafruta1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SJCNyvhp2ZI/AAAAAAAABMs/QTJfMy4Fw1w/s400/cambucafruta1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5228835070267742610" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; podendo ser empregados em reflorestamentos mistos destinados à recomposição de áreas degradadas de preservação permanente.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SJCGIG-kycI/AAAAAAAABMc/kVZm0ipMM8Y/s1600-h/cambucatree.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SJCGIG-kycI/AAAAAAAABMc/kVZm0ipMM8Y/s400/cambucatree.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5228826641247291842" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Frutos de 4-6 cm, arredondados e achatados nos pólos. Casca glabra (sem pelos), costada e de coloração intensamente alaranjada. Polpa também alaranjada, com uma única semente. Sabor com perfeito balanço ácido-doce, de textura semelhante à de um pêssego. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usos: A fruta consumida ao natural é deliciosa, considerada por muitos superior ao da festejada jabuticaba. A compota preparada com cambucás supera a dos melhores damascos. Árvore de porte médio (5-10 m) e folhagem verde-escura brilhante e densa, muito vistosa. O tronco pode ser acinzentado ou avermelhado, conforme a variedade. De ótimo efeito paisagístico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cultivo: Solos férteis, drenados e que retenham umidade. Produz frutos maiores em climas tropicais e sob regime de irrigação. Reage muito bem à adubação.&lt;br /&gt;Em Parte Fonte: www.e-jardim.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-210635059793769809?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/210635059793769809/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=210635059793769809' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/210635059793769809'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/210635059793769809'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2008/07/plinia-edulis-cambuc.html' title='Plinia edulis-Cambucá'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SJCRajBWk1I/AAAAAAAABM0/XrD_xZ9OyBk/s72-c/Cambucazeiro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-2727805233672253241</id><published>2008-06-21T07:24:00.000-07:00</published><updated>2008-06-23T08:49:26.348-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Physalis'/><title type='text'>PHYSALIS -Uma fruta pequena, bonita, delicada e de sabor ácido</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SF0PZr-olPI/AAAAAAAABLU/0HeVOvBGI8c/s1600-h/PhyzalesColombi.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SF0PZr-olPI/AAAAAAAABLU/0HeVOvBGI8c/s400/PhyzalesColombi.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214340877541479666" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Originária da Amazônica e dos Andes, a physalis possui variedades cultivadas na América, Europa e Ásia. Na Colômbia, é conhecida como uchuva e no Japão, como hosuki. É uma planta arbustiva, que pode chegar aos dois metros de altura.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SF0Qxb8mijI/AAAAAAAABLc/QNZTWMAON_Y/s1600-h/physa.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SF0Qxb8mijI/AAAAAAAABLc/QNZTWMAON_Y/s400/physa.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214342385066478130" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A physalis é uma planta rústica, que exige poucos cuidados, e que até agora não apresentou doença significativa. Desenvolve-se bem em regiões quentes, de clima tropical e subtropical, mas tolera bem o frio. Tanto que o município de Carazinho, no Rio Grande do Sul, está se tornando um pólo produtor, com o plantio planejado de 40 mil plantas. O plantio pode ser feito durante o ano todo. Antes de plantar, é aconselhável realizar análise de solo, que deve ser preparado com recomendações para tomate. Os melhores solos são os areno-argilosos e pouco ácidos. &lt;br /&gt;As frutas são delicadas, pequenas e redondas, com coloração que vai do amarelo ao alaranjado, envolvidas por uma folha fina e seca, em forma de balão. Com sabor doce, levemente ácido, a physalis é consumida ao natural e usada na preparação de doces, geléias, sorvetes, bombons e em molhos de saladas e carnes&lt;br /&gt;A semeadura é feita em bandejas de isopor com 128 células, copos plásticos ou saquinhos de polietileno, com substrato para hortaliças, usando-se uma semente por célula, copo ou saquinho. A germinação se dá em 20 dias.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Plantio:&lt;/strong&gt; qualquer época do ano&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SF0RknYukhI/AAAAAAAABLk/e5_fFsRVJ88/s1600-h/como_cultivar_06.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SF0RknYukhI/AAAAAAAABLk/e5_fFsRVJ88/s400/como_cultivar_06.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214343264310563346" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Solo: areno-argiloso, rico em matéria orgânica e com pH entre 5,5 e 6&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clima:&lt;/strong&gt; tropical e subtropical, mas tolera bem o frio&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uso culinário:&lt;/strong&gt; consumida ao natural e utilizada na preparação de doces, geléias, sorvetes, bombons e também em molhos de saladas e carnes&lt;br /&gt;Uso medicinal: purifica o sangue, fortalece o sistema imunológico, alivia dores de garganta e ajuda a diminuir as taxas de colesterol. A população nativa da Região Amazônica utiliza os frutos, folhas e raízes no combate à diabetes, reumatismo, doenças da pele, bexiga, rins e fígado&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Colheita:&lt;/strong&gt; a partir de 120 dias depois do plantio das sementes; pode estender-se por um período de seis a oito meses&lt;br /&gt;Quando as plantinhas estiverem com cerca de 20 centímetros de altura podem ser transferidas para o local definitivo. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Plantam-se grupos de quatro mudas&lt;/strong&gt;, distantes 30centímetros uma da outra, em forma de quadrado (uma planta em cada canto). &lt;br /&gt;No centro, coloca-se uma vara de bambu ou madeira com cerca de dois metros de altura, para que as plantas sejam amarradas até o final da produção. O espaçamento entre as linhas é de dois metros. &lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SF0UCWQlNkI/AAAAAAAABLs/deceQIf51g8/s1600-h/como_cultivar_05.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SF0UCWQlNkI/AAAAAAAABLs/deceQIf51g8/s400/como_cultivar_05.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214345974132323906" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A colheita&lt;/strong&gt; começa quatro meses depois do plantio e estende-se por seis ou oito meses. Cada planta produz até três quilos de frutas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Área:&lt;/strong&gt; em mil metros quadrados pode-se plantar cerca de 1.200 plantas&lt;br /&gt;Investimento: para 1 hectare, ou 12 mil plantas, o investimento total estimado é de 15 mil reais, incluindo-se todas as despesas, como produção de mudas, irrigação, defensivos, trator e mão-de-obra &lt;br /&gt;Pragas: broca pequena, tripes e ácaros &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://revistagloborural.globo.com"&gt;Revista Globo Rural&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-2727805233672253241?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/2727805233672253241/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=2727805233672253241' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/2727805233672253241'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/2727805233672253241'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2008/06/uma-fruta-pequena-bonita-delicada-e-de.html' title='PHYSALIS -Uma fruta pequena, bonita, delicada e de sabor ácido'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SF0PZr-olPI/AAAAAAAABLU/0HeVOvBGI8c/s72-c/PhyzalesColombi.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-6492746285058266937</id><published>2008-06-12T07:21:00.000-07:00</published><updated>2008-06-12T07:44:28.872-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='TAMARINDO'/><title type='text'>O tamarindeiro ( Tamarindus)</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SFExHSX_SII/AAAAAAAABLE/zIg5UHnYqlw/s1600-h/tamrindo.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SFExHSX_SII/AAAAAAAABLE/zIg5UHnYqlw/s320/tamrindo.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5211000245105674370" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Originário da África equatorial e da índia. Cultivado em regiões de clima quente ou temperado, está bem aclimatado no Brasil.&lt;br /&gt;De todas as árvores leguminosas frutíferas dos Trópicos, nenhuma é tão distribuída, e apreciada como ornamental do que o tamarindeiro. A maioria de seus nomes coloquial é variações no termo inglês comum (tamarind). Em espanhol e português, é tamarindo; em francês, do tamarin, o mais tamarinier ou mais tamarindier; em holandês e alemão, Tamarinde; no italiano, tamarandizio e na Índia, é tamarind ou ambli, imli ou chinch. O tamarindeiro é conhecido como um adjetivo qualificado; é aplicado freqüentemente a outros membros da família leguminosae que tem as folhas um tanto similar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PROPAGAÇÃO VEGETATIVA &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A propagação vegetativa pode ser praticada durante todo ano, mas porém, é menos sucedida durante as estações quentes do ano. Este método requer utilização de lâmina d’água, e as perdas podem ser maiores do que a propagação por via sexuada (sementes). Toda, via a utilização de hormônios de enraizamento melhora em muito a eficiência deste método. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tamarindeiro pode ser propagado vegetativamente por estaquia (ramo verdes, ramos semi-maduros e ramos maduros), enxertia e mergulhia aérea e subterrânea. Para a utilização de qualquer método, é de fundamental importância a escolha de material vegetativo (galhos e ramos) livres de doenças, pragas e danos. Os galhos e ramos com cores das folhas diferentes do verde, devem ser evitados&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SFE10AgTN7I/AAAAAAAABLM/WYXQegEf6vY/s1600-h/Tamarindus_indica2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SFE10AgTN7I/AAAAAAAABLM/WYXQegEf6vY/s320/Tamarindus_indica2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5211005411449321394" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MATERIAL PARA ESTAQUIA &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O método mais fácil e mais barato para a propagação do tamarindeiro, é o método de propagação assexuado por estaquia. Os três tipos de ramos existentes na planta do tamarindeiro são, ramos verdes, semi-maduros e maduros. Porém, apenas os ramos verdes semi-verdes são utilizados para a produção de estacas de enraizamento. As estacas devem ser coletadas pela manhã bem cedo. As estacas devem ter aproximadamente 15cm de comprimento, visto que as estacas provenientes de ramos semi-maduros devem ter aproximadamente de 18 a 20cm de comprimento e com três nós. As folhas devem ser removidas dos nós inferiores devendo permanecer duas folhas opostas, e um corte deve ser feito à base da estaca, em um ângulo de 45º. Obtém-se maior porcentagem de enraizamento de estacas provenientes de ramos verdes comparadas às de ramos semi-maduros. Principalmente quando são de ramos terminais, com folhas novas em desenvolvimento. As estacas verdes ou semi-maduras devem ser envolvidas em um pano úmido após a remoção da planta matriz, para impedir a perda de umidade. Para aumentar a proporção de enraizamento das estacas é essencial o uso de hormônios. As estacas devem ser mergulhadas numa solução de Ácido Indol Butírico (AIB), a 1000 ppm para então ser colocadas em uma câmara de areia com nebulização, proporcionando uma unidade relativa em torno de 75 a 80%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ÁREAS DE PROPAGAÇÃO E TRATAMENTO DAS ESTACAS &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes que as estacas sejam retiradas, é necessário que os canteiros de enraizamento dessas, já estejam preparados. Os canteiros devem fornecer condições ideais para um bom desenvolvimento das estacas permitindo o bom desenvolvimento das raízes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As estacas para formação das mudas não devem ser introduzidas no solo a uma profundidade maior do que 2,5 cm, e o topo da estaca até a superfície do solo, não deve ser maior do que 20 cm. Se disponível, hormônios de enraizamento podem ser adicionados à região de enraizamento das estacas, melhorando assim o percentual de enraizamento, além de reduzir o tempo de enraizamento (10 – 15 dias ao invés de 40 – 50 dias). A extremidade da estaca deve ser umedecida e mergulhada no hormônio de enraizamento por 10 segundos, antes de introduzir no substrato do canteiro de enraizamento. O canteiro deve ser irrigado regularmente, para manter um bom nível de umidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Propagação sexuada (via semente) &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os frutos devem estar maduros, sendo selecionados aqueles que não apresentar doenças e não estiver danificados.  Os frutos devem ser secados ao sol por cinco a sete dias e ser periodicamente revolvido para uniformizar a secagem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A extração das sementes é feita manualmente, com a retirada da casca, sendo posteriormente lavadas em água corrente, para remoção da polpa. As sementes, após secadas, deve ser armazenada em um lugar fresco em frascos bem fechados protegidos dos ratos e insetos. O tempo de armazenagem vai depender das condições de armazenamento e da qualidade dos processos de extração e secagem das sementes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PRIMEIRA COLHEITA &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O momento em que a árvore do tamarindeiro alcança do método de propagação. Uma árvore propagada com enxertia virá a produzir em 3 a 4 anos, visto que as árvores propagadas por sementes podem demorar até 12 anos para começar a produzir. A boa condução da planta e as circunstâncias locais (clima e temperatura), afetarão também o início da produção. Uma planta propagada por via sexual ( sementes) e bem conduzida em uma área aberta virá a produzir em aproximadamente em 7 anos. Independente do método de propagação, o rendimento das vagens deve estabilizar-se após 15 anos. A planta tem uma capacidade de produção de frutos de aproximadamente 50 a 60 anos, mas pode produzir até mais de 200 anos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Usos do Tamarindeiro:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Fruto: a polpa, com sabor agridoce, é usada no preparo de doces, bolos, sorvetes, xaropes, bebidas, licores, refrescos, sucos concentrados e ainda como tempero para arroz, carne, peixe e outros alimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sementes:&lt;/strong&gt; ao natural servem de forragem para animais domésticos; processadas são utilizadas como estabilizantes de sucos, de alimentos industrializados e como goma (cola) para tecidos ou papel. O óleo extraído delas é alimentício e de uso industrial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Folhas: o cerne da madeira é de excelente qualidade e pode ser usado para diversas finalidades; forte, resistente à ação de cupins, presta-se bem para fabricação de móveis, brinquedos, pilões, e preparo de carvão vegetal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Principais Constituintes:&lt;/strong&gt; Ácido cítrico, málico e tartárico, parciamente combinados sob a forma de sais de potássio e cálcio, sacarose, amido, matérias resinosas, mucilaginosas etc. &lt;br /&gt;Propriedades: Refrigerante, laxativo, edulcorante. &lt;br /&gt;Indicações: Prisão de ventre habitual, com ação laxativa ligeira, útil como temperante nas doenças inflamatórias e febris. &lt;br /&gt;Fontes:&lt;br /&gt;Enciclopédia das Ervas e Plantas Medicinais, René Morgan. Editora Hemus, 1994.&lt;br /&gt;O totum em Fitoterapia, Jean-Luc Sallé. Editora Robe,&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-6492746285058266937?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/6492746285058266937/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=6492746285058266937' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/6492746285058266937'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/6492746285058266937'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2008/06/o-tamarindeiro-tamarindus.html' title='O tamarindeiro ( Tamarindus)'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SFExHSX_SII/AAAAAAAABLE/zIg5UHnYqlw/s72-c/tamrindo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-3153715980377311489</id><published>2008-06-11T02:53:00.000-07:00</published><updated>2008-06-12T07:40:21.664-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pitombeira'/><title type='text'>A pitomba, ("Talisia esculenta")</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SE-hqEBjk0I/AAAAAAAABKs/osx6Y5vkGX4/s1600-h/pitomba1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SE-hqEBjk0I/AAAAAAAABKs/osx6Y5vkGX4/s320/pitomba1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5210561037897798466" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A pitomba, ("Talisia esculenta")&lt;/strong&gt; A pitomba, ("Talisia esculenta") é a fruta da pitombeira, árvore presente desde a região Amazônica até a Mata Atlântica, do Nordeste ao Rio de Janeiro, que chega ter até doze metros. Seus frutos são comestíveis, saborosos e muito consumidos tanto pelo homem como pela fauna. A pitomba possui em geral um a dois caroços revestidos por uma camada fina e suculenta, adocicada e um pouco ácida. Quando maduros, a fruta tem a cor laranja e em média cerca de três centímetros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A multiplicação da pitombeira se dá por meio das sementes encontradas nos frutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes frutos são comercializados nas feiras das regiões Norte e Nordeste no Brasil, muito procurados por pássaros e amplamente cultivados em pomares domésticos por todo o país.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-3153715980377311489?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/3153715980377311489/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=3153715980377311489' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/3153715980377311489'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/3153715980377311489'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2008/06/pitomba-talisia-esculenta.html' title='A pitomba, (&quot;Talisia esculenta&quot;)'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SE-hqEBjk0I/AAAAAAAABKs/osx6Y5vkGX4/s72-c/pitomba1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-575198009244302681</id><published>2008-05-17T06:47:00.000-07:00</published><updated>2008-05-17T06:51:59.491-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Guabiroba'/><title type='text'>Guabiroba</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SC7iyzG11_I/AAAAAAAABJ8/7wVHozaTZ28/s1600-h/flora_15.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SC7iyzG11_I/AAAAAAAABJ8/7wVHozaTZ28/s320/flora_15.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5201343981999740914" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Guabiroba    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome popular: guabiroba; guabiroba-da- mata&lt;br /&gt;Nome científico: Campomanesia xanthocarpa Berg&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Família botânica: Myrtaceae&lt;br /&gt;Origem: Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Características da planta: Árvore que pode atingir até 15 m de altura, tronco ereto com casca levemente sulcada e copa densa. Folhas verde-claras, que exalam aroma característico quando maceradas. Flores pequenas de coloração creme-esbranquiçada. Florescem de setembro a novembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fruto: Arredondados de coloração verde- amarelada. Polpa esverdeada, suculenta, envolvendo numerosas sementes. Frutifica de dezembro a maio.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SC7i5zG12AI/AAAAAAAABKE/P1Bd4A7fnW0/s1600-h/flora_18.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SC7i5zG12AI/AAAAAAAABKE/P1Bd4A7fnW0/s320/flora_18.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5201344102258825218" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Cultivo: Ocorre de forma nativa nas regiões de mata. Multiplica-se por sementes, preferindo climas quentes, porem com poucas chuvas.A gabirobeira ou guabirobeira é mais uma planta da família das Mirtáceas brasileiras.    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gabiroba, palavra de origem guarani, de acordo com Maria do Carmo C. Sanchotene, quer dizer "árvore de casca amarga" Importante elemento de reconhecimento da espécie, aliás, a casca do tronco da gabirobeira, como a da maioria das Mirtáceas, vai se desprendendo em lascas e deixando grandes manchas mais claras por toda a sua extensão, o que lhe confere um bonito aspecto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem no Brasil, no entanto, muitas espécies e variedades de frutas que levam esse mesmo nome de origem indígena. Algumas se desenvolvem em formações arbustivas; outras têm o porte de grandes árvores e chegam a alcançar entre 8 e 25 metros de altura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, acredita-se que a gabiroba seja nativa dos campos cerrados do Centro-Oeste e do Sudeste do país, onde é, especialmente, abundante a ocorrência de suas variedades arbustivas e silvestres. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gabirobeira é árvore rústica, pouco exigente de cuidados, nascendo naturalmente mesmo em terrenos pobres. Muito cultivada em pomares caseiros no sudeste do Brasil, pode ser facilmente encontrada em Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul e até mesmo no Rio Grande do Sul, em quase todas as formações florestais. Sua área de ocorrência ultrapassa os limites do país para alcançar as terras do Uruguai'da Argentina e do Paraguai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando floresce, a árvore da gabiroba fica completamente tomada de pequenas flores brancas. Os frutos são redondos e apresentam uma coloração que varia do verde-claro até o amarelo, quando maduros. A frutificaçao é abundante: doces e vitaminadas, as gabirobas são ansiosamente esperadas pelas crianças e pelos pássaros, e também interessam bastante aos animais domésticos e aos peixes comedores de frutas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do consumo in natura, no pé, a gabiroba pode ser aproveitada na forma de sucos, doces e sorvetes, bem como servir de matéria-prima para um saboroso licor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por seu formato e tamanho, a gabiroba lembra alguns araçás; porem, de árvore para árvore, a fruta sofre boas variações. Isto porque, apesar da antiguidade de seu cultivo e da gostosura de seus frutos, trata-se ainda de espécie pouco experimentada em pomares comerciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a fruta da memória da infância interiorana do sudeste do Brasil, quando procurar gabiroba no mato era excitante aventura para a criançada. Como observa Camara Cascudo em seu livro "História da Alimentação no Brasil": 'As crianças têm uma vocação descobridora das fruteiras em maturação. Comem mais frutos do que os adultos... Certas frutas parecem privativas da meninice." A gabiroba sabe disso! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E VETERINÁRIAS/UNESP CÂMPUS DE JABOTICABAL&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fonte de pesquisa: Páginas da Internet&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-575198009244302681?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/575198009244302681/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=575198009244302681' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/575198009244302681'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/575198009244302681'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2008/05/guabiroba.html' title='Guabiroba'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SC7iyzG11_I/AAAAAAAABJ8/7wVHozaTZ28/s72-c/flora_15.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-5487259226648306634</id><published>2008-05-17T06:31:00.000-07:00</published><updated>2008-05-17T06:46:25.276-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ATEMOYA'/><title type='text'>ATEMOYA</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SC7flDG11-I/AAAAAAAABJ0/zDbrIINvwa8/s1600-h/fruta_atemoya625x245.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SC7flDG11-I/AAAAAAAABJ0/zDbrIINvwa8/s320/fruta_atemoya625x245.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5201340447241656290" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nome científico: Annona cherimola x Annona squamosa &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Família: Annonaceae&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Origem e dispersão: A atemoya é intermediária às espécies que lhe deram origem. Produzida por hibridação, na África do Sul e Israel, a atemoya foi introduzida em vários países. Na Flórida, é plantada comercialmente no Sul do Estado.&lt;br /&gt; É exportada por Israel e África do Sul, é plantada na Austrália, mas ainda pouco divulgada em outros países. No Brasil, foi introduzida recentemente e já desperta o interesse de alguns produtores, pela sua qualidade, superior à fruta-do-conde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clima e solo:&lt;/strong&gt; A atemoya adapta-se a vários tipos de solo, mas prefere os bem drenados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Propagação:&lt;/strong&gt; É indicada a propagação por enxertia, tanto por borbulhia como garfagem, usando como cavalo ela mesma, a fruta-do-conde ou a cherimoya. Annona reticulata (lisa), também pode ser usada. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clima e solo:&lt;/strong&gt; A atemoya adapta-se a vários tipos de solo, mas prefere os bem drenados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Propagação:&lt;/strong&gt; É indicada a propagação por enxertia, tanto por borbulhia como garfagem, usando como cavalo ela mesma, a fruta-do-conde ou a cherimoya. Annona reticulata (lisa), também pode ser usada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Variedades:&lt;/strong&gt; Quanto aos cultivares, os mais conhecidos são Gefner e Page, mas, em São Paulo, o primeiro é mais utilizado junto com African Pride e PR-3. Por isso o seu cultivo exige rigorosos tratos fitossanitários, podas e outros tratos culturais, inclusive o desbaste de frutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Utilização:&lt;/strong&gt; É uma fruta típica de mesa, para consumo ao natural; portanto, a sua aparência é muito importante. Serve também para sorvetes, polpa e suco. Seu valor alimentar é principalmente alto para açúcares, mas o apelo e qualidade desta fruta deve-se ao seu aroma e sabor, dados pelos componentes ácidos orgânicos, lipídios, fenóis e constituintes voláteis, especialmente os ésteres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Funep, FCAV/Unesp)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-5487259226648306634?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/5487259226648306634/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=5487259226648306634' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/5487259226648306634'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/5487259226648306634'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2008/05/atemoya.html' title='ATEMOYA'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SC7flDG11-I/AAAAAAAABJ0/zDbrIINvwa8/s72-c/fruta_atemoya625x245.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-2264989401261981405</id><published>2008-05-04T02:41:00.000-07:00</published><updated>2008-05-04T02:58:38.356-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Maracujá'/><title type='text'>O maracujazeiro</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SB2IM2VrC6I/AAAAAAAABI0/nT_rUtAVnzQ/s1600-h/maracuj2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SB2IM2VrC6I/AAAAAAAABI0/nT_rUtAVnzQ/s400/maracuj2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5196459299381644194" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O maracujazeiro&lt;/strong&gt; é originário da América Tropical, com mais de 150 espécies de Passifloraceas utilizadas para consumo humano. As espécies mais cultivadas no Brasil e no mundo são o maracujá-amarelo (Passiflora edulis f. flavicarpa), maracujá-roxo (Passiflora edulis) e o maracujá-doce (Passiflora alata). O maracujá-amarelo é o mais cultivado no mundo, responsável por mais de 95% da produção do Brasil e utilizado principalmente no preparo de sucos. O maracujá-doce é destinado para o mercado de fruta fresca, devido a sua baixa acidez.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SB2ISGVrC7I/AAAAAAAABI8/F_hwqtqdG20/s1600-h/mara5.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SB2ISGVrC7I/AAAAAAAABI8/F_hwqtqdG20/s400/mara5.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5196459389575957426" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O Brasil é o maior produtor mundial com produção de 330 mil toneladas e área de aproximadamente 33 mil hectares. A Bahia é o principal produtor, com cerca de 77 mil toneladas, em 7,8 mil hectares, seguido por São Paulo com cerca de 58 mil toneladas em 3,7 mil hectares; Sergipe, com 33 mil toneladas, em 3,9 mil hectares e Minas Gerais, com 25 mil toneladas, em 2,8 mil hectares (IBGE, 2002).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Clima e Solo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O maracujazeiro é uma planta de clima tropical e sub-tropical, com temperatura média entre 25 a 26 ºC; precipitação pluviométrica ideal entre 1.200 mm a 1.400 mm bem distribuída ao longo do ano. Os solos mais recomendados são os areno-argilosos, profundos, férteis, bem drenados, pH entre 5,0 e 6,5 e altitude entre 100 e 900 m com topografia plana a ligeiramente ondulada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formação de Mudas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A implantação de pomares comerciais é por via sexual através de sementes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O critério para a seleção de frutos deve ser rigoroso. As plantas devem ser sadias, vigorosas e produtivas; frutas com alto teor de polpa acima de 30%, com alta acidez e cavidade interna do fruto grande.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SB2IjWVrC9I/AAAAAAAABJM/hEeGZarP5VM/s1600-h/mara3.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SB2IjWVrC9I/AAAAAAAABJM/hEeGZarP5VM/s400/mara3.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5196459685928700882" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Outra forma de propagação é a via vegetativa através da estaquia e enxertia. Realizada em determinadas situações especiais, a exemplo de controle de fungos de solo e produção de clones destinados a fornecer sementes melhoradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Plantio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando que o maracujazeiro só floresce em condições de muita luminosidade, acima de 11 horas diárias, em diversas regiões tem-se recomendado plantios nos meses de abril e junho permitindo assim um crescimento vegetativo durante o período de inverno com floração a partir de setembro e início de colheita em novembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mudas para plantio devem apresentar de 25 a 30 cm de altura (antes do lançamento da primeira gavinha) com 50 dias após a semeadura. O preparo das mudas deve começar 60 dias antes do plantio definitivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mudas são plantadas em covas de 40 x 40 x 40 cm abertas entre a linha das estacas e previamente adubadas. Entre as linhas de plantio os espaçamentos recomendados variam de 2,0 a 3,5 metros dependendo da utilização ou não de maquinário para tratos culturais. Entre plantas pode-se optar pela distância de 5 m (1 planta entre as estacas ) ou 2,5 m (2 plantas entre as estacas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A adubação deve ser feita de acordo com a análise do solo, porém, na ausência desta, recomenda-se colocar em cada cova a seguinte mistura: esterco bem curtido de curral (10 litros) ou de galinha (2 litros), 200 gramas de superfosfato simples e 100 gramas de cloreto de potássio. Esta mistura deve ser colocada na cova, de preferência, 30 dias antes do plantio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratos Culturais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O maracujazeiro é uma planta trepadeira e portanto, necessita de apoio para sua condução. O sistema mais utilizado é o de espaldeira. A espaldeira é formada por estacas de 2,50 metros de comprimento (com 50 cm enterrados) espaçados de 5 em 5 metros na linha de plantio. Completa-se a espaldeira com a colocação de um arame nº 12 ou 14 preso no topo dos mourões. O maracujá responde bem à adubação, por isso é necessário efetuar de 4 em 4 meses adubação de cobertura com nitrogênio, potássio e fósforo na base de 300 a 400 gramas por planta.  No primeiro ano são feitas 3 a 4 capinas tendo-se o cuidado de evitar ferimento às raízes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O maracujazeiro&lt;/strong&gt; é uma planta dependente de polinização cruzada, ou seja, uma planta de maracujá não produz se as flores não forem polinizadas com pólen de outra planta. A polinização manual é feita nos períodos de maior floração utilizando-se dedeiras de flanela e tocando-se de leve e ligeiramente as flores de plantas alternadas. Um homem poliniza, aproximadamente, 50 flores por minuto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pragas e Doenças&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No viveiro as principais pragas são as vaquinhas e as lagartas. No campo as lagartas constituem sério problema no início da cultura. Outras pragas de menor importância são os percevejos, mosca do fruto e ácaros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A fusariose&lt;/strong&gt; e a podridão do colo são as doenças mais sérias do maracujazeiro, e o único controle é o arranque e queima das plantas atacadas. Em qualquer situação, é prudente consultar um técnico especialista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Colheita&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O período de colheita dos frutos varia de 6 a 9 meses após o plantio. O ponto de colheita é caracterizado pela coleta dos frutos no chão; antes da coleta efetuar passagem entre as filas e derrubar frutos maduros que não caírem ou presos entre os ramos da planta. A coleta de frutos e feita 2 a 3 vezes por semana. Após a colheita os frutos perdem peso rapidamente à medida que permanecem no chão ficam murchos dificultando a comercialização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Rendimento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rendimento médio da produção em frutos é de 8 a 10 t/ha para o primeiro ano de plantio, 15 a 20 t/ha no segundo e 12 a 14 t /ha para o terceiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comercialização da fruta fresca é feita nas feiras livres, mercados municipais, atacadistas, indústria de sucos e para exportação. Fruto maduro caído naturalmente tem idade acima de 80 dias; ele está maduro com 75 a 80 dias após a polinização. Para o mercado de frutas frescas, os frutos devem ser colhidos ainda presos à planta e com 50 a 70 dias após a abertura da flor, mantendo o pecíolo com 1 a 2cm de comprimento. Os frutos coletados no solo devem ser destinados a indústria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:ceplac gov&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-2264989401261981405?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/2264989401261981405/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=2264989401261981405' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/2264989401261981405'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/2264989401261981405'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2008/05/o-maracujazeiro.html' title='O maracujazeiro'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SB2IM2VrC6I/AAAAAAAABI0/nT_rUtAVnzQ/s72-c/maracuj2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-7671553135168292137</id><published>2008-05-03T08:09:00.000-07:00</published><updated>2008-05-03T08:16:25.914-07:00</updated><title type='text'>A Orchis champagneuxii Barnéoud</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SByA4WVrC4I/AAAAAAAABIk/RWGkdA6lUfg/s1600-h/orcham8.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SByA4WVrC4I/AAAAAAAABIk/RWGkdA6lUfg/s400/orcham8.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5196169775636220802" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A Orchis champagneuxii Barnéoud é uma planta delgada, 10 - 25 (40) cm de altura, geralmente com 3 tubérculos, sendo 1 séssil e 2 longamente pediculados. 5 - 9 folhas basais suberectas, não pintalgadas, lanceoladas, com 3 - 8 cm de comprimento por 0,7 - 1,5 cm largura. 2 - 3 folhas caulinares, mais pequenas, amplexicaules. &lt;br /&gt;Brácteas membranáceas, violáceas, um pouco menos compridas que o ovário. Inflorescência frouxa, pauciflora. Gálea ovóide, fechada, de violeta a púrpura, raramente rosa, com nervuras verde-violáceo. Sépalas ovais, com 6,5 - 10 mm de comprimento por 3 - 5 mm de largura. Pétalas com 4,5 - 6,5 mm de comprimento. Labelo trilobado, mais largo Labelo trilobado, mais largo que comprido, com 6 - 8,5 &lt;br /&gt;mm de comprimento por 11 - 14 mm de largura, conduplicado longitudinalmente, com a parte central clara mas não pintalgada, por vezes com manchas ténues. Lobos laterais da mesma cor que a gálea, arredondados, às vezes denticulados. O lobo médio quase tão largo como os laterais. Esporão grosso, 10 - 15 mm de comprimento, 1,5 - 2 vezes mais comprido que o labelo, distintamente espatulado e por vezes emarginado, ascendente, subvertical, cilíndrico, de recto a um pouco arqueado, com o ápice dilatado e frequentemente bilobado.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SByBZWVrC5I/AAAAAAAABIs/O2_j06-Gyxc/s1600-h/orcham7.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SByBZWVrC5I/AAAAAAAABIs/O2_j06-Gyxc/s400/orcham7.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5196170342571903890" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Planta de sítios soalheiros a um pouco sombrios, em solos de alcalinos a ácidos, de secos a frescos: descampados, matagais altos e bosques claros. Ocorre em Trás-os-Montes e Alto Douro, Beira Alta, Beira Litoral, Estremadura, Ribatejo, Alto Alentejo, Baixo Alentejo e Algarve.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-7671553135168292137?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/7671553135168292137/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=7671553135168292137' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/7671553135168292137'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/7671553135168292137'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2008/05/orchis-champagneuxii-barnoud.html' title='A Orchis champagneuxii Barnéoud'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SByA4WVrC4I/AAAAAAAABIk/RWGkdA6lUfg/s72-c/orcham8.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-5182729129049397689</id><published>2008-04-19T06:42:00.000-07:00</published><updated>2008-04-19T07:15:38.963-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jabuticabeira'/><title type='text'>A jabuticabeira</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SAn4jxaouqI/AAAAAAAABE4/fOjaOnBcQgo/s1600-h/jabuticaba8.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SAn4jxaouqI/AAAAAAAABE4/fOjaOnBcQgo/s400/jabuticaba8.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5190953338965375650" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Vamos  conhecer sobre Jabuticabeira: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A jacabuticabeira é uma fruta que tem sua origem no Brasil, sendo a nossa Mata Atlâtica o seu habitat originário. Mas também podendo ser encontrada nos Estados de Minas gerais, Rio de Janeiro, Paraná, São Paulo, e Também na região nordeste,além de outras regiões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Caracteristicas:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A jabuticaba tem um formato arredondado e uma coloração roxo-escura. Sua polpa branca possui algumas pouquíssimas sementes e é de sabor doce e grandemente apreciado.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Floração&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As jabuticabas surgem nos meses de agosto a setembro e de janeiro a fevereiro. A safra, embora dure pouco, é abundante. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Várias espécies:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Existem cerca de 12 a 15 diferentes espécies de jabuticaba. &lt;br /&gt;A mais comum delas é a Sabará, sendo essa espécie, grandemente produtiva e a mais apreciada. Além dessa, outras espécies muito cultivadas são a Paulista, Branca, Rajada e Ponhema. &lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SAn6xhaourI/AAAAAAAABFA/PNzXMmA8d-I/s1600-h/12260.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SAn6xhaourI/AAAAAAAABFA/PNzXMmA8d-I/s400/12260.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5190955774211832498" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;Cultivo: &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A jabuticabeira prefere solos profundos e ricos em matéria orgânica. Exige muita água. Desenvolve-se em qualquer tipo de clima e solo. O crescimento é lento e 0 plantio deve ser feito na época das chuvas, por sementes e enxertia. &lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SAn7HBaousI/AAAAAAAABFI/FgG2u5sR3vs/s1600-h/791.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SAn7HBaousI/AAAAAAAABFI/FgG2u5sR3vs/s400/791.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5190956143579019970" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Propagação:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A jabuticabeira pode ser propagada por sementes, por estaquia, por enxertia; embora mais precoces que as plantas pé-franco os enxertos produzem plantas de copas menores e menos produtivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obtenção de Sementes: Os frutos fornecedores de sementes devem ser colhidos em plantas boas produtoras, precoces e isentas de pragas e doenças; a seleção do fruto subordina-se à forma, tamanho, coloração e natureza da superficie segundo caracteristicas da espécie. As sementes obtidas devem ser bem constituidas, vogorosas e sadias, na sua escolha, eliminar 28 a 30% delas (mal conformadas e chochas). Um g. de semente pode conter de 40 a 50 unidades. Após romper sua casca (c/canivete ou unha) aperta-se o fruto para obter-se a semente envolta pela polpa; esta é eliminada deixando-a fermentar por 24 horas ou lavando-a com cal em peneira ou esfregando-a sobre peneira ou espremendo-a em saco de pano (tecido ralo). Em seguida a semente é espalhada sobre papel absorvente ou pano e colocada a secar à sombra. Por perder poder germinativo facilmente a semente deve ser posta a germinar até 5 dias após a sua obtenção&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Formação de Mudas&lt;/strong&gt;:&lt;br /&gt;Via sementes: em canteiros de terra em sacos plásticos: Canteiros: para semeio de grandes quantidades de sementes. O canteiro deve ter 1,2 m. de largura, comprimento variável; a terra composta de 1 parte de areia, 1 parte de terra argilosa e 4 partes de terra de mata (fértil), com supeficie destorroada a aplainada. O semeio é feito a 1-2 cm. de profundidade, com espaçamento 30 cm. (entre linhas) e 10 cm. (entre sementes). &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Abre-se sulcos transversais,&lt;/strong&gt; semeia-se, fecha-se sulco e irriga-se bem. A germinação ocorre em 15 a 30 dias: 6-12 meses após o lançamento das primeiras folhas a muda com 15 cm. de altura é repicada para viveiro ou para saco plástico com terra bem estercada. Dois meses antes da repicagem o leito do canteiro deve ser preparado; nele abre-se sulcos com 20 cm. de profundidade e que recebem 100 g. de superfosfato simples misturados a 6 Kg. de esterco de curral para cada m. de sulco. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A repicagem é feita num espaçamento de 80 cm. x 40 cm. Ao atingir 60 cm. de altura a muda estará apta do plantio em campo. Para acelerar o desenvolvimento da muda em canteiro e viveiro pode-se preparar mistura de 30 g. de ureia, 30 g. de cloreto de pótassio e 50 g. de superfosfato simples, toma-se 5 gramas dessa mistura e dissolve-se em 10 l. de água. Aplica-se ao solo ao lado plantinha de 15 em 15 dias, a partir das primeiras semanas pós emergencia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sacos Pásticos: o substrato para enchimento do saco é semelhante do da terra para leito do canteiro, substituindo 1 parte de terra por 1 parte de esterco. O semeio e tratos são similares aos do canteiro. As dimensões do saco devem ser 15 x 25 ou 18 x 30.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vias Estacas:&lt;/strong&gt; na primavera retira-se da planta ramo com 80 cm. de comprimento com 5-7cm. de grossura, aponta-se sua extremidade inferior, lasca-se em cruz e, com marreta, enterra-se 2/3 da estaca, irrigar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Plantio:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Irrigar um pouco o fundo da cova e colocar o torrão com a muda (mantendo colo da planta 5 cm. acima do superficie) na cova e encher cova com mistura terra / adubo. Fazer pequena bacia, em torno da muda, irrigar com 20 l. de água e colocar cobertura morta (palha, capim seco) em 5 cm. de altura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tratos Culturais:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ervas: efetuar capinas em "coveamento" a plantas; manter ervas daninhas sob controle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podas: eliminar galhos que tendam a "fechar" a copa para facilitar arejamento e penetração de raios solares. Eliminar galhos secos, doentes, tortuosos e mal-distribuidos. Na formação da copa eliminar ramos da base do caule para que a copa fique a 80 cm. ou mais de altura do solo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Adubação:&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;anualmente, no período das chuvas, adubar cada planta com 20 l. de esterco de curral mais 300 g. de superfosfato simples + 200 g. e cloreto de potassio, com leve incorporação. A cada 2 meses aplicar 50 g. de ureia à planta e incorporar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consorciação: leguminosas não trepadeiras de pequeno porte, (feijão, amendoim e soja) são indicados para o consorcio&lt;br /&gt;Pragas e Doenças - &lt;br /&gt;Pragas: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cochonilhas: Capulinia spp, Homoptera, Asterolecaniidae. Sem carapaça, recoberto de pó branco, o inseto localiza-se na casca de tronco, galhos e ramos e pagina inferior das folhas.&lt;br /&gt;-Controle: com luvas ou pedaços de aniagem friccionar galhos e ramos para expor o inseto; em seguida pulvereza-se óleo mineral a 1% a 1,5% ou óleomineral (750cm3) + diazinom 60 E (100 cm3) ou malatiom 50 CE (200 cm3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Broca-das-Mirtáceas: Timocrata albella (Zeller 1839) Lepidoptera, Stenomidae. O adulto é mariposa de corpo e asas brancas; a lagarta desenvolvida tem coloração violeta e 25-35 mm. de comprimento. Agromeração de excrementos e pedaços de casca ligados por fios de seda em tronco e ramos são sinais da praga.&lt;br /&gt;-Controle: tira-se a camada de excremento e injeta-se 2-3 cm. de gasolina ou paratiom no orifício e fecha-se o orifício com barro ou cera de abelha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gorgulho da Jaboticaba:&lt;/strong&gt; Conotrachelus myrciariae (Marsh, 1929) Coleoptera, Curculionidae - Adulto, besouro amarelado e larva (lagarta) branca, sem pernas, que alcança 9 mm. de comprimento. A lagarta devora polpa e sementes.&lt;br /&gt;-Controle: Catação / destruição de frutos atacados, pulverização de frutos com Fentiom 50 CE (200 / 100 l. de água) ou Paratiom 60 E (100 ml. / 100 l. de água).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Doenças:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ferrugem: Puccinia psidii Wint. (fungo) - Doença afeta folhas, botões, flores, frutos e ramos; manchas necroticas circulares. cobrem-se de massa pulverilenta de cor amarelo-vivo (frutificações do fungo).&lt;br /&gt;-Controle: pulverizações com calda bordalesa ou fungicidas cupricos ou com mancozeb ou benomyl.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BIBLIOGRAFIA CONSULTADA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MATTOS, JOÃO MATTOS - JABOTICABEIRAS&lt;br /&gt;Publicação IPRNR Nº 10 - Porto Alegre 1983&lt;br /&gt;Governo do Estado do Rio Grande do Sul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CASA DA AGRICULTURA&lt;br /&gt;Jabuticabeira, Planta Nativa V.2 Nº 6 nov/dez/1980&lt;br /&gt;São Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F.A M. MARICON&lt;br /&gt;Inseticidas e seu emprego no combate às pragas&lt;br /&gt;Biblioteca Rural - Livraria Nobel S/A&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REVISTA TODA FRUTA&lt;br /&gt;Vol. 4 Nº 39 outubro/89&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-5182729129049397689?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/5182729129049397689/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=5182729129049397689' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/5182729129049397689'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/5182729129049397689'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2008/04/jabuticabeira.html' title='A jabuticabeira'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/SAn4jxaouqI/AAAAAAAABE4/fOjaOnBcQgo/s72-c/jabuticaba8.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-2516922928371036601</id><published>2008-04-03T07:04:00.000-07:00</published><updated>2008-04-15T11:36:17.400-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultura - Limão Tahiti'/><title type='text'>Cultura - Limão Tahiti</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R_Tq8vezmEI/AAAAAAAABEw/MkNOhHbXThg/s1600-h/CitronsVerts.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R_Tq8vezmEI/AAAAAAAABEw/MkNOhHbXThg/s400/CitronsVerts.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5185027400269011010" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Botânica/Descrição/Composição:&lt;br /&gt;&lt;div id=HOTWordsTxt name=HOTWordsTxt&gt;&lt;br /&gt;- O limão Tahiti é propriamente uma limeira ácida conhecida por Citrus latifolia, (Tanaka), Dicotyledonae, Rutaceae.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Com porte médio a grande a planta é expansiva, curvada, vigorosa; as folhas adultas têm cor verde e são lanceoladas e as folhas novas e brotos tem cor purpurea. A floração ocorre ao longo do ano (principalmente setembro e outubro); os frutos são ovais, oblongos ou levemente elípticos, casca fina, superfície lisa e cor amarelo-pálida na maturação. Estão maduros em torno de 120 dias após a floração; as sementes são raras ou ausentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O suco representa 50% do peso do fruto; tem teores médios de 9% (brix), acidez em 6%, 20 a 40 mg de ácido ascórbico (Vit. C).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usos do Limão Tahiti:&lt;br /&gt;- O suco do limão Tahiti é usado em culinária, na limpeza e preparo de alimentos (carnes, massas, bolos, confeitos) e no preparo de refresco - limonada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em medicina caseira o fruto é utilizado como auxiliar no tratamento de gripes e deficiência de Vit. C.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Óleo da casca do fruto é aromático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Necessidades da Planta:&lt;br /&gt;Clima - Temperatura deve estar entre 26 e 28ºC (25 a 31ºC) as chuvas em torno de 1.200 mm anuais &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(1.000 - 2.000) bem distribuídos (120 mm mensais), a umidade relativa do ar entre 70% e 80%. Em locais com ventos fortes tutorar a planta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Solos&lt;/strong&gt; - Solos mais adequados para o limão Tahiti são os leves, bem drenados, arejados, profundos, sem impedimento para penetração da raízes. Solos areno-argilosos (de arenoso a levemente argiloso) são preferidos, pH entre 5,5 e 6,5. Topografia plana a levemente ondulada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Implantação do Pomar:&lt;br /&gt;Mudas - Devem resultar de enxertos sobre limão Cravo ou limão Rugoso que proporcionam crescimento rápido, boa produção, frutos de qualidade e maior tolerância à seca embora sensíveis à podridão radicular. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os enxertos sobre tangerina Cleopatra são aceitáveis. A muda, de indiscutível qualidade, deve ter procedência e sanidade garantidas, enxertia feita a 25-30 cm de altura, possuir três a quatros ramos (galhos) a 60 cm do solo e raízes desenvolvidas, sem estarem enoveladas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Preparo da área:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Consiste na roçagem destoca e enleiramento do mato; essas operações devem ser feitas 5-6 meses antes do plantio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seguida efetuar aração e gradagens; em caso de aplicação de corretivo do solo em área total aplicar metade da dose antes da aração e a segunda metade antes da 1ª gradagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Marcação/Espaçamento:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nivelado o terreno efetua-se a marcação da área; para o Nordeste do Brasil adota-se os espaçamentos de 7,0m x 6,0m e 7,0m e 5,0m. Em plantios extensos dividir o pomar em talhões de 10.000 a 20.000 plantas (quadras de 3.000 a 5.000 plantas) com corredores para caminhões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coveamento/Adubação:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As covas podem ser abertas à mão ou com implementos, devem ter dimensões 40 cm x 40 cm x 40 cm a 60 cm x 60 cm x 60 cm; na abertura separar a terra dos primeiros 15-20 cm de altura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Em caso de não haver recomendações (decorrentes de análises de solo) para calagem e adubação, aplicar 1 kg de calcário dolomitico ao fundo de cada cova cobrindo-o com um pouco de terra; misturar 50 g de cloreto de potássio com 200 g de super fosfato simples e 10 litros de esterco de curral bem curtido à terra separada e lançar em cada cova.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Plantio:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O plantio deve ser feito em horas frescas do dia ou em dias nublados com o solo úmido. Deve -se usar régua de plantio para bom alinhamento. Ajusta-se a muda na cova de modo que o colo da planta fique ligeiramente acima do nível do solo e os espaçamentos entre raízes cheios com terra. Após plantio fazer uma "bacia" em torno da muda regar com abundância sem encharcar e cobrir solo com capim seco (sem sementes) ou com palha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tratos Culturais:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Controle de Ervas Daninhas - O cultivo do solo, controle de ervas pode ser feito com grade (2 operações/ano) na época seca e com ceifa do mato na época de chuvas. Em cultivos irrigados no semi-árido usa-se roçadeira nas entrelinhas e herbicidas na projeção da copa. As plantas devem ser "coroadas" sempre que houver mato alto (com enxada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Irrigação:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A irrigação aumenta a produção e eleva a qualidade do fruto; no semi-árido a irrigação é indispensável. Os sistemas de irrigação mais utilizados são os de aspersão e o de irrigação localizada (gotejamento, microaspersão) que aplica água em geral abaixo da copa da planta. Sulcos, bacia de inundação temporária são outros métodos. Nos cerrados maiores produtividades foram obtidas utilizando-se sistema de gotejo a cada metro (120 l água/planta em turnos de rega de 4 dias). Em regiões úmidas a irrigação pode elevar a produção em 35% a 75%. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Culturas intercalares:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Cultivo intercalar é prática em pequenas/médias propriedades; pode-se usar leguminosas (feijão de porco, leucena, crotalaria) ou abacaxi, amendoim, batata doce, feijão, mandioca, milho, no pomar jovem do limão Tahiti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As culturas intercalares devem ter baixo porte e ciclo curto, e situar-se a distância de 1,5 - 2 m da linha de plantio do limoeiro.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R_TqsPezmDI/AAAAAAAABEo/8tSqm6gsSKI/s1600-h/Limao_grande.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R_TqsPezmDI/AAAAAAAABEo/8tSqm6gsSKI/s400/Limao_grande.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5185027116801169458" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Podas:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Devem reduzir-se à eliminação de galhos secos, doentes ou praguejados e nascidos abaixo do ponto de enxertia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adubação:&lt;br /&gt;60 dias após plantio recomenda-se aplicar 50 g de uréia/planta repetindo-se 30-40 dias após.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir do 2º ano recomenda-se as seguintes doses, em gramas/planta (para a Bahia):&lt;br /&gt;Anos  &lt;br /&gt;                                                                 &lt;br /&gt;2 março/julho &lt;br /&gt;            ano-Uréia=100gr 100gr  março- super Simples=200                                                                   &lt;br /&gt;3           ano Uréia=150gr 150gr  março- super simples=300gr       &lt;br /&gt;4           ano Uréia=200gr 200gr  março- super simples=400gr       &lt;br /&gt;5           ano Uréia=250gr 250gr  março- super simples=500gr     &lt;br /&gt;6           ano Uréia=250gr 250gr  março- super simples=500gr      &lt;br /&gt;7           ano Uréia=350gr 300gr  março- super simples=650gr      &lt;br /&gt;8           ano Uréia=350gr 300gr  março- super simples=650gr     &lt;br /&gt;9           ano Uréia=500gr 500gr  março- super simples=1000      &lt;br /&gt; em diante --&lt;br /&gt; cloreto de potasio apartir do 4 ano--março julho - 40gr -40gr&lt;br /&gt; cloreto de potasio 5 ano   março e julho - 200gr 200gr&lt;br /&gt; cloreto de potasio 6 ano   março e julho - 200gr 200gr&lt;br /&gt; cloreto de potasio 7 ano   março e julho - 250gr 200gr&lt;br /&gt; cloreto de potasio 8 ano   março e julho - 250gr 200gr&lt;br /&gt; cloreto de potasio 9 ano   março e julho - 300gr 250gr&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para deficiências de zinco e manganes recomenda-se pulverizações foliares com solução composta de 300 g. de sulfato de zinco, 300 g. de sulfato de manganes, 300 g. de cal em 100 litros de água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pragas:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Orthezia: Orthezia praelonga (Doug., 1991) Homoptera, Ortheziiae.Também chamada cochonilha de placas; tem corpo provido de placas ou lâminas cereas com cauda alongada que acumula ovos; eficiente sugador o inseto injeta toxina na planta ao sugar a seiva e sua excreção estimula aparecimento da "fumagina" (cobertura escura) nas folhas. Mudas, vento, vestimentas disseminam o inseto. A praga é mais prejudicial no período seco e expolia a planta, atacando folhas e frutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O controle é efetuado pela aplicação de inseticidas sistemicos granulados aplicados ao solo em torno da planta a 10 - 15 cm de profundidade. Observar o período de carência do produto químico. Entre os indicados cita-se aldicarb, dissulfoton, carbofuran.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escama-Farinha: Pinnaspis aspidistrae (Sing, 1869) Homoptera, Diaspididae.Cochonilha com carapaça, ataca tronco e ramos que apresentam coloração esbranquiçada. A sucção da seiva da planta pelo inseto causa rachadura na casca e facilita a penetração de agentes de doenças (gomose).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controle via pincelamento de tronco e ramos com o seguinte preparo: 1 Kg (enxofre molhável), 2 Kg de cal, 0,5 Kg de sal de cozinha, 15 g. de diazinom ou 35 g. de malatiom e 15 litros de água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ácaro-da-Ferrugem: Phyllocoptruta oleivora (Aslm. 1879), Acari, Eriophyidae.Infesta folhas, ramos e frutos causando nestes cor prateada à casca além de àspecto aspero; os frutos apresentam tamanho, peso e percentagem de suco reduzidos. As folhas podem desenvolver doença (mancha de graxa). Em infestação severa há queda acentuada de folhas e frutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controle, efetuar controle quando 10% de frutos apresentarem 30 ou mais acaros. Acariciadas à base de dicofol, quinometionato ou enxofre molhável são indicados para o controle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coleobroca: Cratosomus flavofasciatus (Guerin, 1844) Coleoptera, Curculionidae.Inseto adulto é besouro preto com faixas amarelas no tórax e asas. Ovos são depositados no tronco e ramos; a lagarta esbranquiçada penetra, cava galerias no sentido longitudinal e expele serragem, em forma de petalas, pelo orifício de entrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controle feito pela injeção de calda inseticida via orifício utilizando-se formicida liquido, gasolina, querosene, ou pasta de fosfeto de alumínio (que libera gás). Após aplicação fechar orifício com cera de abelha, argila ou sabão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cochonilha Cabeça de Prego: Crysomphalus ficus (Aslmd., 1880) Homoptera, Diaspididae.Importante na fase jovem do pomar a cochonilha tem forma circular, convexa, cor violácea. Períodos secos com alta temperatura favorecem a multiplicação do inseto. Localiza-se na face inferior das folhas e nos frutos, suga seiva e liquídos e deprecia os frutos comercialmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu controle é feito por pulverizações com produtos químicos à base de óleo mineral a 1% ou óleo mineral + insetic&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Doenças: &lt;br /&gt;Causadas por vírus, fungos, bacterias e distúrbios fisiológicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tristeza: (Vírus)&lt;br /&gt;Planta apresenta redução no crescimento já nos viveiros. Em galhos ou ramos, retirando-se sua casca, observa-se caneluras (riscos). Folhas novas com nervuras polidas e frutos com diametro reduzido (coquinhos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controle: uso de borbulhas vindas de plantas imunizadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exocorte: (Vírus)&lt;br /&gt;Crescimento limitado, vegetação esparsa e folhas com coloração de pouco brilho. Doença transmitida por enxertia ou ferramentas contaminadas (canivete, tesoura de poda).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controle: uso de borbulhas comprovadamente sadias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gomose: (fungo)&lt;br /&gt;Doenças das mais prejudiciais em regiões tropicais úmidas; lesões pardas aparecem na base ou colo da planta, nas raízes e galhos baixos, com exsudação de goma pelo fendilhamento. Mais adiante ocorre apodrecimento dos tecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controle: usar variedades resistentes, enxertia alta, facilitar aeração da base da planta e drenagem do terreno, usar de fungicidas sistémicos (fosetyl-Al) em pulverizações ou pincelamento do tronco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Declínio: (distúrbio fisiológico)&lt;br /&gt;Murchamento irreversível da folhagem, demonstração de deficiência de manganês e zinco em níveis elevados, sem brotações; depois há queda de folhas, morte de ponteiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Controle: uso de porta-enxertos diversificados.&lt;br /&gt;Colheita:&lt;br /&gt;O material deve ser: sacola de colheita (20 kg), feita de lona com fundo falso, cestos e caixas plásticas para 27 kg. Evitar retirar frutos com varas ou ganchos, frutos molhados ou orvalhados, derrubar frutos ao solo, frutos excessivamente maduros ou verdes. Usar tesoura cortando o pedúnculo, rente ao cálice. Não machucar os frutos na colheita e transporte&lt;br /&gt;Produção:&lt;br /&gt;Precoce, a limeira ácida Tahiti apresenta produção significativa a partir do 3º ano de vida; no Recôncavo Baiano um pomar aos 4 anos produz produz 107.000 frutos hectare (300 frutos por planta). Aos 11 anos de vida a produção alcança 1.128 frutos/planta (113 kg) ou 403.000 frutos/hectare.Pomares paulistas produzem 8-15 kg/planta (3º ano), 64 a 86 kg/planta (5º ano) e 98-117 kg/planta (7º ano). &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;.&lt;br /&gt;Fonte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EMBRAPA - CNPMF&lt;br /&gt;Limão Tahiti - Aspectos Econômicos e Técnicas de Cultura&lt;br /&gt;Circular Técnica nº 13, jan/1991&lt;br /&gt;Cruz das Almas - Bahia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-2516922928371036601?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/2516922928371036601/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=2516922928371036601' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/2516922928371036601'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/2516922928371036601'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2008/04/cultura-limo-tahiti.html' title='Cultura - Limão Tahiti'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R_Tq8vezmEI/AAAAAAAABEw/MkNOhHbXThg/s72-c/CitronsVerts.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-824616643699505194</id><published>2008-03-22T06:17:00.000-07:00</published><updated>2008-03-22T07:31:13.055-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Açai ou juçara'/><title type='text'>Açaí ou juçara</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R-UXxvezl6I/AAAAAAAABDg/k9aDeoTeNnE/s1600-h/acai.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R-UXxvezl6I/AAAAAAAABDg/k9aDeoTeNnE/s400/acai.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5180573089686329250" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Açaí ou juçara é o fruto da palmeira conhecida como açaizeiro, cujo nome científico é Euterpe oleracea. É uma espécie nativa das várzeas da região amazônica, especificamente dos seguintes países: Venezuela, Colômbia, Equador, Guianas e Brasil (estados do Amazonas, Amapá, Pará, Maranhão e Acre).&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R-UW8Pezl3I/AAAAAAAABDI/g1qfYAp92ds/s1600-h/acai1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R-UW8Pezl3I/AAAAAAAABDI/g1qfYAp92ds/s400/acai1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5180572170563327858" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O açaí é um alimento muito importante na dieta dos habitantes da Amazônia, onde seu consumo remonta aos tempos pré-colombianos. Hoje em dia é cultivado não só na Região Amazônica, mas em diversos outros estados brasileiros, sendo introduzido no resto do mercado nacional durante os anos oitenta e noventa, com modificações no modo de consumo.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R-UXHfezl4I/AAAAAAAABDQ/2XhNcYXg-zM/s1600-h/acai-berry.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R-UXHfezl4I/AAAAAAAABDQ/2XhNcYXg-zM/s400/acai-berry.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5180572363836856194" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CULTIVO DO AÇAIZEIRO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A própria espécie botânica (com variações morfológicas e de desenvolvimento marcantes dependendo do local de coleta) ou híbridos entre essa espécie e o palmiteiro (Euterpe edulis). Esses híbridos são plantas rústicas, que perfilham, precoces e com boa qualidade de palmito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CLIMA E SOLO:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clima tropical úmido (temperatura média anual acima de 22ºC e precipitação acima de 1.600mm por ano). Não tolera geadas, especialmente quando jovem (até 60cm de altura). Não é exigente em solos, crescendo mesmo em solos pobres e ácidos. No entanto, desenvolve-se mais rapidamente em solos com maior fertilidade. A produção de palmito em áreas de baixa fertilidade deve-se basear na reposição de nutrientes através de adubações anuais parceladas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PROPAGAÇÃO:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por sementes colhidas de palmeiras selecionadas (diâmetro, número de folhas e sanidade), que devem estar em conjunto com outras da mesma espécie e no mesmo estádio de desenvolvimento, para evitar a autofecundação forçada. Marcá-las de modo permanente, porém sem afetá-las, para fácil reconhecimento. &lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R-UXRvezl5I/AAAAAAAABDY/LYa3rHHE_hk/s1600-h/acai2.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R-UXRvezl5I/AAAAAAAABDY/LYa3rHHE_hk/s400/acai2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5180572539930515346" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;COLHEITA DE SEMENTES:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colher frutos pretos e opacos, quase cerosos, na estação seca (agosto a dezembro), em sua região de origem. Colher somente os frutos que estão no cacho, que possui de duas a cinco mil sementes. Colocar um plástico ou encerado embaixo da palmeira e derrubar os cachos maduros sobre ele, recolhendo apenas os frutos que caírem sobre o encerado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ARMAZENAMENTO DAS SEMENTES:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As sementes do açaizeiro perdem rapidamente o poder germinativo, porém, é possível armazená-las por até cinco meses, desde que acondicionadas em sacos plásticos bem fechados e mantidos sob refrigeração (temperatura entre 5 a 10ºC). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GERMINAÇÃO:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leva de 3 a 11 meses para se completar. Despolpar os frutos para acelerar o processo germinativo e permitir a obtenção de lotes homogêneos de mudas (germinação em 2 a 5 meses). Para isso, acondicionar os frutos recém-colhidos em sacos plásticos e umedecer. Fechar o saco, mantendo-o à sombra e à temperatura ambiente. Depois de 3 ou 4 dias, atritar os frutos sobre as malhas de peneiras grossas (de café ou de feijão), em água corrente, para separação da polpa, ou imergir totalmente os frutos em água, trocando-a diariamente, para não fermentar. Após três a quatro dias, despolpar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SEMEADURA DIRETA:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É mais econômico do que o de plantio de mudas. Para evitar ataque de insetos, roedores e outros animais, enterrar as sementes entre 3 a 4cm. Semear de 2 a 3 sementes por cova, com o auxílio de um chuço, e cobrir com terra. Não desbastar as mudas. Efetuar semeaduras na mesma área a cada dois anos para manter um povoamento de plantas em diferentes idades ou estádios. Semear de agosto até dezembro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TRANSPLANTE DE MUDAS:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A utilização de plântulas com raiz nua de 15 a 20cm, retiradas de açaizeiros nativos, deve ser recomendada apenas para plantio em área adjacente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FORMAÇÃO DE MUDAS DE VIVEIRO:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ganham-se 2 a 3 anos em desenvolvimento, no campo, comparado com a semeadura direta. Colocar uma semente despolpada por saco plástico de polietileno preto (20 a 25cm de altura x 20cm de boca x 8 a 12mm de espessura e com 6 a 8 frutos) cheio com 2 a 3,5kg de terra de boa qualidade, rica em matéria orgânica, retirada da superfície da própria mata. Na falta, utilizar mistura de 3 partes de solo e 1 de matéria orgânica bem curtida (vide adubação do substrato). Irrigar diariamente. O sombreamento do viveiro deve ser semelhante àquele que a muda receberá quando estiver no local definitivo. Plantar as mudas no campo, com 20 a 30cm de altura e com 3 a 4 folhas vivas (entre o décimo e o décimo quarto mês após a semeadura). &lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R-UX-_ezl7I/AAAAAAAABDo/F8M43hlvu3Y/s1600-h/acai4.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R-UX-_ezl7I/AAAAAAAABDo/F8M43hlvu3Y/s400/acai4.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5180573317319595954" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ADUBAÇÃO DO SUBSTRATO:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usar solo de boa qualidade, acrescido de uma fonte de matéria orgânica curtida (esterco de curral, ou composto de lixo, ou composto de usina de beneficiamento de algodão, ou palha de café) na proporção de 3:1, em volume. Acrescentar calcário para elevar a saturação por bases a 60%, e mais 500g de P2O5 e 100g de K2O por m3 do substrato (terra + esterco). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PREPARO DA ÁREA PARA SEMEADURA OU PLANTIO:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sob mata nativa, fazer antes uma roçada da vegetação mais baixa, poupando-se as essências nativas de valor econômico; em áreas sem cobertura vegetal fazer antes um sombreamento temporário com guandu, tefrósia ou leucena. Em consórcio com seringueiras ou outras plantas perenes, seguir o mesmo preparo de solo da cultura principal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PLANTIO DE MUDAS:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deve ser feito no período das águas, com cuidado para não danificar a palmeira. Cortar o saco plástico na altura de 2cm da base, podando as raízes e, em seguida, cortar e retirar o saco e colocar a muda na cova com o torrão inteiro, preenchendo os espaços vazios com terra de superfície, comprimento para manter a muda firme. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DENSIDADE DE PLANTIO OU SEMEADURA:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o cultivo solteiro: 2,5 x1,5m. Em áreas de mata nativa, efetuar a semeadura direta (três sementes novas por cova) a cada um ou dois passos, cada linha separada das outras por dois ou três passos. Repetir a operação a cada dois anos, sempre com o cuidado de não pisar as plântulas de açaizeiros, nativas ou não, já existentes. No cultivo consorciado, plantar duas a três linhas de açaizeiros na faixa central da entrelinha do cultivo principal, com o espaçamento entre as plantas de 2,5 ou 1,5m. É comum o consórcio com seringueiras (Hevea brasiliensis). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TRATOS CULTURAIS:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roçadas periódicas para apressar o desenvolvimento, poupando as essências nativas de valor. Não capinar, devido ao sistema radicular superficial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MANEJO DE PERFILHOS:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para aumentar o desenvolvimento da touceira e permitir corte de palmito a curto prazo, manejar os perfilhos deixando 3 a 4 bem distribuídos por touceira, e um perfilho novo por ano, a partir do terceiro ano de plantio. Assim, é possível iniciar o corte para palmito entre o quarto e o quinto ano. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;COLHEITA DO PALMITO:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colher somente em palmeiras que apresentem DAP (diâmetro à altura do peito) acima de 10cm, poupando um estipe por planta para a produção de sementes, quando a densidade for baixa. Evitar queda brusca do palmito, pois isso causa escurecimento interno e rápida decomposição. Fazer o corte alto (50 a 80cm) para reciclar os nutrientes para os perfilhos na touceira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;INTERVALO OU CICLO DE CORTE:&lt;/strong&gt; Em torno de 2 a 4 anos, na mesma touceira, para palmito de primeira qualidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ADUBAÇÃO:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Normalmente as áreas de distribuição natural do açaizeiro são ricas em nutrientes, não devido às condições de solo, mas sim à rápida decomposição da matéria orgânica (“litter”) em sua superfície. Em áreas muito degradadas (mata e açaizal) fazer adubação para recuperação após análise do solo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DOENÇAS E PRAGAS:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A principal doença do açaizeiro é a antracnose. Ela só é limitante em condições de viveiro e em regiões frias e úmidas. Em condições de campo, não há nenhuma doença séria que mereça controle. Já com relação a insetos, temos os de viveiro (gafanhotos, cigarrinhas, cochonilhas, pulgões e ácaros) e os de campo (especialmente o coleóptero Rhyncophorus), que em culturas e explorações bem manejadas, não chegam a ser problema. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DURAÇÃO E PÓS-COLHEITA DO PALMITO:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após colhido, dura no máximo 5 a 7 dias, quando mantido com 4 capas (bainhas externas). Escurece e apodroce devido à ação de fungos, comuns em matéria em decomposição. O tombo e o corte acidental de partes do palmito aceleram a decomposição. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data Edição: 23/10/06    &lt;br /&gt;Fonte: IAC&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-824616643699505194?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/824616643699505194/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=824616643699505194' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/824616643699505194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/824616643699505194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2008/03/aa-ou-juara.html' title='Açaí ou juçara'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R-UXxvezl6I/AAAAAAAABDg/k9aDeoTeNnE/s72-c/acai.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-6257022823240071959</id><published>2008-02-25T02:54:00.000-08:00</published><updated>2008-02-25T03:45:21.878-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Mancabeira'/><title type='text'>Mancabeira</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R8Kkhd6E7ZI/AAAAAAAABCo/ht3rCTkcV3Y/s1600-h/arvoremancafruto.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R8Kkhd6E7ZI/AAAAAAAABCo/ht3rCTkcV3Y/s400/arvoremancafruto.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5170876217045609874" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt; A mancabeira&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(Hancornia speciosa Gomez) é uma árvore pertencente à família das Apocináceas&lt;br /&gt; encontrada naturalmente no Brasil. &lt;br /&gt;Apresenta frutos aromáticos, saborosos e nutritivos, com ampla aceitação de&lt;br /&gt;mercado, tanto para o consumo in natura, quanto para a indústria. Apesar disso,&lt;br /&gt;pelo fato da cultura ainda continuar sendo mantida no habitat natural, sua exploração&lt;br /&gt;é feita de modo extrativista. As áreas em que se pratica o cultivo tecnificado, são&lt;br /&gt;quase inexistentes. Os maiores produtores da fruta são os Estados de Sergipe,&lt;br /&gt;Minas Gerais e Bahia, com produções respectivas de 524, 478 e 170 toneladas de&lt;br /&gt;mangaba.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BOTÂNICA E ECOLOGIA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A palavra mangaba é de origem indígena e significa coisa boa de comer .&lt;br /&gt;A mangaba ou mangabeira pertence ao grupo das Eudicotiledoneas, ordem&lt;br /&gt;Gentianales, família Apocynaceae e à espécie Hancornia speciosa Gomes. &lt;br /&gt;É uma árvore de porte médio, possuindo de 2 a 10 m de altura, podendo chegar a até 15&lt;br /&gt;m, dotada de copa irregular, tronco tortuoso, bastante ramificado e áspero; ramos&lt;br /&gt;lisos e avermelhados. Toda a planta exsuda látex. Apresenta folhas opostas, simples,&lt;br /&gt;pecioladas, glabras, brilhantes e coriáceas. Sua inflorescência possui de 1 a 7 flores perfumadas e de coloração branca.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R8Klb96E7aI/AAAAAAAABCw/9Xh7gFTBqf8/s1600-h/mancabafruto.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R8Klb96E7aI/AAAAAAAABCw/9Xh7gFTBqf8/s400/mancabafruto.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5170877222067957154" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O fruto do tipo baga é elipsóide ou arredondado, com 2,0 a 6,0 cm, exocarpo&lt;br /&gt;amarelo, com manchas avermelhadas, polpa bastante doce, carnoso-viscosa, ácida,&lt;br /&gt;contendo geralmente 2 a 15 sementes discóides, com 7 a 8 mm de diâmetro, castanho-&lt;br /&gt;claras, delgadas e rugosas. O peso de 100 sementes com 50% de umidade é de&lt;br /&gt;aproximadamente 18 g. A mangabeira é uma planta perenifólia de clima tropical, ocorrendo, sobretudo, em áreas de vegetação aberta, com temperatura média ideal entre 24 e 26°C.&lt;br /&gt;Apresenta maior desenvolvimento vegetativo nas épocas com temperatura mais&lt;br /&gt;elevada e, a pluviosidade ideal pode estar entre 750 e 1.600 mm anuais. Os solos&lt;br /&gt;nos quais se desenvolve são pobres e arenosos, predominantes na região do Cerrado&lt;br /&gt;e Tabuleiros Costeiros. Apresenta, normalmente, na região dos cerrados, floração&lt;br /&gt;durante o período de agosto a novembro, com pico em outubro. A frutificação&lt;br /&gt;pode ocorrer em qualquer época do ano, mas concentra-se principalmente de julho&lt;br /&gt;a outubro ou de janeiro a abril.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;UTILIZAÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O potencial para o aproveitamento da mangabeira é bastante variado, entretanto,&lt;br /&gt;apenas os frutos apresentam um valor comercial significativo.  No Nordeste, é uma das mais requisitadas produtoras de matéria-prima para a&lt;br /&gt;indústria entre as frutas nativas dessa região, devido aos excelentes aroma e sabor&lt;br /&gt;dos seus frutos, sendo utilizada, sobretudo, para a fabricação de sucos e polpas&lt;br /&gt;congeladas. Além dessas formas, o fruto da mangabeira ainda é consumido in&lt;br /&gt;natura e utilizado para a fabricação de doces, compotas, geléias, licores, xaropes,&lt;br /&gt;vinhos e vinagres.&lt;br /&gt;Por apresentar propriedades de agregação e retenção de sabor, a mangaba é&lt;br /&gt;particularmente utilizada na elaboração de sorvetes. Em algumas regiões, outras partes da planta são utilizadas também na medicina popular. A casca, por exemplo, possui propriedades adstringentes e o látex é empregado contra a tuberculose, úlceras, herpes, dermatoses e verrugas. Além disso, o chá da folha é usado para cólica menstrual e, o decocto da raiz, para tratar luxações e hipertensão. A árvore é ainda, melífera e ornamental.&lt;br /&gt;A mangabeira, pela elevada qualidade do seu látex, foi bastante explorada no&lt;br /&gt;período áureo da borracha, no entanto, o excelente desempenho da borracha de&lt;br /&gt;Hevea brasiliensis se impôs sobre todas as demais espécies laticíferas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ASPECTOS NUTRICIONAIS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O fruto da mangabeira é constituído de polpa (77%), casca (11%) e semente&lt;br /&gt;(12%). No entanto, apenas a polpa assume posição de destaque no aspecto&lt;br /&gt;comercial. Apresenta um bom valor nutritivo, com teor protéico (0,7 g/100 g de&lt;br /&gt;polpa) superior ao da maioria das espécies frutíferas. É rica em diversos elementos&lt;br /&gt;e, em sua composição, encontramos as vitaminas A, B1, B2 e C, além de ferro,&lt;br /&gt;fósforo e cálcio. O elevado teor de ferro (28 mg/100g de polpa) no fruto faz com&lt;br /&gt;que a mangaba seja uma das frutas mais ricas neste nutriente, além de ser fonte de&lt;br /&gt;ácido ascórbico. Daí a importância atribuída a ela na cura de algumas doenças e,&lt;br /&gt;em particular, contra a febre.&lt;br /&gt;O valor energético, em cada 100 g de fruta, é de 43 calorias.&lt;br /&gt;Altos conteúdos de sólidos solúveis totais associados à elevada acidez, além&lt;br /&gt;do paladar exótico, conferem à mangaba um sabor muito apreciado pelos&lt;br /&gt;consumidores.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CULTIVO E MANEJO AGRONÔMICO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Propagação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Apesar da enxertia antecipar o início da frutificação e proporcionar a formação&lt;br /&gt;de plantios mais uniformes, em virtude de existirem poucas informações a respeito&lt;br /&gt;deste método para a cultura, a mangabeira tem sido, normalmente, propagada por&lt;br /&gt;sementes. Estas devem ser obtidas de frutos maduros, sadios e colhidos de plantas&lt;br /&gt;precoces, vigorosas, isentas de pragas e doenças, e produtivas. Imediatamente&lt;br /&gt;após retiradas dos frutos, as sementes devem ser lavadas para eliminação total da&lt;br /&gt;polpa e secadas à sombra por 24 horas. Devem ser semeadas até quatro dias após&lt;br /&gt;a lavagem, já que a partir daí, o poder germinativo cai rapidamente. A semeadura pode ser feita em canteiros de terra ou em sacos de polietileno&lt;br /&gt;preto com dimensões de 14 X 16 cm ou 15 X 25 cm, preenchidos com substrato&lt;br /&gt;areno-argiloso, retirado de camadas do solo a partir de 20 cm de profundidade. A&lt;br /&gt;utilização de calcário e o excesso de irrigação ou de matéria orgânica no substrato&lt;br /&gt;prejudica o desenvolvimento das mudas, além de favorecer o ataque de doenças do&lt;br /&gt;sistema radicular. A germinação ocorre a partir do 21º dia após o semeio, estendendo-&lt;br /&gt;se por 30 dias.&lt;br /&gt;O plantio no local definitivo deverá ser feito aos 120 dias após o semeio,&lt;br /&gt;quando as mudas estiverem com cerca de 15 a 20 cm de altura.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Plantio&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O plantio deve ser realizado no início da estação chuvosa, com o espaçamento&lt;br /&gt;variando de 6 X 4 m a 6 X 5 m. Após a marcação e abertura das covas (30 cm X 30&lt;br /&gt;cm X 30 cm) faz-se a adubação. A seguir, realiza-se o plantio, retirando-se o saco&lt;br /&gt;plástico sem danificar o torrão.&lt;br /&gt;Deve-se evitar a utilização de esterco bovino na cova de plantio. Em testes&lt;br /&gt;realizados, verificou-se que em sua presença, as plantas de mangabeira apresentaram&lt;br /&gt;menor altura e menor diâmetro do caule, com elevada taxa de mortandade, variando&lt;br /&gt;de 45% a 66%.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Adubação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sob condições de campo, verifica-se que o melhor desenvolvimento e&lt;br /&gt;produtividade da mangabeira estão na dependência de uma boa oferta de nutrientes.&lt;br /&gt;Adubações químicas com formulações à base de macro e micronutrientes têm&lt;br /&gt;resultado em melhoria do desenvolvimento de plantas jovens.&lt;br /&gt;As adubações com nitrogênio e potássio devem ser parceladas em três doses&lt;br /&gt;e aplicadas durante a estação chuvosa. O fósforo, no primeiro ano, deve ser aplicado&lt;br /&gt;todo na cova de plantio. A partir do segundo ano deve ser aplicado de uma só vez,&lt;br /&gt;juntamente com a primeira dose de nitrogênio e de potássio.&lt;br /&gt;Todos os fertilizantes devem ser colocados na projeção da copa e incorporados&lt;br /&gt;ao solo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tratos Culturais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Como a mangabeira costuma crescer pendida devido à ação do vento e, emitir&lt;br /&gt;grande quantidade de ramos laterais, muitos deles juntos ao solo, é necessário&lt;br /&gt;escorar a planta no lado oposto à incidência destes ventos, e realizar podas regulares, eliminando-se os ramos que crescem até a altura de 30 ou 40 cm do solo, quando a planta alcançar cerca de 80 cm de altura. Além disso, galhos secos e doentes devem ser podados ao longo da vida da planta.&lt;br /&gt;A mangabeira deve ser mantida sempre no limpo. Para isso, nas entrelinhas,&lt;br /&gt;faz-se uso de enxada ou grade. Se for difícil a manutenção desta limpeza, deve-se&lt;br /&gt;efetuar capina em coroamento, com diâmetro um pouco maior que a projeção da&lt;br /&gt;copa sobre o solo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DOENÇAS E PRAGAS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Doenças&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em viveiro, as mudas de mangabeira podem ser acometidas por doenças&lt;br /&gt;fúngicas, as quais ocasionam manchas foliares, apodrecimento de raízes e morte&lt;br /&gt;de plântulas. O controle pode ser feito pelo uso conveniente da irrigação e&lt;br /&gt;pulverização com produtos comerciais à base de hidróxido de cobre e mancozeb.&lt;br /&gt;É preciso, contudo, atentar para o fato de que não há registro de produtos para esta&lt;br /&gt;cultura no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.&lt;br /&gt;Nas plantas adultas, uma doença bastante comum é a antracnose, causada&lt;br /&gt;pelo fungo Colletotrichum gloeosporioides, o qual ataca as flores, provocando&lt;br /&gt;secamento e abortamento dos frutos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pragas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Cochonilhas e lagartas, ocasionalmente atacam, desfolhando totalmente a planta&lt;br /&gt;jovem. O controle pode ser efetuado com o uso de produtos comerciais à base de&lt;br /&gt;piretróides.&lt;br /&gt;O pulgão-verde, da espécie Aphis gossypii, também tem sido encontrado&lt;br /&gt;freqüentemente afetando a mangabeira, sobretudo na fase de viveiro. Este inseto&lt;br /&gt;ataca principalmente a parte terminal da planta, provocando o enrolamento de suas&lt;br /&gt;folhas. O controle químico pode ser realizado com pulverizações quinzenais de&lt;br /&gt;produtos comerciais à base de malation e paration.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R8Koad6E7bI/AAAAAAAABC4/akKtBgTettQ/s1600-h/variasmancabas.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R8Koad6E7bI/AAAAAAAABC4/akKtBgTettQ/s400/variasmancabas.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5170880494833036722" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;COLHEITA E CUIDADOS PÓS-COLHEITA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A mangabeira inicia sua produção entre o terceiro e o quinto ano após o&lt;br /&gt;plantio, quando pode proporcionar produtividades de até 12 toneladas por hectare,&lt;br /&gt;dependendo das condições de clima e solo e do manejo adotado.&lt;br /&gt;A colheita deve ser realizada com o fruto ainda na planta, no momento em que&lt;br /&gt;se verifique a mudança de tonalidade do verde para o amarelo. Nesse estádio, o&lt;br /&gt;fruto apresenta-se ligeiramente flácido. Um bom indicativo para o início desse&lt;br /&gt;processo é a presença dos primeiros frutos caídos no solo.&lt;br /&gt;Os frutos, por exsudarem látex, devem ser colhidos com o auxílio de luvas e&lt;br /&gt;imersos, em seguida, em uma solução contendo detergente. Posteriormente, devem&lt;br /&gt;ser secos à sombra em local arejado e, acondicionados em caixas de madeira ou&lt;br /&gt;plástico revestidas de papel.&lt;br /&gt;Depois de colhida, o ponto de consumo da mangaba é atingido em 2 ou 3 dias&lt;br /&gt;sob temperatura ambiente. Neste momento, percebe-se o amolecimento de sua&lt;br /&gt;polpa e a produção de um aroma característico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-6257022823240071959?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/6257022823240071959/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=6257022823240071959' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/6257022823240071959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/6257022823240071959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2008/02/mancabeira.html' title='Mancabeira'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R8Kkhd6E7ZI/AAAAAAAABCo/ht3rCTkcV3Y/s72-c/arvoremancafruto.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-1356301386532407154</id><published>2008-02-03T12:29:00.000-08:00</published><updated>2008-02-03T12:49:04.622-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Sapoti Família: Sapotaceae'/><title type='text'>Família: Sapotaceae</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R6YlAiRsboI/AAAAAAAABBY/4RfZVD0UUdA/s1600-h/sapoti-3.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R6YlAiRsboI/AAAAAAAABBY/4RfZVD0UUdA/s400/sapoti-3.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5162854713958100610" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sapoti&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O sapotizeiro é originário da América Central sendo encontrada em todas as regiões de clima sub-tropical e Tropical da América, Ásia e Oceqnia. &lt;br /&gt;A cultura desenvolve-se bem em regiões quentes, exigindo precipitações acima de 1.000mm anuais.&lt;br /&gt;Desenvolve-se bem em quase todos os tipos de solos exigindo, contato que sejam bem drenados fornece os elementos minerais ao desenvolvimento da cultura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pertencente a família Sapotaceae. As flores se apresentam isoladas, monóica, na axila das folhas, apresentando 6 estames férteis e 6 estames estéreis, chamados estaminóides. O ovário é viloso e contém de 10 a 12 lóculos. O fruto é preso por um longo pecíolo que pode variar de na forma e tamanho, sendo globoso, ovóide, elipsóide e arredondado. O número de sementes varia entre 2 a 12. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Variedades:&lt;/strong&gt; Na Flórida são citadas as variedades Prolific, Brow Sugar, Modello e Russel. Na Índia existem cerca de 20 variedades. No Brasil existem algumas seleções efetuadas pelo IPA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A propagação&lt;/strong&gt; mais recomendada para obtenção de mudas é através da enxertia por garfagem ou borbulhia. Deve-se evitar a propagação através da semente, já que pode-se originar inúmeras variações de características indesejáveis como: alteração no porte da planta, irregularidades nos frutos etc. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Elemento % Matéria Seca %    &lt;br /&gt;Água 71,62 Sílica 0,85    &lt;br /&gt;Sólidos Totais 28,38 Cálcio 7,35    &lt;br /&gt;Proteína 0,53 Magnésio 5,54    &lt;br /&gt;Matérias Graxas 0,08 Potássio 38,36    &lt;br /&gt;Açúcares Totais 15,54 Sódio 17,92    &lt;br /&gt;Açúcares Redutores 13,62 Fósforo 2,40    &lt;br /&gt;Sacarose 1,82 Ferro 0,37    &lt;br /&gt;Fibra 10,56 Alumínio 0,03    &lt;br /&gt;Cinzas 0,61 Cloretos 2,85    &lt;br /&gt;N.d 1,16 Sulfatos 3,20    &lt;br /&gt;pH 5,80 Fonte: ALMEIDA et al (1966)   &lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R6YmXSRsbpI/AAAAAAAABBg/Mq7CiIbHY5c/s1600-h/sapoti.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R6YmXSRsbpI/AAAAAAAABBg/Mq7CiIbHY5c/s400/sapoti.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5162856204311752338" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PLANTIO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O plantio deve ser efetuado no início das chuvas, quando o solo apresentar umidade suficiente para favorecer os tratos culturais e desenvolvimento das plantas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A irrigção deve ser realizado para permitir o máximo aproveitamento dos nutrientes e atender a demanda evapotranspirativa, vital para o pleno desenvolvimento da cultura. A irrigação localizada via microaspersão se adapta bem a essa cultura. &lt;br /&gt;ADUBAÇÕES&lt;br /&gt;O estudo dos requerimentos nutricionais de uma determinada cultura tem por objetivo o estabelecimento de práticas corretivas, que possibilitem a obtenção dos máximos rendimentos teoricamente possíveis. A diagnose dos requerimentos nutricionais utilizando-se inicialmente a análise química do solo visando correção do pH e fornecimento dos nutrientes essenciais na fundação e manutenção. A partir daí utiliza-se a experimentação como forte de estabelecer fórmulas aproximadas para a correção da fertilidade, em função dos requerimentos do material genético (variedades, clones e híbridos ) cultivados. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONTROLE DE PRAGAS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Esta cultura é pouco atacada por inseto, visto sua rusticidade e resistência. As principais Pragas que a atacam são: &lt;br /&gt;Broca do Caule e dos Ramos - Recomenda-se eliminar os ramos afetados e limpar as galerias deixadas pelas larvas, através de injeção com inseticida e fechamento do orifício com cera ou barro. &lt;br /&gt;Mosca das Frutas - Recomenda-se eliminar os frutos atacaddos e realizar pulverizações com iscas envenenadas, contendo uma mistura de Dipterex 500 (240 ml/100 litros d'água)+ 5 kg de açúcar mascavo, procurando atingir uma área de 3 m2 da copa de cada planta. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;COLHEITA E COMERCIALIZAÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Plantios oriundos de mudas enxertadas iniciam-se produção no 4o ano, produzindo em torno de 1.000 a 3.000 frutos/ano. Os frutos maduros podem ser armazenados a temperaturas de 2 a 3oC, com umidade relativa de 85 a 90%, são conservados por 6 semanas. Em temperaturas de 3 a 5 °C, os frutos em estágio final de maturação "de vez" , conservam-se por 8 semanas. &lt;br /&gt;O fruto do sapoti é consumido ao natural ou em forma de geléias, sorvetes, refrescos e xaropes. O látex produzido pela planta é extraído do tronco e ramos da planta para ser utilizado na fabricação de goma de mascar. O fruto é rico em açucar e não possui ácido, porém quando verde, apresenta tanino adstrigente, que desaparece naturalmente quando completamente maduro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-1356301386532407154?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/1356301386532407154/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=1356301386532407154' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/1356301386532407154'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/1356301386532407154'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2008/02/famlia-sapotaceae.html' title='Família: Sapotaceae'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R6YlAiRsboI/AAAAAAAABBY/4RfZVD0UUdA/s72-c/sapoti-3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-7178594121504870907</id><published>2007-12-26T08:44:00.001-08:00</published><updated>2007-12-28T02:55:44.784-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MANIFESTO AMAZÔNIA PARA SEMPRE'/><title type='text'>Amazônia para Sempre  ASSINE</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3K5hQ3rSZI/AAAAAAAAAws/TFg4wnJbPlI/s1600-h/01.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3K5hQ3rSZI/AAAAAAAAAws/TFg4wnJbPlI/s400/01.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148381305153210770" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3K49Q3rSYI/AAAAAAAAAwk/3HZgAGtFkj4/s1600-h/02.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3K49Q3rSYI/AAAAAAAAAwk/3HZgAGtFkj4/s400/02.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148380686677920130" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="www.amazoniaparasempre.com.br/"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3KG4A3rSXI/AAAAAAAAAwc/RAc2GWisgIo/s400/APS_banner1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148325620902218098" /&gt;&lt;a href="www.amazoniaparasempre.com.br"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;  &lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.amazoniaparasempre.com.br/"&gt;  Assine agora o abaixo assinado que será entregue ao presidente Lula. ASSINE JÁ DÊ SEU GRITO EM FAVOR DA AMAZÔNIA!!!&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Amazônia para sempre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O manifesto intitulado Amazônia Para Sempre, de autoria de Cristiane Torloni &lt;/strong&gt;e Victor Fasano, com texto de Juca de Oliveira, serve impulso para ecoar no Congresso Nacional a necessidade de melhor debater os rumos desta imensa riqueza natural.&lt;br /&gt;A Frente Parlamentar já conta no seu lançamento com dezenas de adesões, de representantes dos mais diversos Estados. Os integrantes da Frente agirão em todas as esferas da Câmara e do Senado, fazendo com que os debates sobre o tema sejam sempre constantes.&lt;br /&gt;A Frente pretende subsidiar todas as Prefeituras e Câmaras Legislativas, Governos Estaduais e Assembléias, Presidência da República e Ministérios de políticas públicas que possam dar melhor garantia à preservação e desenvolvimento equilibrado da Amazônia.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CARTA ABERTA DE ARTISTAS BRASILEIROS SOBRE A DEVASTAÇÃO DA AMAZÔNIA &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Acabamos de comemorar o menor desmatamento da Floresta Amazônica dos últimos três anos: 17 mil quilômetros quadrados. É quase a metade da Holanda. Da área total já desmatamos 16%, o equivalente a duas vezes a Alemanha e três Estados de São Paulo. Não há motivo para comemorações. A Amazônia não é o pulmão do mundo, mas presta serviços ambientais importantíssimos ao Brasil e ao Planeta.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3LB9w3rSbI/AAAAAAAAAw8/xdWsYDS_BTA/s1600-h/05.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3LB9w3rSbI/AAAAAAAAAw8/xdWsYDS_BTA/s400/05.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148390590872504754" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Essa vastidão verde que se estende por mais de cinco milhões de quilômetros quadrados é um lençol térmico engendrado pela natureza para que os raios solares não atinjam o solo, propiciando a vida da mais exuberante floresta da terra e auxiliando na regulação da temperatura do Planeta.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3LRBw3rShI/AAAAAAAAAxs/R2xmyImgd3w/s1600-h/amaznona1ok.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3LRBw3rShI/AAAAAAAAAxs/R2xmyImgd3w/s400/amaznona1ok.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148407152266398226" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Depois de tombada na sua pujança, estuprada por madeireiros sem escrúpulos,&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3TUCg3rSqI/AAAAAAAAAy0/NQfVSPis85M/s1600-h/Atividade_de_corte_de_madeira_na_Amazonia.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3TUCg3rSqI/AAAAAAAAAy0/NQfVSPis85M/s400/Atividade_de_corte_de_madeira_na_Amazonia.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148973413639604898" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;ateiam fogo às suas vestes de esmeralda abrindo passagem aos forasteiros que a &lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3TR9A3rSoI/AAAAAAAAAyk/-TJ7uooN6gg/s1600-h/florestasaraquemalcantara.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3TR9A3rSoI/AAAAAAAAAyk/-TJ7uooN6gg/s400/florestasaraquemalcantara.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148971120127068802" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;humilham ao semear capim e soja nas cinzas de castanheiras centenárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3LCVw3rScI/AAAAAAAAAxE/ryslRZVu2RM/s1600-h/devastacaomognocaiapos.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3LCVw3rScI/AAAAAAAAAxE/ryslRZVu2RM/s400/devastacaomognocaiapos.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148391003189365186" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Apesar do extraordinário esforço de implantarmos unidades de conservação como alternativas de desenvolvimento sustentável, a devastação continua. Mesmo depois do sangue de Chico Mendes ter selado o pacto de harmonia homem/natureza, entre seringueiros e indígenas, mesmo depois da aliança dos povos da floresta “pelo direito de manter nossas florestas em pé, porque delas dependemos para viver”, mesmo depois de inúmeras sagas cheias de heroísmo, morte e paixão pela Amazônia, a devastação continua.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Como no passado, enxergamos a Floresta como um obstáculo ao progresso,&lt;/strong&gt; como área a ser vencida e conquistada. Um imenso estoque de terras a se tornarem pastos pouco produtivos, campos de soja e espécies vegetais para combustíveis alternativos ou então uma fonte inesgotável de madeira, peixe, ouro, minerais e energia elétrica. Continuamos um povo irresponsável. O desmatamento e o incêndio são o símbolo da nossa incapacidade de compreender a delicadeza e a instabilidade do ecossistema amazônico e como tratá-lo.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3PeXQ3rSnI/AAAAAAAAAyc/PksrdXLt90g/s1600-h/amazook.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3PeXQ3rSnI/AAAAAAAAAyc/PksrdXLt90g/s400/amazook.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148703290261457522" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um país que tem 165.000 km2 de área desflorestada, abandonada ou semi-abandonada, &lt;/strong&gt;pode dobrar a sua produção de grãos sem a necessidade de derrubar uma única árvore. É urgente que nos tornemos responsáveis pelo gerenciamento do que resta dos nossos valiosos recursos naturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Portanto, a nosso ver, como único procedimento cabível para desacelerar os efeitos quase irreversíveis da devastação, segundo o que determina o § 4º, do Artigo 225 da Constituição Federal, onde se lê:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"A Floresta Amazônica é patrimônio nacional, &lt;/strong&gt;e sua utilização far-se-á, na forma da lei, dentro de condições que assegurem a preservação do meio ambiente, inclusive quanto ao uso dos recursos naturais"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Assim, deve-se implementar em níveis Federal, Estadual e Municipal A INTERRUPÇÃO IMEDIATA DO DESMATAMENTO DA FLORESTA AMAZÔNICA. JÁ!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3K52A3rSaI/AAAAAAAAAw0/ky-aioS3UUg/s1600-h/SERRAR1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3K52A3rSaI/AAAAAAAAAw0/ky-aioS3UUg/s400/SERRAR1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148381661635496354" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.amazoniaparasempre.com.br"&gt;&lt;img border="0" alt="Image Hosted by ImageShack.us" src="http://img100.imageshack.us/img100/8987/logomjf4.jpg"/&gt;ASSINE DÊ O SEU GRITO PELA AMAZÔNIA&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3LRjQ3rSiI/AAAAAAAAAx0/VC95hhJBO-I/s1600-h/amazonafores.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3LRjQ3rSiI/AAAAAAAAAx0/VC95hhJBO-I/s400/amazonafores.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5148407727792015906" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;É hora de enxergarmos nossas árvores como monumentos de nossa cultura e história.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;SOMOS UM POVO DA FLORESTA!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.amazoniaparasempre.com.br/"&gt;CLIQUE AQUI PARA ASSINAR&lt;br /&gt; &lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-7178594121504870907?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/7178594121504870907/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=7178594121504870907' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/7178594121504870907'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/7178594121504870907'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/12/amaznia-para-sempre.html' title='Amazônia para Sempre  ASSINE'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R3K5hQ3rSZI/AAAAAAAAAws/TFg4wnJbPlI/s72-c/01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-4128024071939511177</id><published>2007-12-13T09:21:00.000-08:00</published><updated>2007-12-13T09:31:31.964-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O rambutão é uma fruta de origem asiática'/><title type='text'>O rambutão é uma fruta de origem asiática</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R2FqtKPAK3I/AAAAAAAAApU/X0IyF_kHdYo/s1600-h/rambustao4.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R2FqtKPAK3I/AAAAAAAAApU/X0IyF_kHdYo/s400/rambustao4.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5143509573507754866" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O rambutão é uma fruta de origem asiática&lt;/strong&gt; cultivada comercialmente nos estados da Bahia e Pará. Na Bahia existem plantios comerciais nos municípios de Una, Ilhéus, Camamu e Ituberá. É uma árvore tropical que atinge 12m de altura, muito ornamental por sua beleza de folhagem, floração e frutificação. Produz um fruto ovóide medindo em média 5 a 6cm de comprimento e 2 a 4cm de largura. A casca apresenta coloração variando de vermelho a amarelo, sendo coberto com espículas lembrando o fruto da mamona. A floração ocorre nas extremidades dos galhos, produzindo cachos com 12 frutos em média. A polpa branca e doce é consumida na forma inatura e o seu sabor lembra a lichia e a uva. A região Sul da Bahia apresenta boas condições de clima e de solos para o seu cultivo de forma econômica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clima e Solo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rambutão adapta-se bem ao clima quente e úmido com precipitações pluviométricas acima de 1.500 mm bem distribuídas durante a maioria dos meses do ano. Os solos mais adequados são os areno-argilosos, profundos, bem drenados, ricos em matéria orgânica e com pH entre 5,5 a 6,0.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cultivares&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A espécie apresenta grande variabilidade genética o que resulta numa grande variação na coloração dos frutos, tamanho e peso do fruto, número e tipo de flor, tamanho e forma da semente. Vários clones se encontram disponíveis no Brasil, entretanto há a necessidade de testar esses materiais nas diversas regiões de cultivo do rambutão, em função dos efeitos inevitáveis do ambiente. Os clones recomendados para plantios comerciais são R134, R156, R162, R167, R170, R191 e R193. As fotos abaixo revelam a grande variação na cor e tamanho dos frutos.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R2FrGKPAK4I/AAAAAAAAApc/rnkmLhWLHKs/s1600-h/rambuta2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R2FrGKPAK4I/AAAAAAAAApc/rnkmLhWLHKs/s400/rambuta2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5143510003004484482" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Propagação e Plantio&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em virtude da grande variabilidade genética apresentada pela espécie, não se recomenda a sua propagação através de semente. Tecnicamente é propagado de forma vegetativa através de enxertia, sendo o método de garfagem o mais utilizado. O espaçamento de 8 a 10m entre plantas e as covas devem ter as dimensões de 0.60 x 0.60 x 0.60m em todas as direções. Após a abertura das covas, utilizar matéria orgânica com fertilizante à base de fósforo antes do plantio. O rambutanzeiro não necessita de sombreamento inicial, portanto recomenda-se o consórcio com culturas de ciclo curto ou fruteiras perenes a fim de agregar valor econômico ao cultivo.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R2FrhKPAK5I/AAAAAAAAApk/ZCgoJTEG35k/s1600-h/rambustao1.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R2FrhKPAK5I/AAAAAAAAApk/ZCgoJTEG35k/s400/rambustao1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5143510466860952466" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tratos Culturais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A poda é imprescindível na obtenção de plantas baixas e copa compacta a fim de facilitar a colheita. A adubação deverá ser realizada mediante a análise do solo. Na região Sul da Bahia ainda não há registro da presença de pragas e doenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Colheita e Rendimento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R2FsRaPAK6I/AAAAAAAAAps/sR01W945ZC4/s1600-h/rambuta3.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R2FsRaPAK6I/AAAAAAAAAps/sR01W945ZC4/s400/rambuta3.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5143511295789640610" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Na região Sul da Bahia o período de floração tem duas épocas distintas: março a maio e agosto a outubro, razão pela qual a colheita ocorrer duas vezes, março a maio e agosto a outubro. As plantas propagadas de forma vegetativa entram em produção com três anos de plantio. Os frutos amadurecem com três a quatro meses após a floração. Normalmente da floração até a colheita dura em média de 15 a 18 semanas e a principal produção se concentra nos meses de julho a novembro. Uma variação de 4 a 6 semanas pode ocorrer nos períodos de colheita em virtude da localização do plantio e de circunstâncias climáticas. As frutas são colhidas quando a maioria apresenta o vermelho ou o amarelo. No primeiro ano de plantio o rendimento é em média de 1.200 kg, alcançando 15 toneladas com 10 anos de plantio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A produtividade média dos plantios com mais de 10 anos de idade e tecnicamente bem conduzidos é em média de 15 toneladas por hectare.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:&lt;br /&gt;José Basílio Vieira Leite - Engenheiro Agrônomo MSc Fitotecnia&lt;br /&gt;Gilberto de Andrade Fraife Filho - Eng. Agrônomo MSc Fitotecnia&lt;br /&gt;Perivaldo Mariano Santos - Engenheiro Agrônomo  MSc Fitotecnia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-4128024071939511177?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/4128024071939511177/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=4128024071939511177' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/4128024071939511177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/4128024071939511177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/12/o-rambuto-uma-fruta-de-origem-asitica.html' title='O rambutão é uma fruta de origem asiática'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R2FqtKPAK3I/AAAAAAAAApU/X0IyF_kHdYo/s72-c/rambustao4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-7546918084512699732</id><published>2007-12-11T05:42:00.000-08:00</published><updated>2007-12-11T06:07:08.261-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Abiu Lucuma caimito'/><title type='text'>Abiu Lucuma caimito</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R16UQaPAKzI/AAAAAAAAAo0/GapV1MDslH0/s1600-h/abiuzeiro.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R16UQaPAKzI/AAAAAAAAAo0/GapV1MDslH0/s400/abiuzeiro.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5142710834144750386" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Informações sobre a cultura  Abiu&lt;br /&gt;Lucuma caimito (Ruiz &amp; Pav.) Roem &amp; Schult.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome popular: abieiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Família botânica: Sapotaceae &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Origem: Brasil - Região Amazônica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Características da planta: Árvore de até 10 m de altura, tronco de casca áspera, copa densa e esgalhada. Folhas lisas e brilhantes. Flores de coloração amarelo-avermelhada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fruto: De forma ovóide ou esférica, coloração amarela, casca lisa, apresentando látex leitoso que coagula em contato com ar. A polpa é translúcida, branca ou amarelada, mucilaginosa e doce. Encerra em seu interior de 1 a 4 sementes lisas e pretas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cultivo: Cresce espontaneamente na Amazônia, adaptando -se para cultivo nas regiões litorâneas do Oiapoque (AP) até Santos. Cultivada em quase todo o país, prefere solos profundos e humosos. Multiplica-se por sementes, produzindo 200 frutos por árvore, podendo atingir até 1.000 frutos. &lt;br /&gt;         O abieiro é uma planta tropical, originária da região amazônica próxima às encostas andinas do Peru e do oeste da parte amazônica brasileira. A árvore e seu fruto, o abiu, são facilmente encontrados na forma silvestre por toda a Amazônia: alguns exemplares do abieiro fazem até parte da arborização urbana da região enfeitando praças de Manaus, sendo também encontrados nas cercanias de Belém. &lt;br /&gt;         Apesar de ser mais conhecido na Amazônia, o abieiro cresce e frutifica em quase todo o Brasil litorâneo, por onde se espalhou sem pedir licença. &lt;br /&gt;         A forma da fruta difere bastante de uma variedade para outra, podendo ocorrer frutos inteiramente redondos, ovais e mesmo alongados, todos eles do tamanho aproximado de um ovo grande de galinha ou de pata. Sua superfície é lisa e contém uma polpa gelatinosa, branca ou amarelada, às vezes adocicada, às vezes sem sabor e, às vezes, para o prazer de muitos, dulcíssima. &lt;br /&gt;         A fruta é aproveitada quase sempre in natura podendo, porem, ser conservada até uma semana, quando refrigerada, ou então, processada como geléia. &lt;br /&gt;        &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R16ZLKPAK2I/AAAAAAAAApM/ho6Oav8k4-E/s1600-h/abiuuei.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R16ZLKPAK2I/AAAAAAAAApM/ho6Oav8k4-E/s400/abiuuei.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5142716241508576098" /&gt;&lt;/a&gt; Como fruta fresca, deve ser consumida exclusivamente quando estiver bem madura e amarela, pois, do contrário, sua casca libera um leite branco e viscoso que adere aos lábios, provocando uma sensação bastante desagradável. Por outro lado, esse mesmo látex e um outro - que sai da casca da árvore -são utilizados na produção de cola e de remédios caseiros. &lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R16VpqPAK0I/AAAAAAAAAo8/5NZ6c_1FYEk/s1600-h/pou_cai_kloves.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R16VpqPAK0I/AAAAAAAAAo8/5NZ6c_1FYEk/s400/pou_cai_kloves.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5142712367448075074" /&gt;&lt;/a&gt;    &lt;strong&gt;  O cultivo do abieiro é aparentemente simples&lt;/strong&gt;, exigindo pouca fertilidade da terra e poucos cuidados, exceto quando a planta ainda é nova. &lt;br /&gt;         Com 3 anos de idade inicia a frutificação, que se avoluma bastante a partir do quinto ano. Sendo o abiu fruto generoso, de árvore bonita e de abundante frutificação, basta um único abieiro num quintal caseiro para suprir toda uma família, seus agregados e vizinhos, da delicadeza dos sabores da fruta. &lt;br /&gt;         Apesar de todas as suas excelências e qualidades, o abieiro permanece, no Brasil, como árvore frutífera de quintal e de pomares não-comerciais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-7546918084512699732?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/7546918084512699732/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=7546918084512699732' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/7546918084512699732'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/7546918084512699732'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/12/abiu-lucuma-caimito.html' title='Abiu Lucuma caimito'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R16UQaPAKzI/AAAAAAAAAo0/GapV1MDslH0/s72-c/abiuzeiro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-2022126239326019931</id><published>2007-12-11T04:51:00.000-08:00</published><updated>2007-12-11T04:55:57.330-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A alcachofra (Cynara scolymus L.)'/><title type='text'>A alcachofra (Cynara scolymus L.)</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R16ImqPAKyI/AAAAAAAAAos/wYreiRQ146U/s1600-h/alcachofrae.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R16ImqPAKyI/AAAAAAAAAos/wYreiRQ146U/s400/alcachofrae.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5142698022257306402" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A alcachofra (Cynara scolymus L.) é uma planta herbácea que atinge até 1,50m de altura. Suas folhas são grandes, podendo chegar a mais de 1m de comprimento. As variedades existentes são a alcachofra comum, a alcachofra hortícola e a alcachofra cultivada. É um vegetal originário da região mediterrânea que costuma ser cultivada como alimento, planta medicinal ou ainda, como planta ornamental. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Características medicinais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Além de ser muito apreciada como alimento, a alcachofra apresenta características terapêuticas pois atua na regularização das funções do fígado. Por conter uma quantidade bastante expressiva de ferro em sua composição, principalmente em suas folhas, a alcachofra é muito útil para pessoas com problemas de anemia. Atua, também, no combate a cálculos biliares, além de ser um ótimo diurético. Todas as principais aplicações medicinais desta planta tem como matéria prima as folhas da alcachofra utilizadas, principalmente, em chás e sopas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Cultivo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma planta que, devido à sua região originária, se adapta melhor aos climas temperados-quentes. Em locais com temperaturas médias muito elevadas, é comum o desenvolvimento de pragas e doenças. Apesar disso, precisa de muito sol. As regiões mais adequadas ao cultivo da alcachofra devem apresentar uma alta umidade relativa do ar. Adapta-se melhor em solos argilo-silicosos, profundos e drenados, com pH próximo de 6,5, ou seja, neutro. Outro cuidado importante que devemos tomar no cultivo da alcachofra é de fazer a plantação em locais abrigados ou protegidos contra os ventos fortes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A propagação é feita por sementes ou através de mudas,&lt;/strong&gt; que nascem na base da própria planta. Para o plantio comercial ou mesmo caseiro, as mudas devem ser cultivadas, primeiramente, em um viveiro e, depois, transplantadas para o local definitivo. O tempo de germinação das sementes é de 15 dias, em condições apropriadas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por não se adaptar em regiões com temperaturas muito altas, a cultura da alcachofra não é recomendada na região Nordeste do Brasil. O plantio deve ser feito durante o período de outono e inverno, do final de março até final de agosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pragas mais comuns a atacarem a alcachofra são os pulgões cinzentos e a cochonilha vermelha. Há, ainda, a ocorrência ocasional de uma doença causada por um fungo, que deixa manchas acinzentadas nas folhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os tratos culturais&lt;/strong&gt; necessários para a obtenção de bons resultados no cultivo da alcachofra são simples: capinas, irrigação (a alcachofra necessita de grande quantidade de água, devido ao número e tamanho de suas folhas), controle das pragas (principalmente os pulgões) e desbastes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os resultados obtidos com uma plantação de alcachofra, bem cuidada, são uma colheita de cerca de 3,5ton de folhas frescas, por hectare. Para uso medicinal, também se aproveita as raízes dessa planta. A colheita é feita à medida que as folhas vão alcançando seu tamanho máximo, portanto, não se deve colher tudo de uma só vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Redação RuralNews&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-2022126239326019931?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/2022126239326019931/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=2022126239326019931' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/2022126239326019931'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/2022126239326019931'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/12/alcachofra-cynara-scolymus-l.html' title='A alcachofra (Cynara scolymus L.)'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R16ImqPAKyI/AAAAAAAAAos/wYreiRQ146U/s72-c/alcachofrae.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-1352033310090038056</id><published>2007-12-07T02:48:00.001-08:00</published><updated>2007-12-07T03:07:04.212-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cultivo da Pitaya'/><title type='text'>Cultivo da Pitaya</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R1klYKPAKtI/AAAAAAAAAoE/mDTXgkv8bBQ/s1600-h/fotos_small_5.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R1klYKPAKtI/AAAAAAAAAoE/mDTXgkv8bBQ/s400/fotos_small_5.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5141181546614500050" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R1klNqPAKsI/AAAAAAAAAn8/X3CkB8Tp5U4/s1600-h/pitaya1.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R1klNqPAKsI/AAAAAAAAAn8/X3CkB8Tp5U4/s400/pitaya1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5141181366225873602" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Origem:&lt;/strong&gt; As espécies são nativas do continente americano sendo que as espécies mais comerciais se concentram na América Central e México. Temos uma espécie de excelente qualidade aqui na América do Sul porém de frutos menores, a Selenicereus setaceus, conhecida também como Saborosa ou Pitainha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Clima: &lt;/strong&gt;Pode ser cultivada em diversas altitudes, desde o nível do mar até acima de 1000 metros, preferindo temperatura média entre 18 a 35 graus centígrados. Chuvas de 1200 a 1500 mm ao ano são ideais para o desenvolvimento da cultura, porém também se desenvolve em climas mais secos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Solos:&lt;/strong&gt; Os solos que oferecem melhores condições para o desenvolvimento do cultivo são os de pH entre 5.5 e 6.5 e não compactados . Devem ser ricos em matéria orgânica, bem drenados e de tex tura bem solta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Espaçamento:&lt;/strong&gt; O tutoramento com mourões é fundamental. Pode ser feito com mourões de madeira tratada, postes de concreto e até caules de frutíferas ( ex. tangerineiras, laranjeiras, etc.) que após podados podem ser usados para tutoramento. Um espaçamento sugerido usando os tutores seria 3 metros entre as plantas e 4 metros entre as ruas, podendo ser plantada 1 ou 2 mudas por tutor. Lembramos também que em plantios domésticos a Pitaya pode ser plantada em caules de árvores preferencialmente de porte baixo para não dificultar a colheita. Alguns produtores fixam quadros de madeira no ápice dos mourões para um melhor tutoramento o que onera um pouco mais o trabalho porém com resultados melhores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Plantio:&lt;/strong&gt; Plantar em covas de 40cm de diâmetro por 40cm de Profundidade juntando uns 10 litros de esterco de curral (ou 2 kg de húmus de minhoca) mais 300g de farinha de ossos (ou super-fosfato simples). Misturar bem os adubos à terra da cova antes do plantio. O sombreamento das mudas novas é aconselhável quando as plantas estiverem estocadas em viveiros sombreados. Este sombreamento pode ser feito de maneira simples com folhas de palmeiras fincadas verticalmente ao lado da muda .&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R1kn56PAKuI/AAAAAAAAAoM/1XVBaLZUHBo/s1600-h/dragonfruitp1.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R1kn56PAKuI/AAAAAAAAAoM/1XVBaLZUHBo/s400/dragonfruitp1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5141184325458340578" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Produção:&lt;/strong&gt; Em literaturas internacionais são citadas produções de 14 toneladas por hectare para a Pitaya Amarela (Selenicereus megalanthus ) e para a Pitaya Vermelha de Polpa Branca ( Hylocereus undatus ) 30 toneladas por ha, isto anualmente. No Vietnam os plantadores conseguem até 40 ton por ha, provávelmente isto se deve ao sistema de condução da planta , pois podas aumentam a brotação de galhos na planta e consequentemente haverá mais flores e frutos. A irrigação nos períodos mais sêcos, desde que sem encharcamentos, também acelera o desenvolvi mento da planta. Vale lembrar que plantas que estiverem em situação de estresse hídrico prolongado não devem ser irrigadas abundantemente pois correm o risco de apodrecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Obs. Evitar pulverizações com defensivos químicos&lt;/strong&gt; pois os mesmos podem interferir no sabor dos frutos. Para fungos usar preferencialmente calda bordaleza.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R1kpBKPAKvI/AAAAAAAAAoU/7NIfiBQ4kAs/s1600-h/pitaya2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R1kpBKPAKvI/AAAAAAAAAoU/7NIfiBQ4kAs/s400/pitaya2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5141185549524019954" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A pitaya é uma fruta pertencente à família das cactáceas&lt;/strong&gt; e é conhecida mundialmente como "Dragon Fruit", Fruta-do-Dragão, sua polpa é rica em fibras com excelentes qualidades digestivas e de baixo teor calórico. &lt;br /&gt;É fruta de aparência muito bonita e diferente, além de produzir flores noturnas de rara beleza com grande potencial ornamental. De acordo com a espécie seus frutos podem ser de cor amarelo-vivo ou vermelho externamente, de polpa branca translúcida com minúsculas sementes como o Kiwi e de sabor suave e muito agradável. Em algumas espécies a polpa é de coloração vermelha com tonalidade mais forte que a casca e são atualmente as mais procuradas para plantios comerciais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Adubação Mensal&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;100g - 200g por pé de um dos adubos abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mamona;Farinha de osso;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Farelo de arroz;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esterco de boi;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esterco de galinha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Variedade/ProdutividadePitaya Vermelha de Polpa Vermelha&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produção após plantio: 9 - 10 meses.&lt;br /&gt;50 - 60 frutas ao ano por pé.&lt;br /&gt;20 floradas ao ano, em média.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pitaya Amarela&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produção após plantio: 1,5 - 2 anos.&lt;br /&gt;10 - 15 Kg de fruta ao ano por pé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pitaya Branca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produção após plantio: 9 ? 10 meses.&lt;br /&gt;1/3 de fruta em relação a pitaya&lt;br /&gt;vermelha.&lt;br /&gt;5 - 7 floradas ao ano, em média. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pitaya Rosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produção após plantio: 9 ? 10 meses.&lt;br /&gt;1/3 de fruta em relação a pitaya vermelha.&lt;br /&gt;5 - 7 floradas ao ano, em média.&lt;br /&gt;Na florada somente a pitaya rosa necessita de polinização artificial para frutificação. Faz-se isto passando um pequeno pincel nas flores  (pólen) entre plantas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Capina: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não deve-se fazer capina, somente podar em volta das plantas pois as raízes são muito sensíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irrigação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irrigar duas vezes ao dia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-1352033310090038056?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/1352033310090038056/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=1352033310090038056' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/1352033310090038056'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/1352033310090038056'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/12/origem-as-espcies-so-nativas-do.html' title='Cultivo da Pitaya'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R1klYKPAKtI/AAAAAAAAAoE/mDTXgkv8bBQ/s72-c/fotos_small_5.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-2450793022538712518</id><published>2007-11-19T05:30:00.000-08:00</published><updated>2007-11-19T05:38:22.705-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Propagação por Garfagem'/><title type='text'>Propagação por Garfagem</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R0GQhKhrYYI/AAAAAAAAAgM/tt1SKYkpuT4/s1600-h/1032.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R0GQhKhrYYI/AAAAAAAAAgM/tt1SKYkpuT4/s400/1032.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5134543949614768514" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Garfagem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A garfagem é um processo no qual se usa um pedaço apical de um ramo&lt;/strong&gt;, com 5 a 10 cm de comprimento, com várias gemas, chamado garfo. O garfo é obtido de ramos coletados da planta que se quer propagar (matriz) e que irá originar a copa. O garfo deve estar com gemas bem salientes, para que possam brotar depois da enxertia. Há os tipos de garfagem no topo e lateral. A primeira pode ser em fenda (cheia, meia ou esvaziada) e em inglês (simples ou complicado). Existem outros métodos de garfagem, mais difíceis de executar.&lt;br /&gt;O forçamento da brotação em ramos da planta-matriz, para se retirar os garfos, é importante no processo de garfagem de algumas frutíferas. Ele é feito, eliminando-se folhas, despontando ou anelando os ramos que vão ser cortados para se retirar os garfos, de 15 a 20 dias antes da enxertia, ainda na planta. Há o forçamento na brotação das gemas, o que facilita o pegamento após a enxertia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O cavalo para a garfagem pode ser o mesmo daquele indicado para a borbulhia&lt;/strong&gt;, ou mais grosso. A garfagem mais comum é feita no topo, cortando-se a parte apical do cavalo na horizontal, e nesta fazendo-se um outro corte perpendicular ao primeiro, com cerca de 3 a 4 cm (fenda cheia). Nesta fenda, coloca-se o garfo, o qual foi previamente preparado com dois cortes, formando na sua parte basal uma cunha (Figura). É necessário que esta cunha seja bem adaptada ao corte feito no cavalo, para que se processe a união, após o amarrio com fitilho plástico. Algumas espécies requerem que seja feita uma câmara úmida para melhor pegamento, o que se consegue com o amarrio de um saquinho plástico, cobrindo o garfo. Na fenda esvaziada, o corte no cavalo também é em cunha.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R0GQ8KhrYZI/AAAAAAAAAgU/gwJOc5QtrBM/s1600-h/1033.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R0GQ8KhrYZI/AAAAAAAAAgU/gwJOc5QtrBM/s400/1033.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5134544413471236498" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O diâmetro do garfo deve ser de preferência igual ao do cavalo, para boa justaposição das partes cortadas. Pode-se também fazer um corte simples no cavalo e no garfo, no sentido inclinado e de igual tamanho, após o qual, o garfo e o cavalo são justapostos e amarram-se as partes cortadas, visando a sua união (tipo inglês simples). A garfagem pode ser feita a diferentes alturas no cavalo, desde abaixo do nível do solo, até 1 m de altura. A garfagem pode ser feita também lateralmente no cavalo, fazendo-se um corte na altura de 10 a 30 cm do chão, no qual o garfo cortado é introduzido (Figura ). &lt;br /&gt;Data Edição: 11/02/03    &lt;br /&gt;Fonte: Toda Fruta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-2450793022538712518?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/2450793022538712518/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=2450793022538712518' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/2450793022538712518'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/2450793022538712518'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/11/propagao-por-garfagem.html' title='Propagação por Garfagem'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R0GQhKhrYYI/AAAAAAAAAgM/tt1SKYkpuT4/s72-c/1032.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-6570032912509632225</id><published>2007-11-19T05:11:00.000-08:00</published><updated>2007-11-19T05:55:42.771-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Propagação de mudas de frutas por Mergulhia e  Alporquia'/><title type='text'>Propagação Mudas de Fruteiras por Mergulhia, alporquia</title><content type='html'>&lt;strong&gt;A mergulhia&lt;/strong&gt; consiste no enraizamento de uma parte da planta a ser propagada, na própria planta e depois o destacamento da mesma para obtenção da muda. Há muitas variações, dependendo do tipo de ramo, da porção do ramo enterrada no solo ou do seu comprimento, obtendo-se, assim, uma ou mais mudas. A base do processo é o enterrio de uma porção de um ramo, curvado da planta que se quer propagar, para que enraíze e, depois do enraizamento, destaca-se de uma vez ou gradativamente a muda, plantando-a em um recipiente. O ramo que vai ser enterrado deve ser desfolhado ou anelado e, depois, preso ao solo por uma estaca de madeira, bambu ou pedaço de arame grosso. A jabuticabeira, o abieiro, camu-camu e outras frutíferas podem ser propagados por mergulhia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alporquia&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R0GNC6hrYVI/AAAAAAAAAf0/sVjcxXIN6I0/s1600-h/alporque.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R0GNC6hrYVI/AAAAAAAAAf0/sVjcxXIN6I0/s400/alporque.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5134540131388842322" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A alporquia&lt;/strong&gt; é um método usado para propagar plantas difíceis de enxertar. É uma variação da mergulhia. Neste método, escolhe-se, em uma planta adulta, alguns ramos de 1 a 3 cm de diâmetro, faz-se neles um anelamento (retirada da casca) de 3 a 5 cm e, depois, cobre-se a parte anelada com esfagno ou uma mistura de esterco e serragem úmida, cobrindo com saco plástico, bem amarrado, forçando assim o enraizamento no local cortado. Pode-se fazer um anel também abaixo do local que vai enraizar, para forçar a brotação das gemas. Vai-se cortando mais, conforme o enraizamento, até se destacar o ramo bem enraizado, tendo-se então a muda. Esta necessita de um estufim, ou câmara de nebulização com alta umidade para ser colocada, após a sua retirada da planta para um período de adaptação e pegamento. Varias frutíferas têm sido assim propagadas (Figura ), embora seja um método caro e de pouco rendimento. &lt;br /&gt;Enxertia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A enxertia é a união dos tecidos de duas plantas, geralmente da mesma espécie, passando a formar uma planta com duas partes: o enxerto (copa) e o porta-enxerto (cavalo). A copa, cavaleiro ou enxerto é a parte de cima, que vai produzir os frutos da variedade desejada e o cavalo ou porta-enxerto é o sistema radicular, o qual tem como funções básicas o suporte da planta, fornecimento de água e nutrientes e a adaptação às condições de solo, clima e doenças&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A enxertia pode ser feita por vários métodos, sendo os mais comuns a encostia, a borbulhia, a garfagem com suas variações, conforme a planta, pois cada espécie se adapta a um tipo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encostia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A encostia é um tipo de enxertia no qual se leva o cavalo em um recipiente, até a planta que se quer propagar (copa) (Figura ). &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Corta-se uma porção de um ramo de cada planta, de mesma dimensão e encostam-se as partes cortadas, amarrando-se, em seguida, com fita plástica para haver a união dos tecidos (Figura ). Pode-se fazer um anelamento, que consiste de uma incisão ao redor do ramo, acima do corte, no cavalo.&lt;br /&gt;Após um período de 30 a 60 dias, havendo a união, pode-se cortar a parte acima do ponto de união do cavalo, destacando o ramo da planta original, formando a nova copa, originando, assim, uma muda, agora constituída da copa e do cavalo. Esse método pode ser usado para propagar plantas difíceis de enxertar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A encostia é usada também quando se quer substituir o cavalo de uma planta já enxertada, plantada no pomar. Faz-se o plantio de 2 ou 3 cavalos de uma outra variedade diferente do cavalo inicial, ao lado do tronco da planta, fazendo-se a encostia destes cavalos na altura de 20 a 30 cm do tronco da copa. É chamada, neste caso, subenxertia.&lt;br /&gt;Borbulhia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A borbulhia consiste em se usar uma borbulha ou gema a qual vai ser fixada junto ao cavalo, após o corte de parte do mesmo. A borbulha pode ser fixada em um corte da casca ou sob ela, em uma abertura em forma de T que pode ser normal ou invertido, em janela ou em placa. Todo corte deve ser feito com canivete bem afiado (Figura ).&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R0GPkahrYXI/AAAAAAAAAgE/sR3lhvverHA/s1600-h/1030.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R0GPkahrYXI/AAAAAAAAAgE/sR3lhvverHA/s400/1030.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5134542905937715570" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Para se executar a enxertia pós borbulhia, normalmente usa-se um cavalo de 1 a 1,5 cm de diâmetro, no qual se faz o corte a 10 – 15 cm. O corte é feito no sentido vertical do ramo do cavalo, e depois no horizontal, na parte de cima ou de baixo do primeiro corte ou em ambos (janela). Neste corte, introduz-se a borbulha, retirada de um ramo da planta que se quer propagar. Outro tipo é a borbulhia de placa, na qual se faz um corte de parte da casca e lenho do cavalo, e a borbulha, retirada do ramo na mesma dimensão, é justaposta e amarrada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a inserção da gema, amarra-se com fitilho plástico e espera-se a brotação do enxerto, o que ocorre até os 30 dias após a enxertia. A retirada do plástico pode ser feita de 15 a 45 dias, dependendo da fruteira. A época de enxertia é usualmente na primavera para as plantas tropicais e no inverno para as temperadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após o pegamento do enxerto, inicia-se a brotação da gema, cujo broto mais forte deve ser conduzido em haste única, tutorado a uma estaca, à qual é amarrado, sendo as demais brotações eliminadas, com canivete, tesoura de poda ou à mão, quando bem novas. O enxerto é forçado a crescer, pela poda, anelamento ou curvamento do cavalo (Figura). O crescimento do enxerto prossegue, até a altura acima da estaca (60 cm), quando, então, no ramo já maduro, se faz a poda de formação, na altura da estaca. Abaixo do ponto da poda de formação a futura copa da planta.&lt;br /&gt;Data Edição: 11/02/03    &lt;br /&gt;Fonte: Toda Fruta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-6570032912509632225?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/6570032912509632225/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=6570032912509632225' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/6570032912509632225'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/6570032912509632225'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/11/propagao-por-mergulhia.html' title='Propagação Mudas de Fruteiras por Mergulhia, alporquia'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R0GNC6hrYVI/AAAAAAAAAf0/sVjcxXIN6I0/s72-c/alporque.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-1612216481325839185</id><published>2007-11-19T05:03:00.000-08:00</published><updated>2007-11-19T05:11:10.154-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Propagação Rebento'/><title type='text'>Propagação Rebento</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R0GK_qhrYUI/AAAAAAAAAfs/_E2yuGV7FvA/s1600-h/estarca.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R0GK_qhrYUI/AAAAAAAAAfs/_E2yuGV7FvA/s400/estarca.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5134537876531011906" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;A estaquia &lt;/strong&gt;é baseada no enraizamento de um pedaço de ramo (estaca) (Figura ), geralmente de 15 a 40 cm de comprimento e de 0,5 a 2 cm de diâmetro, cortado da parte madura da planta, isto é, não muito nova, ou verde. Há plantas que enraízam melhor de estacas mais novas. Em fruticultura, as estacas lenhosas têm maior uso, embora para algumas espécies seja usada a estaca herbácea. Podem ser usadas para propagação ou para obtenção de porta-enxertos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ramo para estaca é cortado da planta; são retiradas suas folhas e espinhos, com a tesoura de poda. Sua parte basal é cortada em bisel (inclinado) junto a uma gema, e seu ápice é cortado reto. A seguir, são enterradas em solo bem preparado (canteiro, viveiro ou recipiente), deixando apenas 1/3 de seu tamanho para fora do solo (Figura ). Das gemas, sairão as brotações da parte aérea. O sistema radicular sairá da parte cortada.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Após a brotação das gemas&lt;/strong&gt;, há formação da parte aérea da muda, a qual deve, de preferência, ser conduzida em uma única haste, amarrada periodicamente a uma estaca de 70 – 80 cm, fincada junto à planta, para que se processe um crescimento ereto da muda ou cavalo (neste caso, se estiver estaqueando para posterior enxertia). No caso da muda, a haste pode ser podada na altura de formação a 40 – 60 cm e, no caso de enxertia posterior, feita a 15 – 20 cm na haste principal, a parte acima é posteriormente eliminada. São necessárias, portanto, constantes desbrotas para permitir bom desenvolvimento da haste única, brotada da estaca inicialmente plantada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-1612216481325839185?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/1612216481325839185/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=1612216481325839185' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/1612216481325839185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/1612216481325839185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/11/propagao-rebento.html' title='Propagação Rebento'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R0GK_qhrYUI/AAAAAAAAAfs/_E2yuGV7FvA/s72-c/estarca.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-6860567218365718423</id><published>2007-11-19T03:51:00.000-08:00</published><updated>2007-11-19T05:44:42.364-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Propagação vegetativa por estacas'/><title type='text'>Propagação vegetativa por estacas</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Bases Fisiológicas da Iniciação de Raízes nas Estacas &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;* &lt;strong&gt;Substâncias de Crescimento nas Plantas &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Para a formação de raízes adventícias em estacas, são necessários certos níveis de substâncias de crescimento natural na planta, sendo umas mais favoráveis que outras. Há vários grupos de tais substâncias, dentre eles as auxinas, as citocininas e as giberelinas. As auxinas são as de maior interesse no enraizamento de estacas. Além dos grupos citados, é provável que haja outras substâncias, de ocorrência natural, que desempenham alguma função na formação de raízes adventícias (Hartmann e Kester, 1976, citados por Paiva e Gomes, 2001). &lt;br /&gt;A auxina de presença natural é sintetizada principalmente nas gemas apicais e nas folhas jovens e, de maneira geral, move-se através da planta, do ápice para a base (Hartmann e Kester, 1976, citados por Paiva e Gomes, 2001). &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dentre os compostos com atividades auxínicas têm-se o ácido indolacético, o ácido indolbutírico, o ácido naftalenoacético e o ácido 2,4-diclorofenoxiacético, comprovadamente indutores de enraizamento.&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As citocininas&lt;/strong&gt; são substâncias que estimulam a divisão celular e, quando em níveis relativamente altos, há formação de gemas; no entanto, inibem a formação de raízes. &lt;br /&gt;As substâncias reguladoras de crescimento das plantas, que formam o grupo das giberelinas, parecem não ser necessárias para a formação de raízes adventícias e estacas caulinares. Ao contrário, os testes realizados em diversas espécies de plantas mostram uma inibição do enraizamento. É possível que o efeito inibitório das giberelinas no enraizamento de estacas seja causado pelo estímulo ao crescimento vegetativo, que compete com a formação da raiz (Hartmann e Kester, 1976, citados por Paiva e Gomes, 2001). &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* Efeitos de Folhas e Gemas &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É de grande importância no enraizamento de estacas, em virtude da produção de auxinas e de outras substâncias que atuam no enraizamento. Em algumas estacas a remoção das gemas reduz quase que por completo a formação de raízes. Ao remover um anel de casca, abaixo de uma gema, a formação de raízes é reduzida, impedindo o fluxo de substâncias promotoras, pelo floema, para a base da estaca. &lt;br /&gt;Há muitas provas experimentais de que a presença de folhas em estacas exerce forte influência estimuladora da formação de raízes. Os carboidratos, resultantes da atividade fotossintética das folhas, também contribuem para a formação de raízes, embora os efeitos estimuladores de folhas e gemas se devam, principalmente, à produção de auxina (Hartmann e Kester, 1976, citados por Paiva e Gomes, 2001). &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* Inibidores Endógenos de Enraizamento &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As estacas de algumas plantas de difícil enraizamento não chegam a formar raízes, em virtude da presença natural de inibidores químicos. Em algumas plantas estes inibidores podem ser lixiviados, colocando-se as estacas em água corrente, aumentando assim a capacidade de enraizamento. &lt;br /&gt;A maior ou menor capacidade de enraizar vai depender do balanço entre as substâncias promotoras e inibidoras do enraizamento, que, de modo geral, é muito variável entre as espécies (Hartmann e Kester, 1976, citados por Paiva e Gomes, 2001). &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;  Fatores que Afetam a Propagação por Estacas &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dentre os vários fatores de que depende o enraizamento de estacas, destacam-se os ambientais, o estado fisiológico, a maturação, o tipo de propágulo, a sua origem na copa e a época de coleta, que influenciam, sobretudo, na capacidade e na rapidez de enraizamento (Gomes, 1987, citado por Paiva e Gomes, 2001). O sucesso, no entanto, depende de fatores internos e externos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* Fatores Internos &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;- Espécie &lt;br /&gt;A capacidade de emissão de raízes por um ramo é uma característica varietal, devido à interação de fatores inerentes, que se encontram presentes em suas células, bem como as substâncias produzidas pelas folhas, como: auxina, carboidratos, compostos nitrogenados e vitaminas. Portanto, a formação de raízes está associada à fisiologia, à química e à estrutura anatômica. &lt;br /&gt;A macieira, cerejeira, pessegueiro e mangueira apresentam dificuldades de enraizar, devido à presença de inibidores de enraizamento. O tratamento com água aumenta a capacidade de enraizamento (Simão, 1998). &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Condição fisiológica da planta-mãe &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Há consideráveis evidências de que a nutrição da planta-mãe exerce forte influência sobre o desenvolvimento de raízes e ramos (Hartmann e Kester, 1976, citados por Paiva e Gomes, 2001). &lt;br /&gt;Estacas colhidas de uma mesma matriz e submetidas aos mesmos tratamentos respondem diferentemente quanto à taxa de enraizamento, em diferentes épocas do ano. Isto está diretamente ligado ao teor de carboidratos armazenados na matriz. &lt;br /&gt;O teor de carboidratos na planta-mãe deve ser alto e o de nitrogênio baixo. O teor de fósforo e de potássio tem efeito menor sobre o enraizamento de estacas (Paiva e Gomes, 2001). &lt;br /&gt;Os fatores que determinam a condição fisiológica são, ainda, relativamente desconhecidos, muito embora sejam fundamentais, principalmente no domínio da enzimologia para o controle do processo. Sabe-se, no entanto, que elevado nível de reservas com uma elevada relação C/N favorece o enraizamento, desconhecendo-se, todavia, o metabolismo dos carboidratos (Gomes, 1987, citado por Paiva e Gomes, 2001). &lt;br /&gt;As reservas parecem ser indispensáveis à sobrevivência do propágulo até o enraizamento e posterior desenvolvimento. Mesmo nos casos em que há retenção das folhas pelo propágulo, as reservas a um nível conveniente facilitam a emissão de raízes e incrementam a fotossíntese. Acrescente-se que boa parte destas se transferem para a base da estaca, contribuindo para a formação de primórdios radiculares (Gomes, 1987, citado por Paiva e Gomes, 2001). &lt;br /&gt;Em plantas com dificuldade de enraizamento, podem-se usar tratamentos para alterar artificialmente as condições fisiológica da planta-mãe ou de partes dela, por exemplo, o anelamento de ramos, que provoca aumento no nível de auxinas naturais acima do corte e diminuição abaixo (Paiva e Gomes, 2001). &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Idade da Planta-mãe &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Estacas de plantas jovens enraízam melhor que as de plantas velhas. O rejuvenescimento, por meio de poda, favorece o enraizamento. Estacas de plantas jovens, procedentes de sementes, enraízam com maior facilidade que as estacas retiradas de plantas da mesma espécie, porém mais velhas (Simão, 1998). &lt;br /&gt;Em plantas que se propagam facilmente por estacas, a idade da planta-mãe tem pouca importância, porém, em planas difíceis de enraizar, este fator é relevante. Em geral, estacas tomadas de plantas jovens (crescimento juvenil) enraízam com maior facilidade que tomadas de ramos mais velhos (crescimento adulto) (Hartmann e Kester, 1976, citados por Paiva e Gomes, 2001). &lt;br /&gt;Pode-se dizer que quanto mais juvenil o material, maior será o sucesso do enraizamento, quer expresso em porcentagem, quer pela rapidez de formação e, ainda, pela qualidade das próprias raízes, bem como pela capacidade de crescimento da nova planta (Gomes, 1987, citado por Paiva e Gomes, 2001). O problema apresentado por material adulto é o aparecimento ou a produção de substâncias inibidoras do enraizamento. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Época do ano &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A época do ano, em alguns casos, pode exercer grande influência sobre o enraizamento das estacas. Para estacas de folhas caducas, as melhores épocas são o outono e o inverno e, para as de folhas persistentes, a primavera e o verão (Simão, 1998). &lt;br /&gt;Para algumas espécies que enraízam com facilidade, a estacas podem ser colhidas em qualquer época do ano, enquanto para outras o período de maior enraizamento coincide com a estação de repouso ou com a estação de crescimento. Para cada planta específica é necessário que se determine qual a melhor época do ano para retirar as estacas, a qual está diretamente relacionada com a condição fisiológica da planta-mãe (Hartmann e Kester, 1976, citados por Paiva e Gomes, 2001). &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Tipo de estaca&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;O tipo de estaca pode também ser decisivo e deve-se usar o mais adequado. Com relação às estacas obtidas de ramos, a parte da copa onde é extraído o material não é indiferente quanto ao resultado do enraizamento. Por uma questão, normalmente, de maturação fisiológica, a base da copa é mais favorável que a parte superior para colheita (Paiva e Gomes, 2001). &lt;br /&gt;Os ramos laterais parecem enraizar melhor e em maior número que os verticais e também apresentam o dobro de raízes que os vértices ou terminais. O enraizamento parece ser mais favorável às estacas da parte basal do ramo que as da parte superior, devido ao maior teor de amido (Simão, 1998). &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* Fatores Externos &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;- Umidade &lt;br /&gt;É fator de grande importância para o sucesso de um programa de propagação vegetativa por meio de enraizamento de estacas. A retirada das estacas deve ser feita sempre que possível pela manhã, quando estão ainda túrgidas e com maior teor de ácido abscísico e de etileno (Simão, 1998). &lt;br /&gt;O ambiente seco favorece o ressecamento das estacas, reduzindo sua possibilidade de enraizamento. Umidade relativa mais alta, mantém as estacas túrgidas, favorecendo o seu enraizamento (Simão, 1998). &lt;br /&gt;A presença de folhas nas estacas é um forte estímulo para a formação de raízes, porém a perda de água pela transpiração pode levar as estacas à morte antes que se formem as raízes. Alto grau de umidade relativa do ar é necessário para evitar o dessecamento das estacas (Paiva e Gomes, 2001). &lt;br /&gt;Em espécies que enraízam com facilidade, a rápida formação de raízes permite que a absorção de água compense a quantidade perdida pela transpiração; porém, em espécies que enraízam mais lentamente deve-se reduzir a níveis bem baixos a transpiração pelas folhas, até que se formem as raízes. Para contornar o problema da transpiração, deve-se manter a umidade relativa do ar na região das estacas em torno de 80 a  100%, conservando-se assim a turgescência dos tecidos. &lt;br /&gt;Pode-se obter esta umidade relativa com o uso de um sistema de nebulização, que proporciona a formação de uma fina película de água na superfície da folha, reduzindo assim, a transpiração e mantendo uma temperatura relativamente constante na superfície das folhas das estacas. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Temperatura &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A temperatura tem importante função regulatória no metabolismo das estacas, devendo fornecer condições para que haja indução. A flutuação da temperatura é prejudicial à sobrevivência das estacas (Bertoloti e Gonçalves, 1980, citados por Gomes e Paiva, 2001). &lt;br /&gt;Temperaturas amenas, entre 12 e 27ºC, favorecem o aumento de carboidratos e o enraizamento das plantas. A estratificação das estacas a baixa temperatura inibe a formação de raízes e impede a brotação (Simão, 1998). &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;-  Luz &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Interfere na produção de carboidratos, de ramos e nas suas características, pela sua intensidade, qualidade e fotoperiodismo (Simão, 1998). &lt;br /&gt;A luminosidade fornecida às estacas durante o período de enraizamento é de fundamental importância na emissão de raízes. Portanto, deve-se fornecer às estacas com folhas luminosidade máxima, de forma a propiciar um máximo de fotossíntese, para que haja acúmulo de substâncias indutoras do enraizamento (Hartmann e Kester, 1976, citados por Paiva e Gomes, 2001). &lt;br /&gt;Nas condições brasileiras, a intensidade luminosa geralmente precisa ser reduzida, protegendo a planta com sombrite (50%) ou ripados, para evitar a insolação excessiva das estacas (Paiva e Gomes, 2001). &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;- Substrato &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O substrato, no qual são colocadas as estacas, influi no sucesso do enraizamento e vai depender do sistema de irrigação a ser empregado. O meio pode influir muito não só na porcentagem de enraizamento, como também na qualidade do sistema radicular que se forma (Paiva e Gomes, 2001). &lt;br /&gt;Há diferentes tipos de substrato que podem ser usados de forma isolada ou em mistura com outros. Exemplos: vermiculita, turfa, serragem, areia, casca de arroz carbonizada, moinha de carvão, terriço (Paiva e Gomes, 2001), solo (mistura de terra, areia e matéria orgânica), perlita, esfagno, pedra-pomes (Simão, 1998) e diversas outras misturas destes constituintes. &lt;br /&gt;Qualquer um desses materiais deve ser suficientemente firme e denso para manter a estaca até o enraizamento e ser poroso para favorecer a presença de oxigênio e permitir a percolação do excesso de água, livre de plantas daninhas, patógenos e nematóides. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FORÇAMENTO DAS ESTACAS &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;As estacas que apresentam dificuldades de enraizamento podem ser tratadas por meio mecânico e/ou fisiológico. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Mecânico &lt;br /&gt;Os meios mecânicos consistem em: anelamento, incisões, torções e descascamento e possibilitam o acúmulo de auxinas e carboidratos, pelo bloqueio das translocações dessas substâncias e de outros fatores de promoção do enraizamento, bem como o aumento de células parenquimatosas e de tecidos menos diferenciados (Simão, 1998). &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fisiológico &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Dentre os meios fisiológicos, temos: estiolação e reguladores de crescimento. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;* Estiolação &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Por definição, é a exclusão total de luz. Pode ser feita pelo uso de um adesivo escuro (preto) ou velcro nos ramos ainda presos à planta, por um período de 30 a 40 dias. &lt;br /&gt;A estiolação aumenta o teor de amido, acentua a sensibilidade à auxina e reduz o teor de lignina e tem sido associada a mudanças de substâncias fenólicas e à presença de parênquima descontínuo, o que reduz a barreira mecânica oposta ao enraizamento (Simão, 1998). &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;* &lt;strong&gt;Reguladores de crescimento&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;Muitas plantas possuem quantidade suficiente de hormônio para a iniciação radicular, enquanto outras apresentam dificuldades para enraizar (Simão, 1998).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data Edição: 11/02/03    &lt;br /&gt;Fonte: Toda Fruta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-6860567218365718423?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/6860567218365718423/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=6860567218365718423' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/6860567218365718423'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/6860567218365718423'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/11/propagao-vegetativa-por-estacas_19.html' title='Propagação vegetativa por estacas'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-3094173972558565026</id><published>2007-11-19T03:45:00.000-08:00</published><updated>2007-11-19T05:43:46.722-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Propagação vegetativa'/><title type='text'>Propagação vegetativa</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R0GJU6hrYSI/AAAAAAAAAfc/k8M3VGSNXNg/s1600-h/semeaduradireta.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R0GJU6hrYSI/AAAAAAAAAfc/k8M3VGSNXNg/s400/semeaduradireta.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5134536042579976482" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Propagação Vegetativa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O tipo de propagação ideal para a maioria das plantas frutíferas é o vegetativo, isto é, aquele no qual uma parte da planta, já em produção, seja uma borbulha, um rebento, uma estaca ou um ramo(garfo), são usados para originar uma nova planta. Muitas plantas, entretanto, devem ou podem ser propagadas por sementes, mas quase sempre é desvantajoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A propagação por sementes&lt;/strong&gt; é usada quando os meios de propagação vegetativa não são possíveis, como para o coqueiro e outras palmeiras, que podem ser propagadas via semente, ou outras plantas, nas quais a propagação seminífera não traz muitos problemas ao seu cultivo, como o mamoeiro, maracujazeiro, ou espécies que são pPropagação por sementes&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;A propagação por sementes, também chamada sexual ou seminífera&lt;/strong&gt;, deve ser feita obedecendo a certos critérios. É importante o conhecimento da espécie e do hábito de reprodução da planta fornecedora das sementes a qual deve ter as melhores características da espécie ou variedade em questão, tais como: alta produção, boas características dos frutos, precocidade, sanidade e vigor. O ideal é selecionar uma planta de meia idade, vigorosa, produtiva, precoce, com frutos de boa qualidade, com bom sabor, baixo número de sementes ou frutos doces e que seja sadia, isto é, não tenha doenças ou pragas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escolhida a planta de uma variedade para a obtenção de sementes, os frutos são colhidos, escolhidos e cortados para a extração das sementes. Os frutos devem estar bem maduros, o que se consegue, colhendo-os já maduros da planta, ou deixando-os um certo período para amadurecer. Faz-se também a escolha ou classificação das sementes, eliminando as mais leves, danificadas e de menor tamanho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos frutos que têm polpa carnosa ou sucosa, cobrindo as sementes, como abiu, araçá e outras, por exemplo, esta polpa deve ser retirada, e as sementes, lavadas em água corrente, para a retirada da sua casca ou película. Isso faz com que a germinação seja mais rápida.&lt;br /&gt;A semeadura pode ser feita em recipientes, tais como latas, sacos plásticos, jacazinhos, tubetes ou caixas de madeira ou isopor, ou em canteiros, principalmente se a quantidade de sementes for grande. Os recipientes devem ser sempre furados para dar vazão ao excesso de água e cheios com terra de boa qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A semeadura é feita&lt;/strong&gt; colocando a semente no solo e cobrindo com 1 a 2 cm de terra. Entretanto, existem sementes que podem ser colocadas mais profundamente, outras que podem ficar ao nível do solo, para melhor germinação, como as de maior tamanho. Em recipientes, colocar uma a duas sementes em cada um .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A germinação dá-se dentro de 10 até 40 dias &lt;/strong&gt;para a maioria das frutíferas. Após a germinação, cuidado com lagarta-rosca, grilos, paquinhas e formigas, que cortam as mudinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Para as plantas propagadas via semente&lt;/strong&gt;, o tempo necessário para a formação da muda varia de 6 meses até um ano, dependendo do crescimento da espécie e época de plantio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Propagação Vegetativa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A propagação vegetativa ou assexual de plantas frutíferas é a mais recomendada, pois ela possibilita a manutenção das boas características da planta, tais como: produção, qualidade do fruto, precocidade e sanidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A multiplicação de plantas frutíferas&lt;/strong&gt; por via vegetativa pode ser feita de várias maneiras, sendo que cada espécie se adapta melhor a cada uma delas. Os processos de propagação vegetativa usualmente empregados para frutíferas são: rebentos, estaquia, mergulhia, alporquia, enxertia e cultura de tecidos. &lt;br /&gt;Rebentos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;São brotações&lt;/strong&gt; que ocorrem em alguma região da planta, como no abacaxizeiro, bananeira, algumas palmeiras e outros que podem ser utilizadas para propagação direta&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data Edição: 11/02/03    &lt;br /&gt;Fonte: Toda Fruta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-3094173972558565026?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/3094173972558565026/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=3094173972558565026' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/3094173972558565026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/3094173972558565026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/11/propagao-vegetativa-por-estacas.html' title='Propagação vegetativa'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R0GJU6hrYSI/AAAAAAAAAfc/k8M3VGSNXNg/s72-c/semeaduradireta.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-6488309201616565592</id><published>2007-11-16T07:12:00.000-08:00</published><updated>2007-11-16T07:26:50.020-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='implantação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O mangostão ou mangostiné'/><title type='text'>O mangostão ou mangostiné, implantação</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/Rz22r6hrYRI/AAAAAAAAAfU/4rMsDx61D3E/s1600-h/m43g.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/Rz22r6hrYRI/AAAAAAAAAfU/4rMsDx61D3E/s400/m43g.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5133460015833374994" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Implantação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;do pomar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na escolha da área, para investimento em cultivo de mangostão, o produtor deve avaliar, além dos aspectos edafoclimáticos, os aspectos estratégicos de localização da propriedade em relação ao mercado consumidor e a proximidade de outros produtores,&lt;br /&gt;visando à formação de volume para comercialização em grandes centros. Considerando que o mangostanzeiro inicia a frutificação somente a partir de seis a oito anos,&lt;br /&gt;após o plantio, o produtor deve planejar o preparo da área para a exploração de outros cultivos de produção mais precoce, para consórcio durante o período improdutivo dessa frutífera, objetivando reduzir os custos de implantação propiciar maior proteção do solo. Uma das opções utilizadas com ótimo resultado,&lt;br /&gt;durante os quatro primeiros anos de crescimento do mangostanzeiro, é o consórcio bananeira. Tendo em vista o porte da planta quando adulta, o espaçamento mínimo, para locais onde o mangostanzeiro apresenta bom desenvolvimento, deve ser 4x4m ou 5x5 m podendo até ficar em 10X10 ou 15X15 em triângulo, resultando em uma densidade de 400 ou 500 plantas por hectare. &lt;br /&gt;A abertura de covas de 60x60x 60 cm deve ser feita com 30 dias de antecedência e a adubação básica vai depender da análise do solo, recomendando-se  a aplicação de 15 a 20 litros de esterco curtido de gado, junto com o adubo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após o plantio, recomenda-se a colocação de cobertura morta de material disponível no local (palha de arroz, capim seco), ao redor da planta. Pseudocaules de bananeira partidos ao meio e colocados com o lado partido para baixo, junto a muda, constituem uma boa opção para manter a umidade do solo. O mangostanzeiro, após o plantio, desenvolve-se melhor sob sombreamento inicial, pois a luz solar direta afeta o seu crescimento, tornando as folhas endurecidas e de cor verde-amarelada. O sombreamento inicial pode ser feito com sombrite, folhas de palmeira, ou capim seco ou com outras espécies vegetais, sendo a bananeira a que proporciona melhor sombra e umidade para o desenvolvimento do mangostanzeiro O sombreamento é raleado gradativamente à medida que o mangostanzeiro se desenvolve e, por volta do quarto ano, quando a planta estiver com dois a três metros, já deve estar totalmente eliminado.&lt;br /&gt;Ressalta-se, contudo, que a retirada repentina do sombreamento pode causar a queima das folhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tratos culturais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há trabalhos de pesquisa sobre calagem e adubação do mangostanzeiro, desse modo, em cada região produtora, são utilizadas diferentes misturas e quantidades de adubo, as quais carecem de validação da pesquisa. Como em qualquer cultivo racional,&lt;br /&gt;há necessidade, inicialmente, da avaliação da fertilidade do solo, para balizamento da aplicação correta da calagem e adubação. Um programa balanceado de adubação, sem falta e sem excesso, é essencial para garantir alta produção com elevada qualidade dos frutos. Com relação aos aspectos fitossanitários, o mangostanzeiro apresenta problemas com a abelha arapuá, ácaros e tripes, porém essas pragas não justificam a aplicação de qualquer defensivo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Floração e frutificação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em condições de clima e solo favoráveis e manejo adequado, o mangostanzeiro pode iniciar a frutificação a partir de quatro anos (planta enxertada) ou seis anos (péfranco), em ambos os casos, após o plantio. A produção do mangostanzeiro varia, nos diversos países produtores, em função das condições edafoclimáticas, manejo e idade da planta e oscila entre 200 e 2.000 frutos por planta. No Brasil, são observados casos de produção de até 1.500 frutos por árvore, entretanto, mais importante é a produção de frutos graúdos, com peso médio acima de 100 g. Desse modo, em mangostanzeiros acima de 15 anos, em espaçamento de 5 x 5 metros, pode-se considerar como uma boa produção, 600 frutos, o que resultaria em uma produtividade de 12 t/ha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Produção e colheita&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ponto de colheita baseia-se na intensidade de coloração do pericarpo e o estágio apropriado, para comercialização em mercados distantes, é quando os frutos apresentam pequenas manchas de cor rósea ou coloração rosa-claro. A colheita deve ser feita com o máximo cuidado, pois queda de alturas superiores a 20 cm, em solo duro, danifica o fruto, inviabilizando-o para comércio em mercados mais exigentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os frutos destinados à comercialização nos grandes centros são previamente selecionados, quanto aos aspectos de maturidade, problemas de endurecimento, manchados e danificados. Após a limpeza, os frutos são classificados por tamanho, com&lt;br /&gt;base no diâmetro transversal, em classes que variam de 9 a 20. Essa classificação se dá em função da quantidade de frutos de diâmetros semelhantes, que cabem, dispostos numa única camada, em caixas de papelão de dimensões internas de 21 x 21,5 cm de comprimento e 6,5 cm de altura, com quatro aberturas de 2,8 cm de diâmetro. Os frutos com classificação nove até 12 (acima de 100 g) obtêm os melhores preços no mercado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-6488309201616565592?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/6488309201616565592/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=6488309201616565592' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/6488309201616565592'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/6488309201616565592'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/11/o-mangosto-ou-mangostin-implantao.html' title='O mangostão ou mangostiné, implantação'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/Rz22r6hrYRI/AAAAAAAAAfU/4rMsDx61D3E/s72-c/m43g.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-2102256996346641248</id><published>2007-11-16T06:47:00.000-08:00</published><updated>2007-11-16T07:11:30.828-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O mangostão ou mangostiné'/><title type='text'>O mangostão ou mangostiné</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/Rz2x-ahrYQI/AAAAAAAAAfM/GQORpw9lz6E/s1600-h/mangosteen.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/Rz2x-ahrYQI/AAAAAAAAAfM/GQORpw9lz6E/s400/mangosteen.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5133454836102816002" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O mangostão ou mangostiné considerada a fruta mais famosa e mais saborosa do trópico asiático&lt;/strong&gt;. A rainha Vitória, da Inglaterra (1819-1901), ao prová-la, disse não haver saboreado antes nenhuma fruta tão deliciosa e, a partir daí, ficou conhecida como a fruta-da-rainha. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pertencente à família Clusiaceae e originário da Ásia&lt;/strong&gt;, o mangostão é de disseminação bastante restrita, cultivado, principalmente, nas regiões tropicais da Ásia, Índia, Austrália e em alguns países da América. &lt;br /&gt;O mangostanzeiro é nativo do Sudeste da Ásia e atualmente&lt;br /&gt;é encontrado na Indonésia, Malásia, Filipinas, Tailândia, Vietnam, Camboja,&lt;br /&gt;Java, Sumatra, Cochinchina, Ceilão, Singapura e em outras regiões&lt;br /&gt;tropicais, como Costa do Marfim, Madagascar, Sri Lanka, Índia, China,&lt;br /&gt;Austrália. &lt;br /&gt;No novo continente, é cultivado na Costa Rica, Porto&lt;br /&gt;Rico, República Dominicana, Jamaica, Panamá, Havaí, Honduras, Guatemala,Sul da Flórida, Cuba e Brasil .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;No Brasil, o mangostão é cultivado, principalmente&lt;/strong&gt;, nos&lt;br /&gt;Estados do Pará e da Bahia, na maioria dos casos, em pomares de&lt;br /&gt;um a três hectares e em pequena escala no Espírito Santo e São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Descrição&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;botânica e variedades&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O mangostanzeiro Garcinia mangostana L., é agrupado botanicamente no Gênero Garcinia e Espécie Garcinia mangostana&lt;br /&gt;Mart. Outras frutíferas conhecidas dessa família são o abricó-do-Pará&lt;br /&gt;(Mammea americana), bacuri (Platonia insignis Mart.) e bacupari&lt;br /&gt;(Rheedia macrophylla). &lt;br /&gt;No Brasil, é conhecido como "mangostão"&lt;br /&gt;ou "mangustão", entretanto, os produtores de Una e do Pará utilizam&lt;br /&gt;comercialmente o nome "mangostin" (aportuguesamento do inglês&lt;br /&gt;"mangosteen"). O mangostanzeiro é uma árvore de oito a dez metros de altura, de formato piramidal, semelhante ao jambeiro, com folhas simples, de coloração verde-escuro e fruto de 4 a 9 cm de diâmetro e 3,6 a 6,5 cm de altura.&lt;br /&gt;A parte comestível é formada por quatro a oito segmentos carnosos&lt;br /&gt;brancos translúcidos e com sabor bastante delicado. Possui de zero a três sementes de dois centímetros de comprimento formadas do tecido nucelar. Não existem variedades de mangostão, uma vez que a reprodução se dá por apomixia, formação do fruto sem fecundação, assim, as plantas são invariavelmente femininas e, portanto, a reprodução por semente funciona como uma clonagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ecologia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A época de florescimento varia de acordo com as condições climáticas, podendo ser concentrada em um ou mais períodos, durante o ano. O mangostanzeiro apresenta tendência de florescimento em anos alternados e a frutificação varia de planta para planta. O período entre a iniciação floral e a antese (abertura da flor) é de 25 dias e da antese até o fruto maduro decorrem 100 a 120 dias. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Propagação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O mangostanzeiro é propagado, principalmente, por meio de sementes, produzindo árvores idênticas à planta mãe. As sementes devem ser semeadas imediatamente após a eliminação da polpa, pois perdem a viabilidade rapidamente. Em condições favoráveis de calor e umidade, as sementes germinam entre 11 e 15 dias após a semeadura.&lt;br /&gt;Após a germinação as mudas devem ser transplantadas para sacos de polietileno com dimensões de 40 x 20 cm com espessura de 15 micras,onde as plantas devem permanecer até alcançarem 40 cm de altura (o que ocorre por volta de 18 a 24 meses). A propagação assexuada pode ser feita por enxertia, mas na prática não constitui nenhuma vantagem, pois as plantas adultas enxertadas tendem a produzir menos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-2102256996346641248?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/2102256996346641248/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=2102256996346641248' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/2102256996346641248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/2102256996346641248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/11/o-mangosto-ou-mangostin.html' title='O mangostão ou mangostiné'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/Rz2x-ahrYQI/AAAAAAAAAfM/GQORpw9lz6E/s72-c/mangosteen.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-905823374165406067</id><published>2007-11-16T06:16:00.000-08:00</published><updated>2007-12-18T10:08:16.084-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Castanha do Pará -Tratos culturais'/><title type='text'>Castanha do Pará</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/Rz2s96hrYPI/AAAAAAAAAfE/JKdzFbIQQq4/s1600-h/casta2.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/Rz2s96hrYPI/AAAAAAAAAfE/JKdzFbIQQq4/s400/casta2.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5133449329954742514" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Implantação &lt;br /&gt;O sistema de plantio de mudas de castanheira é semelhante ao de qualquer outra espécie florestal. Apesar de sua rusticidade, faz-se necessário efetuar um preparo de área de maneira própria, facilitando assim as operações de plantio e tratos culturais. Deve-se preparar a área com antecedência, obedecendo a época adequada de plantio na região. Pode ser plantada em plantio puro como também plantio em consórcio com outras espécies perenes ou semi-perenes. Quando o preparo for em área de capoeira com árvores de médio a grande porte realizar no período seco (enleiramento, queimada,desleiramento, e, em alguns casos, o destocamento).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A castanheira deve ser plantada em covas profundas, de maneira que o colo da muda fique rente ao nível do solo. Para enchimento utiliza-se mistura de terra vegetal (da primeira camada do solo), geralmente de coloração escura, devido à concentração de húmus, acrescentando 10 litros de esterco de curral e 300g de Superfosfato triplo, 100g de cloreto de potássio e 100g de sulfato de amônia. Para grandes áreas, colocar somente o Superfosfato triplo. Realizar o plantio no início das chuvas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O espaçamento e densidade de plantio dependem da finalidade. Quando o objetivo for plantio para produzir madeira, a densidade inicial deve estar entre 16 (4 m x 4 m) planta-1, com desbastes a serem realizados baseados em mensurações periódicas quando o plantio entrar em competição, sendo que o número de árvores a ser extraído no corte final deve ser próximo de 160 árvores por hectare. Estima-se que os desbastes sejam no oitavo, décimo-quinto e vigésimo ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso de sistemas consorciados com culturas perenes e/ou semi-perenes, os espaçamentos recomendados são 12 m x 12 m correspondendo a 69 plantas/ha, respectivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Tratos culturais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta espécie necessita dos seguintes tratos culturais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coroamento: capinas ou roçagens efetuadas em torno das plantas, realizadas a cada seis meses até o segundo ano; &lt;br /&gt;Roçagem da área: efetuada as entrelinhas de plantio no momento do coroamento, aproveitando o material para cobertura morta das mudas, prevenindo, assim, danos devido a períodos de estiagem. &lt;br /&gt;Adubação: além da efetuada na cova (300 g), por ocasião do plantio (dois dias antes), recomenda-se uma aplicação, em cobertura, de 300 gramas de Superfosfato triplo, no segundo e terceiro ano de plantio, respectivamente. &lt;br /&gt;Controle de pragas e doenças – a praga mais comum é a saúva, que pode ser controlada com produtos específicos (a base de chlorpyrifos –10g do produto/m 2 de terra solta, sulfuramid – 10 g/ m 2 de terra solta, fipronil – 5 g/ m 2 de terra solta), e verificada mediante vistoria periódica do plantio. Quanto a doenças, nenhuma de maior importância foi registrada até o momento.&lt;br /&gt;fonte embrapa/br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-905823374165406067?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/905823374165406067/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=905823374165406067' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/905823374165406067'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/905823374165406067'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/11/castanha-do-pra.html' title='Castanha do Pará'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/Rz2s96hrYPI/AAAAAAAAAfE/JKdzFbIQQq4/s72-c/casta2.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-6233037979392954826</id><published>2007-11-16T06:02:00.000-08:00</published><updated>2007-12-18T10:01:27.286-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Castanha do Pará'/><title type='text'>A castanheira</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/Rz2rgKhrYOI/AAAAAAAAAe8/-7mUcjAbxSI/s1600-h/cas.png"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/Rz2rgKhrYOI/AAAAAAAAAe8/-7mUcjAbxSI/s400/cas.png" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5133447719342006498" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A castanheira (Bertholletia excelsa H.B.K.), &lt;/strong&gt;pertencente à família Lecythidaceae, é considerada uma das plantas de maior valor da floresta amazônica. É uma árvore considerada "social", ocorrendo desde o Maranhão até 14° de latitude sul. A espécie ocorre na Venezuela, Colômbia, Peru, Bolívia e Guianas, mas no Brasil existe em maior número e formações compactas, nos estados do Pará, Amazonas, Acre, Maranhão, Mato Grosso, Rondônia, Amapá e Roraima. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Árvore de grande porte que pode atingir até 50 m de altura e 2 m de diâmetro na base. Apresenta fuste retilíneo, cilíndrico sem sapopemas, desprovido de galhos até a copa, com casca marrom-escura e fendida longitudinalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fruto da castanheira é chamado de ouriço e em seu interior abriga entre 10 a 25 sementes (amêndoas) . que são utilizadas para o consumo humano principalmente na região norte, além de ser exportado para os Estados Unidos e Europa. Tem alto valor nutritivo, sendo muito utilizada como ingrediente da culinária. Seu valor protéico é tão significativo que é também chamada como "carne vegetal".&lt;br /&gt;Implantação &lt;br /&gt;Sementes &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R2gJRQW36eI/AAAAAAAAAq0/tqn5hvVmfHY/s1600-h/castanhasemente.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R2gJRQW36eI/AAAAAAAAAq0/tqn5hvVmfHY/s400/castanhasemente.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5145372766324124130" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A aquisição de sementes poderá ser feita junto aos coletores de castanha, tomando-se o cuidado de adquirir sementes de árvores sadias e de alta produtividade. O período de coletar as sementes é entre os meses de outubro a março. É importante procurar coletar de árvores que produzam sementes grandes, cuidando para usar sementes novas que não tenham perdido a umidade. Ao selecionar as mesmas, dar preferência a sementes cheias, grandes e largas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos maiores problemas para a formação de mudas referia-se à germinação da semente da castanheira, ocorrendo normalmente de 12 a 18 meses após a semeadura. Com o avanço das pesquisas é possível indicar, hoje, três processos diferentes de formação de mudas de castanheira:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Semeadura com sementes com tegumento; &lt;br /&gt;Semeadura com sementes com tegumento escarificado (esmerilhado) e; &lt;br /&gt;Semeadura de sementes- sem tegumento. &lt;br /&gt;. Apresenta-se aqui o processo mais eficiente, que é o da semeadura de sementes sem tegumento, o qual requer um trabalho mais cuidadoso na retirada de tegumento, mas que possibilita uma germinação de 70% com apenas 3 meses de semeadura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fim de que o processo de retirada do tegumento seja facilitado, deve-se colocar as sementes em água por um período de 48 horas. Em seguida deve-se utilizar uma prensa apenas para trincar o tegumento, sendo que o descasque total pode ser feito com um alicate especial, com a ponta semelhante ao bico do papagaio ou empregando um canivete comum. No momento de descascar, utilizar a faca ou canivete, com muito cuidado, para que apenas seja rachada a casca ou tegumento da semente. Após, proceder a retirada total da casca utilizando um alicate ou estilete. Prestar atenção para não danificar a amêndoa, evitando assim o comprometimento do crescimento da muda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As sementes oleaginosas têm grande susceptibilidade a fungos, exigindo controle da umidade da sementeira e tratamento com fungicida. Recomenda-se, portanto, tratar as sementes com uma solução de fungicida a base de propiconazole na concentração de 0,2% (2 g do produto em 1 litro de água), durante 90 minutos, com agitação a cada 10 minutos. As sementes após o uso do fungicida devem ser secadas à sombra, de preferência em papel jornal, durante duas horas. Selecionam-se então as mesmas, eliminando aquelas que apresentaram rachaduras durante o descascamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sementeira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sementeira que deve ser usado é a suspensa, feita de madeira, com caixa na altura de 1 m acima do solo, sendo que a mesma pode ser construída embaixo de um ripado com 50% de sombra, ou ter cobertura própria (Fig. 1).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o objetivo de prevenir o ataque de roedores utiliza-se uma saia de lata nas perna-mancas verticais da sementeira, na altura de 50 cm a partir do solo, e cobre-se com uma tela de arame toda a extensão da caixa da sementeira. Como substrato utilizar areia lavada, colocando a mesma e espalhando com as mãos ou uma ripa, sem prensar, nivelando e regando após a colocação.&lt;br /&gt;Semeadura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O semeio deve ser considerado uma das etapas mais importantes, deitando-se as sementes sob a areia colocando o polo radicular de onde se originará a raiz (parte mais grossa) voltada para baixo, e o caulicar a uma profundidade de 1 cm da superfície do substrato, e quando existir dúvida sobre o lado do polo radicular colocar a semente na posição horizontal. A rega deve ser feita logo em seguida, repetindo a cada dois dias ou segundo seja necessário.&lt;br /&gt;Germinação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As sementes iniciam a germinação 10 dias após a semeadura, podendo se estender até cinco meses, sendo que aos 80 dias já ocorreu 70% da germinação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratos culturais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O controle de ervas daninhas deve ser feito manualmente a cada mês. No momento de arrancar as plântulas, deve-se tapar os buracos que ficam na sementeira. Caso apareçam formigas, controlá-las com produtos adequados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processo de repicagem deve ser efetuado antes da abertura das primeiras folhas das plântulas, no chamado "ponto de palito", para evitar a perda de água e queima das folhas. Só devem ser repicadas as mudas com caulículo e radícula (fig. 3 b,d). As mudas sem radícula (fig. 3 a,c) devem ser transferidas para outra sementeira com a mesma composição de substrato, onde continuarão até o segundo lançamento de folhas, que, muitas vezes, é sinal do aparecimento de sistema radicular (fig. 3 d). As mudinhas que até esse período não tenham desenvolvido radícula não podem ser utilizadas e devem ser descartadas (fig. 3 c) .&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R2gKWAW36fI/AAAAAAAAAq8/B82auKBPYqM/s1600-h/castanhasnasc.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R2gKWAW36fI/AAAAAAAAAq8/B82auKBPYqM/s400/castanhasnasc.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5145373947440130546" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;As mudas estarão aptas para o plantio quando atingirem por volta de 25 cm de altura e tiverem 16 folhas abertas, sendo que o tempo necessário para isso pode ser de quatro até oito meses após a repicagem. As embalagens plásticas utilizadas são de polietileno preto (19 cm x 28 cm e 2 mm de espessura), contendo o seguinte substrato: duas partes de terra, uma parte de areia, uma parte de esterco de gado ou serragem curtida. Adicionam-se 1000 g de calcário e 200 g de Superfosfato triplo por metro cúbico de substrato .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A repicagem também pode ser efetuada em copos de plástico de 300 ml, antecipadamente perfurados. Neste caso, as mudas podem ser plantadas no local definitivo, em estágio menos desenvolvido que as dos sacos de plástico. Caso seja necessário esperar o desenvolvimento adequado das mudas ou a época ideal de plantio, poderá haver necessidade de repica-las novamente para sacos plásticos, com o objetivo de evitar o enovelamento das raízes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É necessário que as mudas permaneçam no viveiro em um ambiente com 50% de sombra, adaptando-as ao sol gradualmente, pois no fim do período antes do plantio as mesmas devem permanecer 15 a 30 dias a "céu aberto".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-6233037979392954826?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/6233037979392954826/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=6233037979392954826' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/6233037979392954826'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/6233037979392954826'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/11/castanheira.html' title='A castanheira'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/Rz2rgKhrYOI/AAAAAAAAAe8/-7mUcjAbxSI/s72-c/cas.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-823280778635999938</id><published>2007-11-14T14:32:00.001-08:00</published><updated>2007-11-14T14:34:36.712-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A gravioleira'/><title type='text'>Graviola</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/Rzt3u3A5SjI/AAAAAAAAAcs/LVg0lD47shk/s1600-h/graviola.gif"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/Rzt3u3A5SjI/AAAAAAAAAcs/LVg0lD47shk/s320/graviola.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5132827847244204594" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Propagação/Formatação de Mudas&lt;br /&gt;A propagação da gravioleira é feita através de processos assexuados - alporquia, estaquia, cultivo de tecidos e -enxertia (garfagem - o comercial) - e processo sexual via sementes. Para qualquer dos processos a planta matriz - fornecedora de ramos de tecidos, de gemas ou de sementes - deve ser vigorosa, precoce, sadia, e de boa produção. As sementes devem ser obtidas de frutos maduros e sadios e elas devem ser íntegras e vigorosas. Para formação de pomares comerciais utiliza-se mudas tipo enxerto que devem ser obtidas de produtores credenciados por organizações oficiais. Para pomares caseiros pode-se preparar mudas (via sementes) na propriedade rural. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preparo de mudas via sementes: vinte quatro horas antes do semeio a semente é colocada em água fria para quebra de dormência. Sacos de polietileno com 35cm de altura x 22cm de largura e 0,2mm de espessura, recebem 6 a 8 litros de mistura formada de 2 partes de terra areno-argilosa e uma de esterco de curral bem curtido. Para cada m3 da mistura adicionar 200g de calcário dolomítico, 1,0kg de cloreto de potássio e 2,5 kg de superfosfato simples. A 2cm de profundidade coloca-se 2 a 3 sementes por saco e irriga-se; entre 20 e 35 dias (até 60 dias) dá-se a germinação. Os sacos são dispostos em fileiras duplas distantes de 60cm entre si e cobertos com sombrite ou folha de palmeira (50% de luz). Plantinhas com 5 a 10cm de altura são desbastadas deixando-se a mais vigorosa. 4 a 5 meses pós semeio, muda com 30 a 40cm de altura estará apta ao plantio definitivo. Para controle de pragas e doenças pode-se utilizar malatiom 50 CE e oxicloreto de cobre 50 PM, em pulverizações de 10 em 10 ou de 15 em 15 dias. A partir do 3o mês permitir, paulatinamente, a entrada de mais luz no viveiro. Manter substrato, no saco, úmido sem exagero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instalação do Pomar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preparo do Solo:&lt;br /&gt;Passa por derrubada, destoca, encoivaramento e queima (se área de mata)e controle de cupins e formigas completam. 3 meses antes do plantio efetuar aração (30cm de profundidade) e uma a duas gradagens. Em caso de correção de solo, aplicar calcário antes da aração (metade da dose) e antes da 1o gradagem (outra metade).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espaçamento/densidade: O espaçamento varia de 4m x 4m (625 plantas/ha), a 8m a 8m (156 plantas/ha). A variação deve-se ao porte da planta, topografia do terreno, fertilidade, plantio consorciado ou não, definitivo ou temporário, condições climáticas. Em terreno plano utiliza-se 6m x 6m (quadrado), em área pouco acidentada 6m x 6m (triângulo); em solo fértil, rico em matéria orgânica 8m x 8m e sob clima tropical úmido 6 m x 6m ou 7m x 7m.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coveamento/adubação básica: Covas devem ter dimensões 60cm x 60cm e ser abertas 60 dias antes do plantio separando terra dos primeiros 20cm. No fundo da cova coloca-se mistura de parte da terra separada com 20 litros de esterco de curral curtido e, 200 g de calcário; enche-se a cova com outra metade da terra separada mais 600 g de superfosfato triplo, 200 g de cloreto de potássio e 200g de calcário dolomítico (se não houve correção no preparo de solo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Plantio: Deve ser feito em terrenos com altitude abaixo de 1.200m, próximos a estradas, em áreas planas a levemente onduladas. No início da estação chuvosa efetua-se o plantio. Retira-se o fundo do saco, leva-se a muda à&lt;br /&gt;cova onde retira-se o resto do saco ao tempo em que se chega terra ao torrão comprimindo-a; a superfície do torrão deve ficar 2cm acima do solo. Prepara-se uma bacia com 10cm de altura a 30 cm do caule e cobre-se com 20cm de palha seca. Irriga-se com 20 litros de água e, em caso de ventos, tutora-se a muda (estaca enterrada ao lado que amarra a muda).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratos Culturais&lt;br /&gt;Manter cultura livre de ervas invasoras roçando as ruas de plantio e capinando em coroamento (projeção da copa da planta).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poda de formação: cortar broto terminal a 60cm do solo e selecionar 3-4 brotos bem distribuídos nos últimos 20cm de altura do caule para formação da copa (não permitir altura da planta acima de 2,2m).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poda de limpeza - Eliminar ramos indesejáveis, ramos secos, doentes ou praguejados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adubação em cobertura - No início das chuvas aplica-se 15 litros de esterco de curral. A cada 3 meses aplicar 1kg da fórmula 10-13-15/planta, incorporando a 10cm de profundidade numa área com limites 1/3 para dentro até 1/3 para fora do limite da copa. Crê-se que a necessidade de água/dia da gravioleira está entre 3,5 e 4,0mm.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consorciação - Como cultura secundária pode-se consorciar-se à mangueira; como cultura principal, aceitaleguminosas (feijão, amendoim, soja) ou milho, abóbora, batatinha.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-823280778635999938?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/823280778635999938/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=823280778635999938' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/823280778635999938'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/823280778635999938'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/11/graviola_9291.html' title='Graviola'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/Rzt3u3A5SjI/AAAAAAAAAcs/LVg0lD47shk/s72-c/graviola.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-522385784479140504</id><published>2007-11-14T14:19:00.000-08:00</published><updated>2007-11-14T14:31:53.035-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A gravioleira'/><title type='text'>Graviola</title><content type='html'>Pragas e Doenças&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pragas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Broca-do-Tronco - Cratosomus sp. Coleoptera, Curculionidae; O inseto adulto é um besouro convexo de cor quase preta; a forma jovem, lagarta (broca), é branca, com cabeça escura, sem patas. A fêmea ovipõe em orifício que faz na casca; a lagarta, saindo do ovo, penetra na madeira abre galeria no tronco e expele dejeções pelo orifício. O sinal do ataque é a presença de excrementos e exsudação pegajosa no tronco. Controle: injeção via orifício, de inseticida DDVP (10 ml. /10 litros de água).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Broca-do-Fruto: Cerconata anonella (Sepp.1830) Lepidoptera, Stenomidae. - O adulto é mariposa branca-acinzentada com 25mm de envergadura que põe ovos sobre flores e pequenos frutos. O jovem (lagarta), cor de rosa ou verde-pardo, roe a casca do fruto penetrando para seu centro, destroe a polpa e aloja-se na semente. Frutos atacados apodrecem e caem. Controle: queimar frutos atacados (planta e chão), pulverizar frutos com inseticida triclorfom 50 SC (Dipterex a 0,2%) ou fentiom 50 CE (Lebaycid a 0,15%) a cada 10 dias. Ainda usa-se ensacamento do fruto com saco de papel parafinado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como outras pragas, cita-se vespa-da-semente (Bephrateloides), moscas-das-frutas (Ceratitis, Anastrepha), lagarta-das-flores (Thecla) e tripes-do-fruto (Heliothrips) que podem ser controlados com paratiom, carbaryl, malatiom e fentiom.&lt;br /&gt;Doenças&lt;br /&gt;Em Viveiro: Tombamento de plantinha - (fungos Rhizoctonia, Fusarium) - Agentes atacam colo e raízes das plantinhas tombando-as. Controla-se, preventivamente, tratando a terra para enchimento dos sacos com brometo de metila. Como tratamento pós germinação, pulverizar colo das plantinhas com benomyl 50 PM (Benlate a 0,1%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Campo: Antracnose: fungo Colletotrichum gloeosporioides Penz. - ataca ramos novos, flores e frutos pequenos provocando sua queda (umidade relativa e temperatura altas). Controle: oxicloreto de cobre 50 PM (200g / 100 litros de água) ou benomyl 50 PM (150g / 100 litros de água) em pulverizações intercaladas de 10 em 10 dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podridão Parda: fungo Rhizophus stolonifer Sac. - ataca flores e frutos, na colheita e pós-colheita, penetrando através do pedúnculo causando podridão da polpa seguindo-se a mumificação do fruto.&lt;br /&gt;Em Viveiro: Tombamento de plantinha - (fungos Rhizoctonia, Fusarium) - Agentes atacam colo e raízes das plantinhas tombando-as. Controla-se, preventivamente, tratando a terra para enchimento dos sacos com brometo de metila. Como tratamento pós germinação, pulverizar colo das plantinhas com benomyl 50 PM (Benlate a 0,1%).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Campo: Antracnose: fungo Colletotrichum gloeosporioides Penz. - ataca ramos novos, flores e frutos pequenos provocando sua queda (umidade relativa e temperatura altas). Controle: oxicloreto de cobre 50 PM (200g / 100 litros de água) ou benomyl 50 PM (150g / 100 litros de água) em pulverizações intercaladas de 10 em 10 dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podridão Parda: fungo Rhizophus stolonifer Sac. - ataca flores e frutos, na colheita e pós-colheita, penetrando através do pedúnculo causando podridão da polpa seguindo-se a mumificação do fruto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colheita / Rendimento&lt;br /&gt;Gravioleiras provenientes de sementes iniciam a floração no 3º ou 4º ano pós-plantio e as enxertadas já no 1º ano de vida. A produção comercial aos 3 e 5 anos; ela permanece produzindo por 10 a 15 anos. Sugere-se que os frutos sejam colhidos logo que a coloração da casca passar do verde escuro para o verde-claro (perda do brilho da casca e polpa levemente mole se comprimindo o fruto com dedo). Após colheita o fruto é colocado em prateleiras em ambiente com 22ºC de temperatura e 40-50% de umidade relativa. Seis dias após o fruto estará comestível durando 2-3 dias. Tem sido registradas produções de 32 t de frutos/ha (384 plantas de 6 anos - Havaí), 10 t/ha (238 plantas de 8 anos) de gravioleiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS&lt;br /&gt;FRUTAS tropicais: Graviola. Guia Rural Abril, 1988.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MANUAL de Entomologia Agrícola. São Paulo: Agronômica Ceres, 1978.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MELO, G. S., GONZAGA NETO, L., MOURA, R. J. M de. Cultivo da Gravioleira. Recife: Empresa Pernambucana de Pesquisa Agropecuária, 1983. (Instruções Técnicas do IPA,13).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PINTO, A. C. de Q. et al. Graviola para Exportação: aspectos técnicos da produção. Brasília, DF: Embrapa-SPI, 1994. (Série Publicações Técnicas FRUPEX,&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-522385784479140504?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/522385784479140504/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=522385784479140504' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/522385784479140504'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/522385784479140504'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/11/graviola_14.html' title='Graviola'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-3808890949369389991</id><published>2007-11-14T13:44:00.000-08:00</published><updated>2007-11-14T14:32:35.786-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='A gravioleira'/><title type='text'>Graviola</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/Rztt6XA5SiI/AAAAAAAAAck/RFSoFc-QH0M/s1600-h/graviola2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/Rztt6XA5SiI/AAAAAAAAAck/RFSoFc-QH0M/s320/graviola2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5132817049696422434" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aspectos Gerais e Agronômicos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gravioleira é originária das terras baixas da América Tropical e vales peruanos; conhecida como guanábano (língua espanhola), soursop (língua inglesa) e corossolier (língua francesa) é fruta tropical importante nos mercados da América Tropical sendo a Venezuela o maior produtor sul-americano. A sua importância comercial no Brasil é pequena apesar da demanda crescente pela polpa do fruto no país, no Oriente Médio e na Europa (Alemanha e Espanha). No Nordeste brasileiro o município cearense de Trairi mantém plantios organizados dessa fruteira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Botânica - Descrição - Variedades&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gravioleira é conhecida como Anona muricata, L, Dicotiledonea, Anonaceae. Tem hábito de crescimento ereto, pode alcançar 4 a 8m de altura quando adulta, abundante sistema radicular, caule único com ramificação assimétrica. As flores são perfeitas, hermafroditas, verde-escuras a verde-claras. O fruto, graviola - também conhecido como jaca-de-pobre, jaca-do-Pará, coração-de-rainha, araticum manso, é uma baga composta (sincarpo) com peso oscilando entre 0,4kg a 10 kg, comprimento médio em 30cm e formato de coração; a casca tem espículas carnosas moles e é verde-clara na colheita. A polpa é&lt;br /&gt;branca sucosa. A semente com 1 a 2 cm de comprimento, peso 0,59 g (170 sementes/100 g) é preta na sua retirada do fruto passando a marrom dias após; de ordinário encontra-se 100 sementes por fruto.&lt;br /&gt;A gravioleira é conhecida como Anona muricata, L, Dicotiledonea, Anonaceae. Tem hábito de crescimento ereto, pode alcançar 4 a 8m de altura quando adulta, abundante sistema radicular, caule único com ramificação assimétrica. As flores são perfeitas, hermafroditas, verde-escuras a verde-claras. O fruto, graviola - também conhecido como jaca-de-pobre, jaca-do-Pará, coração-de-rainha, araticum manso, é uma baga composta (sincarpo) com peso oscilando entre 0,4kg a 10 kg, comprimento médio em 30cm e formato de coração; a casca tem espículas carnosas moles e é verde-clara na colheita. A polpa é&lt;br /&gt;branca sucosa. A semente com 1 a 2 cm de comprimento, peso 0,59 g (170 sementes/100 g) é preta na sua retirada do fruto passando a marrom dias após; de ordinário encontra-se 100 sementes por fruto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;100 gramas de polpa do fruto contém:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;60 calorias 1 g de proteína &lt;br /&gt;24 mg de cálcio 28 mg de fósforo &lt;br /&gt;0,5 mg de ferro 20 mg de vitamina A &lt;br /&gt;26 mg de vitamina C 0,07 mg de vitamina B1;&lt;br /&gt;0,05 mg de vitamina B2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Nordeste brasileiro predomina o tipo de graviola nordouestina crioula (com frutos cordiformes, pesando entre 1,5-3,0 kg, polpa mole, doce a sub-ácida). A EMBRAPA/CPAC (Cerrado) introduziu no país gravioleiras colombianas (1981); dentre elas, a morada que produz 40 kg de polpa/planta/ano, frutos grandes - 3 a 10 kg - redondo a cordiforme, polpa firme, sabor sub-ácido e é tolerante ao ataque de brocas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usos da Graviola&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Planta: Alcalóides, como a anonina e a muricuna, são extraídos da casca do tronco, das folhas e das sementes; são destinados à produção de inseticidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fruto: A polpa é consumida ao natural, com açúcar ou compondo refrescos, sucos e sorvetes apesar de ser de difícil digestão (1,8% de celulose). Prestando-se bem ao processamento a polpa é utilizada na indústria para produção de sucos concentrados, polpas congeladas, néctar, geléias, cremes, bebidas (Cuba), diuréticos e xaropes anti-escorbúticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Necessidade da Planta&lt;br /&gt;Planta originária de regiões de clima tropical a gravioleira também desenvolve-se em regiões de clima subtropical e tem boa adaptabilidade ao Nordeste brasileiro. Requer temperatura média anual entre 25ºC a 28ºC (21-30ºC sem quedas abaixo de 12ºC), chuvas acima de 1.000 mm/ano bem distribuídos (100 mm/mês), com período seco na frutificação, umidade relativa do ar entre 75 e 80%. A região quente do semi-árido nordestino, com irrigação artificial, induz boa vegetação e produção à gravioleira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A planta adapta-se a diferentes tipos de solos mas prefere aqueles profundos, bem drenados, ricos em matéria orgânica, ligeiramente ácidos - PH entre 6,0-6,5 - não sujeitos a encharcamento e argilo-arenosos. Os solos de aluvião, bem drenados, prestam-se bem à graviola.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-3808890949369389991?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/3808890949369389991/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=3808890949369389991' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/3808890949369389991'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/3808890949369389991'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/11/graviola.html' title='Graviola'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/Rztt6XA5SiI/AAAAAAAAAck/RFSoFc-QH0M/s72-c/graviola2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-7557994255267035378</id><published>2007-11-02T06:50:00.003-07:00</published><updated>2007-11-10T03:35:45.910-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cubiu Cuidados'/><title type='text'>Cubiu -- Pragas e doenças</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Pragas e doenças &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pragas&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Amazônia, a presença de numerosas espécies da família Solanaceae, espontâneas e vizinhas às áreas onde o cubiu é cultivado, constitui uma fonte de infestação. As pragas mais frequentes são as vaquinhas, ácaros e pulgões. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O controle pode ser feito, respectivamente, por meio de pulverizações com os seguintes agrotóxicos: Azimphos Ethil (Guzathion 400), Dicofol (Kelthane 185E) e Methamidophos (Tamarom 600 E), nas proporções indicadas pelo fabricante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Doenças &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Na fase de sementeira, a doença mais comum é a 'mela.' Esta moléstia é causada por fungos conhecidos como Pythium sp. e Rhizoctonia solani. Geralmente, isso ocorre quando o solo utililizado na sementeira está contaminado e um grande número de plantas muito novas ficam confinadas num espaço muito pequeno. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os métodos simples para evitar que organismos patogênicos ataquem as plantas de cubiu na fase de sementeira são os seguintes: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;tratamento do solo por meio de solarização (consiste em cobrir o solo com plástico transparente e deixar pelo menos 30 dias exposto ao sol); &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;regar o solo com uma solução de água sanitária&lt;/strong&gt; (hipoclorito de sódio), numa proporção de 2,5 litros por 7,5 litros d'água; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;utilizar solos de florestas virgens.&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;No campo foi constatado murchamento de plantas com presença do fungo Sclerotium rolfsii. Entretanto, na mesma área foram encontradas plantas não atacadas, sem sintomas de murchamento, indicando variabilidade genética para resistência a esse organismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como medida de controle preventivo&lt;/strong&gt;, recomenda-se a prática de rotação de culturas, a queima e a aplicação por meio de pulverizações, de Benomyl (Benlate 500), em forma de solução (30 gramas do pó molhável por 20 litros d'água) na região do colo da planta, uma vez ao mês.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-7557994255267035378?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/7557994255267035378/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=7557994255267035378' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/7557994255267035378'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/7557994255267035378'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/11/pragas-e-doenas_02.html' title='Cubiu -- Pragas e doenças'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-6097127502850415289</id><published>2007-11-02T06:50:00.001-07:00</published><updated>2007-11-10T03:36:10.350-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cubiu Cultivo'/><title type='text'>Cubiu --Propagação e cultivo</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Propagação e cultivo &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O cubiu é propagado exclusivamente por sementes&lt;/strong&gt;. A semeadura pode ser feita em qualquer época do ano em copos e sacos plásticos ou de papel, em bandejas de isopor ou em canteiros comuns com 1,0 metro de largura por 10 centimetros de altura. O comprimento dever ser compatível com a quantidade de mudas que o agricultor deseja cultivar. Com 30 gramas de sementes viáveis é possível produzir 10.000 mudas suficientes para cultivar uma área de um hectare, adotando espaçamento de 1,00 x 1,00 metro. Se a semeadura for feita em copos, sacos ou bandejas, é aconselhável fazer o desbaste, deixando a planta mais vigorosa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O substrato para enchimento dos recipientes&lt;/strong&gt; que irão receber as sementes deve conter partes iguais de solos arenoso e argiloso e esterco (1/3+1/3+1/3). Em condições favoráveis de temperatura e umidade, as sementes iniciam a germinação a partir do sétimo dia após a semeadura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O plantio definitivo pode ser feito entre 45 e 60 dias após a semeadura, fase em que as plantas apresentam três a quatro folhas definitivas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As covas devem ser abertas com o tamanho mínimo de 20 centímentros de largura por 20 centímetros de comprimento e 20 centímetro de altura. Se o solo for propenso ao encharcamento, é recomendável abrí-las sobre leiras de 20 centímetros de altura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cubiu pode crescer sem o uso de fertilizantes, mas neste caso, a produção de frutos é muito baixa. O maior rendimento alcançado nos experimentos realizados por pesquisadores do INPA foi utilizando os seguintes adubos e doses por planta no ato do plantio: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 quilo de matéria orgânica (esterco curtido ou qualquer composto orgânico); &lt;br /&gt;ramas de superfosfato triplo; &lt;br /&gt;50 gramas de cloreto de potássio; &lt;br /&gt;10 gramas de uréia. &lt;br /&gt;Aos quinze dias após o transplante, é recomendável aplicar 10 gramas de uréia por planta em cobertura e repetir a dosagem mensalmente, até o início da colheita. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na época seca, recomenda-se irrigar o plantio e utilizar a cobertura morta, a qual consiste na colocação, em torno da planta, de palha, capim, casca de arroz ou resíduos de serraria. A cobertura morta evita o aquecimento do solo e permite a conservação de sua umidade por um perído de tempo mais prolongado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-6097127502850415289?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/6097127502850415289/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=6097127502850415289' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/6097127502850415289'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/6097127502850415289'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/11/propagao-e-cultivo.html' title='Cubiu --Propagação e cultivo'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-4803268497293458660</id><published>2007-11-02T06:45:00.000-07:00</published><updated>2007-11-10T03:36:45.498-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cubiu Clima e Solo'/><title type='text'>Cubiu- Exigências de clima e solo</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/RysqCS9B90I/AAAAAAAAAaY/-PfUyuMYMDY/s1600-h/cubfruit.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/RysqCS9B90I/AAAAAAAAAaY/-PfUyuMYMDY/s320/cubfruit.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128238819627366210" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Exigências de clima e solo &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O cubiu é uma planta&lt;/strong&gt; que cresce bem em regiões de clima quente e úmido com temperatura média entre 18 e 30ºC e umidade relativa de 85% no decorrer do ano. Apesar de ser uma espécie que necessita de luz, pode crescer na sombra, mas, nesta condição, a produção de frutos é reduzida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O cubiu está adaptado&lt;/strong&gt; tanto a solos ácidos de baixa fertilidades, quanto a solos neutros e alcalinos de boa fertilidade, com textura desde argilosa até arenosa. Esta espécie pode ser cultivada desde regiões ao nível do mar, até 1.500 metros de altitude.Composição média por 100 gr. de polpa de cubiu: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Componente Quantidade Unidade&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;Água 88,50 gramas &lt;br /&gt;Proteína 0,90 gramas &lt;br /&gt;Fibra 9,20 gramas &lt;br /&gt;Cinzas 0,70 gramas &lt;br /&gt;Cálcio 16,0 miligramas &lt;br /&gt;Fósforo 30,00 miligramas &lt;br /&gt;Ferro 1,50 miligramas &lt;br /&gt;Caroteno 0,18 miligramas &lt;br /&gt;Tiamina 0,06 miligramas &lt;br /&gt;Riboflavina 0,10 miligramas &lt;br /&gt;Niacina 2,25 miligramas &lt;br /&gt;Ácido ascorbico 4,50 miligramas &lt;br /&gt;Valor energético 41,00 calorias&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-4803268497293458660?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/4803268497293458660/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=4803268497293458660' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/4803268497293458660'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/4803268497293458660'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/11/exigncias-de-clima-e-solo.html' title='Cubiu- Exigências de clima e solo'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/RysqCS9B90I/AAAAAAAAAaY/-PfUyuMYMDY/s72-c/cubfruit.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-1303501700709226195</id><published>2007-11-02T06:36:00.000-07:00</published><updated>2007-11-10T03:37:34.219-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cubiu (Solanum Sessiliflorum'/><title type='text'>O cubiu (Solanum sessiliflorum)</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/RysoKC9B9zI/AAAAAAAAAaQ/KVJJpqSJnfA/s1600-h/cubfru.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/RysoKC9B9zI/AAAAAAAAAaQ/KVJJpqSJnfA/s320/cubfru.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128236753748096818" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O cubiu &lt;/strong&gt;(Solanum sessiliflorum) é um fruto bastante nutritivo de sabor e aroma agradáveis. Na Amazônia, o cubiu é usado pelas populações tradicionais como alimento, medicamento e cosmético.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Características gerais&lt;/strong&gt;O fruto do cubiu pode ser consumido ao natural, ou principalmete como tira gosto de bebidas, ou processado para sucos, doces, geléias e compotas. Pode ainda ser utilizado em caldeirada de peixe ou como tempero de pratos à base de carne e frango. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uso medicinal-&lt;/strong&gt;O cubiu pode também ser utilizado no tratamento da anemia, da pelagra e no controle dos níveis elevados de colesterol, ácido úrico e glicose no sangue. Os índios peruanos Waonrani utilizam as folhas, galhos e raízes das plantas jovens, fervidas e maceradas, para tratar de mordidas de aranhas e cicatrizar ferimentos externos. O suco do cubiu pode ser utilizado para dar brilho aos cabelos. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O cubiu é popularmente conhecido&lt;/strong&gt;: como topiro e tupiro no Perú, cocona na Colômbia, Peru e Venezuela, tomate de índio no Estado de Pernambuco, orinoco apple e peach tomato nos países de língua inglesa. É originário da Amazônia Ocidental, onde foi domesticado pelos Índios pré-colombianos, e ocorre em toda a Amazônia brasileira, peruana, colombiana e venezuelana.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Caractericas e cultivo&lt;/strong&gt;A planta pode produzir de 30 a 100 toneladas de frutos por hectare. Em testes de processamento, observou-se que 10 quilos de frutos podem ser transformados em aproximadamente 3 quilos de doce e 1,5 quilo de geléia ou 7,5 litros de suco puro. Portanto, uma plantação com um rendimento de 70 toneladas por hectare poderá render 21 toneladas de doce e 10,5 toneladas de geléia ou 52.000 litros de suco por hectare. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O cubiu é um arbusto ereto e ramificado de ciclo anual&lt;/strong&gt;, com altura variando de 80 centímetros a 2 metros. &lt;br /&gt;Exigências de clima e solo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cubiu é uma planta que cresce bem em regiões de clima quente e úmido com temperatura média entre 18 e 30ºC e umidade relativa de 85% no decorrer do ano. Apesar de ser uma espécie que necessita de luz, pode crescer na sombra, mas, nesta condição, a produção de frutos é reduzida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cubiu está adaptado tanto a solos ácidos de baixa fertilidades, quanto a solos neutros e alcalinos de boa fertilidade, com textura desde argilosa até arenosa. Esta espécie pode ser cultivada desde regiões ao nível do mar, até 1.500 metros de altitude.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-1303501700709226195?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/1303501700709226195/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=1303501700709226195' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/1303501700709226195'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/1303501700709226195'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/11/o-cubiu-solanum-sessiliflorum.html' title='O cubiu (Solanum sessiliflorum)'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/RysoKC9B9zI/AAAAAAAAAaQ/KVJJpqSJnfA/s72-c/cubfru.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-4504991544348844416</id><published>2007-10-31T11:31:00.000-07:00</published><updated>2007-11-10T03:38:17.268-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='As Helicônias No Brasil'/><title type='text'>As helicônias no Brasil, são de cerca de 40 espécies</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/RyjKYS9B9rI/AAAAAAAAAZI/3IUSvkrYK3s/s1600-h/flor-01.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/RyjKYS9B9rI/AAAAAAAAAZI/3IUSvkrYK3s/s400/flor-01.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5127570694514800306" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Aqui no Brasil, cerca de 40 espécies ocorrem naturalmente em nosso país e são conhecidas por vários nomes, conforme a região: bananeira-de-jardim, bananeirinha-de-jardim, bico-de-guará, falsa-ave-do-paraíso e paquevira, entre outros.&lt;br /&gt;As helicônias são utilizadas como plantas de jardim ou flores de corte. Sua aceitação como flores de corte tem sido crescente, tanto no mercado nacional como internacional. As razões que favorecem sua aceitação pelo consumidor são a beleza e exoticidade das brácteas que envolvem e protegem as flores, muito vistosas, de intenso e exuberante colorido e, na maioria das vezes, com tonalidades contrastantes; além da rusticidade; da boa resistência ao transporte e da longa durabilidade após colheita. &lt;br /&gt;Se a finalidade for o uso como flor de corte, as espécies mais indicadas para o cultivo são aquelas que apresentam inflorescências pequenas, leves, eretas, de grande durabilidade e com hastes florais de pequeno diâmetro, embora as inflorescências pendentes, apesar das dificuldades de embalagem, também apresentem um grande valor de mercado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-4504991544348844416?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/4504991544348844416/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=4504991544348844416' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/4504991544348844416'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/4504991544348844416'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/10/aqui-no-brasil-cerca-de-40-espcies.html' title='As helicônias no Brasil, são de cerca de 40 espécies'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/RyjKYS9B9rI/AAAAAAAAAZI/3IUSvkrYK3s/s72-c/flor-01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-4251456070129995130</id><published>2007-10-31T11:29:00.001-07:00</published><updated>2007-11-10T03:41:45.286-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Helicônias Plantas Tropical'/><title type='text'>As helicônias -Plantas tropicais e exóticas</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/RyjJrC9B9qI/AAAAAAAAAZA/8dzuHg2To3c/s1600-h/beija-heliconia2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/RyjJrC9B9qI/AAAAAAAAAZA/8dzuHg2To3c/s400/beija-heliconia2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5127569917125719714" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Plantas tropicais e exóticas constituem uma das maiores riquezas da nossa flora&lt;/strong&gt;. Exuberantes, coloridas, com formas inusitadas, elas são apreciadas no mercado internacional também por sua durabilidade e pela capacidade de, mesmo sozinhas, gerar composições surpreendentes. Um bom exemplo deste tipo de planta são as helicônias, cujo mercado tem se tornado cada vez mais convidativo. Vale a pena conhecer os aspectos técnicos do seu cultivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As helicônias são plantas de origem neotropical, mais precisamente da região noroeste da América do Sul. Originalmente incluído na família Musaceae (a família das bananeiras), o gênero Helicônia mais tarde passou a constituir a família Heliconiaceae, como único representante. O nome do gênero foi estabelecido por Lineu, em 1771, numa referência ao Monte Helicon, situado na região da Beócia, na Grécia, local onde, segundo a mitologia, residiam Apolo e suas Musas.&lt;br /&gt;O gênero Helicônia é ainda muito pouco estudado e ainda é incerto o número de espécies existentes, ficando na faixa compreendida entre 150 a 250 espécies. &lt;br /&gt;Seis espécies ocorrem nas Ilhas do Sul do Pacífico, Samoa e Indonésia. As demais estão distribuídas na América Tropical desde o sul do México até o norte de Santa Catarina, região sul do Brasil. As helicônias, conforme a espécie, ocorrem em altitudes que variam de 0 a 2.000m, embora poucas sejam aquelas restritas às regiões mais altas. Ocorrem predominantemente nas bordas das florestas e matas ciliares e nas clareiras ocupadas por vegetação pioneira. Desenvolvem-se em locais sombreados ou a pleno sol, de úmidos a levemente secos e em solos argilo-arenosos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-4251456070129995130?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/4251456070129995130/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=4251456070129995130' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/4251456070129995130'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/4251456070129995130'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/10/plantas-tropicais-e-exticas.html' title='As helicônias -Plantas tropicais e exóticas'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/RyjJrC9B9qI/AAAAAAAAAZA/8dzuHg2To3c/s72-c/beija-heliconia2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-3934811898756070347</id><published>2007-10-30T09:44:00.001-07:00</published><updated>2007-11-10T03:42:19.637-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lichia Brewster'/><title type='text'>LICHIA BREWSTER</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/Rydfgi9B9mI/AAAAAAAAAYU/xm9pMn4JfXA/s1600-h/lichiabrewster.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/Rydfgi9B9mI/AAAAAAAAAYU/xm9pMn4JfXA/s400/lichiabrewster.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5127171713527838306" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BREWSTER&lt;/strong&gt; : Frutos de tamanho médio a grande, elípticos e  de coloração vermelho-brilhante. Cachos com 6 a 20 frutos com sementes grandes. Maturação precoce. É a segunda variedade mais cultivada no Brasil.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-3934811898756070347?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/3934811898756070347/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=3934811898756070347' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/3934811898756070347'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/3934811898756070347'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/10/lichia-brewster.html' title='LICHIA BREWSTER'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/Rydfgi9B9mI/AAAAAAAAAYU/xm9pMn4JfXA/s72-c/lichiabrewster.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-7210649787087596177</id><published>2007-10-30T09:41:00.000-07:00</published><updated>2007-11-10T03:42:46.449-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lichia Bosworth'/><title type='text'>LICHIA BOSWORTH</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/RydfBi9B9lI/AAAAAAAAAYM/KgzF6eCK2eU/s1600-h/lichiabosworth.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/RydfBi9B9lI/AAAAAAAAAYM/KgzF6eCK2eU/s400/lichiabosworth.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5127171180951893586" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BOSWORTH&lt;/strong&gt; 3  ( KWAI MAI PINK ) : Frutos de tamanho médio e arredondados de coloração vermelho-alaranjado . Cachos com 8 a 20 frutos com sementes médias. Maturação meia-estação. De todas as variedades é a considerada de menor alternância.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-7210649787087596177?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/7210649787087596177/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=7210649787087596177' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/7210649787087596177'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/7210649787087596177'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/10/lichia-bosworth.html' title='LICHIA BOSWORTH'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/RydfBi9B9lI/AAAAAAAAAYM/KgzF6eCK2eU/s72-c/lichiabosworth.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-6201488830848134205</id><published>2007-10-30T09:38:00.001-07:00</published><updated>2007-11-10T03:43:10.753-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lichia Bengal'/><title type='text'>Lichia Bengal</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/RydeBC9B9kI/AAAAAAAAAYE/gsi1vWFS4DI/s1600-h/lichiadebengal.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/RydeBC9B9kI/AAAAAAAAAYE/gsi1vWFS4DI/s400/lichiadebengal.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5127170072850331202" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;BENGAL&lt;/strong&gt; : Frutos grandes e cordiformes de coloração vermelho-brilhante. Cachos com 8 a 30 frutos com sementes grandes. Maturação precoce. A variedade de maior produtividade e a mais plantada no Brasil&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-6201488830848134205?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/6201488830848134205/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=6201488830848134205' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/6201488830848134205'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/6201488830848134205'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/10/lichia-bengal.html' title='Lichia Bengal'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/RydeBC9B9kI/AAAAAAAAAYE/gsi1vWFS4DI/s72-c/lichiadebengal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-2373362528842260300</id><published>2007-10-30T08:59:00.001-07:00</published><updated>2007-11-10T03:43:40.187-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Lichia A Rainha'/><title type='text'>Lichia</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/RyddeC9B9jI/AAAAAAAAAX8/-Knug99-6dM/s1600-h/lichia.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/RyddeC9B9jI/AAAAAAAAAX8/-Knug99-6dM/s320/lichia.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5127169471554909746" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; 1. DESCRIÇÃO BOTÂNICA&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A lichia (Litchi chinensis Sonn.) &lt;/strong&gt;é um importante representante da família Sapindaceae, à qual pertence, também, o guaraná (Paulinia cupana).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem três subespécies de lichia: a chinensis, phillippenis e javanensis, sendo que a segunda produz frutos não comestíveis e a terceira, frutos de pequeno valor comercial e de interesse apenas na Indochina e em Java. Portanto, somente a Litchi chinensis chinensis é de interesse econômico e, na qual, distinguem-se duas grandes raças: Lichia da água e Lichia da montanha, sendo que; na China, a primeira tem frutos de melhor qualidade e é cultivada nas terras baixas; já a segunda tem frutos menores, com casca um tanto espinhosa, também comestíveis e é cultivada em altitudes mais elevadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A planta atinge 10 a 12 metros de altura e tem tendência a desenvolver ramos direcionados para o solo. O sistema radicular das plantas, originadas de semente, apresenta uma grande raiz pivotante (praticamente ausente nas originadas por processos vegetativos), sendo que as raízes absorventes se distribuem no perfil do solo até uma profundidade de 1.0 metro. As folhas são alternadas e compostas, o número de folíolos varia de 2 a 12. A inflorescência é em panícula, produzida em ramo do ano e composta de centenas de pequenas flores brancas. Normalmente, a florada começa em fins do inverno a início da primavera, sendo que ocorrem três tipos de flores que se abrem, consecutivamente, na mesma panícula:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Flor tipo I: funcionalmente masculina&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Flor tipo II : funcionalmente feminina&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Flor tipo III: funcionalmente masculina&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fruto é uma drupa de forma e tamanho variáveis, dependendo do cultivar; pode ser redondo, oval ou cordiforme e atingir até 5 cm de comprimento por 4 cm de largura; o peso pode variar de 10 a 35 g. A casca é vermelho-brilhante (quando maduro), delgada, coriácea e quebradiça. A polpa é, normalmente, branca e translúcida. A semente é marrom-brilhante, com tamanho aproximado de l0 a 18% do fruto. Pode ocorrer aborto de sementes, as chamadas “língua-de-galinha”, o que não diminui muito o tamanho dos frutos, que passam a ser preferidos por apresentarem uma maior porcentagem de polpa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. DISSEMINAÇÃO E VALOR NUTRICIONAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A disseminação da cultura da lichia aconteceu recentemente, sendo que há séculos vem sendo cultivada na China, região de origem, de onde foi levada para a Índia e outras regiões. Atualmente, os maiores produtores são China, Tailândia, Índia, Estados Unidos (Flórida e Havaí e Nepal.&lt;br /&gt;O fruto é rico em minerais e vitaminas, contendo por l00g de polpa: água (82,lg), calorias (65), proteína (0,8g), gorduras (0.4g), carboidratos (l6,3g), fibras (0,2g), Ca (l0mg), P (29mg), Fe (0,3mg), Na (3mg), K (l70mg), Tiamina (0,50mg), Riboflavina (0,60mg), Niacina (0,6mg) e Vitamina C (50mg).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. VARIEDADES&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podem-se citar inúmeras variedades de lichia, que são definidas observando as seguintes características: período de maturação, vigor da planta, forma, tamanho e coloração das folhas, produtividade, forma, tamanho, textura e coloração da casca dos frutos, textura e aroma da polpa, tamanho da semente e porcentagem de ocorrência de “semente abortada” (lingua-de-galinha) Martins (l992).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Donadio (l987), as variedades mais plantadas são as chinesas, incluindo a mais conhecida ‘Brewster’; mas também são utilizadas variedades selecionadas indianas, hawaianas e as da África do Sul. Na China, tem-se as variedades Brewster (Chen Purple), ‘Kwai Mi’, ‘Hak Ip’, ‘No Mai Tez’ e ‘Wai Chi’. Na Índia, tem-se as variedades ‘Calcutá’, ‘Dehra’, ‘Dun’, ‘Early Large Red’, ‘Early Seedless’, ‘Honh Kong’, ‘Late Seedless’, ‘Mazzaferpur’, ‘Rose Santed’, ‘Saharampur’, ‘Seedless l’ e ‘Seedless 2’. No Havaí, tem-se a ‘Groff’, a ‘Charley tong’ e a ‘Hilo’. Na África do Sul, tem-se a ‘Mauritius’. Já no Brasil, a partir de sementes trazidas dos Estados Unidos, foi selecionada uma variedade a ‘Americana’que, provavelmente, da variedade chinesa conhecida como ‘No Mai Tse’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As principais variedades cultivadas nas regiões subtropicais são: ‘Bengal’, ‘Brewster’, ‘Mauritius’, ‘Sweet clift’ e ‘Americana’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;‘Bengal’ - (também denominada de ‘Brewster’, na Austráha) maturação precoce, a planta apresenta moderado vigor. Os frutos são cordiformes (em forma de coração), com peso médio de 21 g, coloração vermelho-brilhante, polpa firme e de boa qualidade e 65% do fruto, semente grande e com cerca de 20-35% de abortos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Originada de semente e selecionada na Flórida a partir da variedade indiana Purbi..Os limbos dos folíolos são grandes com leve ondulação. A planta é vigorosa e apresenta frutificação irregular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;‘Brewster’ - maturação mais precoce que a ‘Bengal’, planta vigorosa de crescimento ereto. Os frutos são elípticos, com peso médio de 23 g, coloração vermelho brilhante, polpa macia, de qualidade aceitável, cerca de 74%, de sabor ácido, a menos que esteja bem madura. Semente de tamanho mediano a grande e com 30 - 50% de abortos. Quanto ao aspecto dos frutos, é bastante semelhante aos da ‘Bengal’; no entanto, não se apresentam em cachos tão compactos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem origem na província chinesa de Fujian, onde foi selecionada pelo Reverendo W.M. Brewster, de quem recebeu o nome. Entretanto, é a mesma que a variedade chinesa Chen Zi. Os limbos dos folíolos são grandes, verde-escuros, ondulados e com ápice ligeiramente voltado para baixo. A planta é vigorosa e apresenta frutificação irregular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;‘Mauritius’ - maturação precoce, planta com alto vigor, copa muito aberta e muito sensível a ventos. Os frutos são ovóides a cordiformes, com peso médio de 24 g, coloração vermelha, mas um pouco escuro quando maduro, polpa de qualidade aceitável e em torno de 71%. Semente grande com cerca de 15 - 20% de abortos. Muito produtiva, mas o fruto não tem boa qualidade a não ser que esteja totalmente maduro, mas, neste caso, a coloração não é boa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corresponde à variedade chinesa Tai So. A semente é grande. Polpa doce e sucosa. A ocorrência de sementes abortadas é de cerca de 15%. Os folíolos são grandes, largos e levemente ondulados. A planta tem grande vigor e apresenta frutificação irregular na Austrália, mas na China e África do Sul, a frutificação é regular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;‘Sweet Clift’ - na China, é conhecida como ’Wai Chee’. Fruto pequeno (l 7g.), ovalado e vermelho-intenso. A semente é pequena. A polpa corresponde a 68% do fruto, é sucosa e doce. A ocorrência de sementes abortadas é de 35%. É a variedade de maturação mais tardia. Os folíolos são pequenos, ovalados e ondulados. A planta tem pouco vigor e apresenta frutificação regular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;‘Americana’ - variedade brasileira, selecionada a partir de sementes trazidas dos EUA, da variedade No Mai Tszé. Apresenta fruto cordiforme, com cerca de 18 g, e coloração vermelho-intensa. Ocorrência de cerca de 30 a 50% de sementes abortadas. Excelente qualidade. Produção entre regular e alternante, com rendimento moderado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;‘Groff’ – Corresponde a variedade chinesa Souey Tung. Fruto pequeno (14g), cordiforme e vermelho escuro. A semente praticamente não existe, pois a porcentagem de abortadas é de 90-100%. A polpa é doce e de excelente qualidade. Os folíolos são pequeno e ondulados. A planta tem pouco vigor médio e apresenta frutificação irregular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há um grande número de variedades de lichia que são definidas por características como: período de maturação, vigor da planta, forma, tamanho e coloração das folhas, produtividade, forma e tamanho do fruto, textura da polpa, tamanho da “língua-de-galinha”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4. PROPAGAÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A propagação comercial da lichia é feita por processo vegetativo, sendo mais comum a alporquia. Entretanto, podem ser utilizados outros métodos, tais como: por semente, enxertia ou estaquia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.1. Propagação por Sementes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este processo, geralmente, não é utilizado, uma vez que plantas de pés-francos são geneticamente desuniformes, apresentam um longo período juvenil (demoram 10 anos ou mais para. começarem a produzir), além de alternância de produção e frutos de baixa qualidade. Entretanto, novas cultivares podem ser obtidas através de seleção de pés-francos que tenham características interessantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As sementes podem ser armazenadas por até 4 semanas, desde que mantidas dentro do fruto. Uma vez as sementes retiradas, começam a perder viabilidade em 24 horas e, após 4 a 14 dias, não mais germinam. Sementes armazenadas em água, por 24 horas, têm maior germinação do que as mantidas em vermiculita ou condições ambiente. Recomenda-se o armazenamento em esfagno úmido, a 8oC, por até 8 semanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A semeadura deve ser feita em substrato com boa aeração, parcialmente sombreado, na posição horizontal e a uma distância entre si, de l a 2,5 cm. A germinação dá-se em 3 dias, sendo preferível a semeadura em bandejas com posterior transplante para sacos plásticos, quando as mudas estiverem com l0-l5cm. de altura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este processo só é utilizado quando se visa a trabalhos de melhoramento ou produção de porta-enxertos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.2. Enxertia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há evidência de que os chineses têm realizado enxertia de lichia há séculos, apesar disto, o método não é utilizado pelos viveiristas por apresentar baixa porcentagem de pegamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.2.1. Garfagem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem alguns processos para se obter um maior pegamento do enxerto, um deles é realizar anelamento do ramo, 3 a 4 semanas antes da enxertia, ou utilizar garfos da porção não terminal do ramo. Entretanto, o insucesso pode ser devido a características da própria planta, pois o câmbio é ativo em somente um terço de sua circunferência, num dado momento ou, ainda, por incompatibilidade entre as partes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A enxertia por garfagem pode ser feita por fenda cheia, inglês-simples ou complicado, utilizando-se de garfos com 3 a 5 cm de comprimento e cavalos com cerca de 2 anos de idade. Em condições de temperatura favorável, as gemas começam a se desenvolver em 3 a 4 semanas. Quando a muda estiver com 50 a 100 cm de altura, estará em condições de ir para o campo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este processo deve ser reconsiderado, uma vez que podemos obter vantagens do uso de porta-enxertos, tais como: controle do amanho da planta ou hábito de crescimento, da produção, qualidade e tamanho do fruto, resistência a frio, pragas e doenças, além de tolerância a diferentes condições de solo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.2.2. Borbulhia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A enxertia por borbulhia pode ser feita por T invertido ou janela aberta, sendo que este último é menos usado e tem menor pegamento, sendo utilizado, apenas, quando a casca não se solta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A seleção do estádio da borbulha é mais crítico do que o processo de borbulhia ou estádio do porta-enxerto. Recomenda-se a retirada de borbulhas de ramos vigorosos, ainda verdes e que apresentem gemas axilares proeminentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.3. Estaquia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A propagação da lichia por estaquia não é utilizada pelos viveiristas por depender de diversos fatores, como genótipo, condições fisiológicas da planta, tipo de ramo e condições ambientais, além de infra-estrutura complexa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao se utilizar de técnicas corretas, pode-se obter alta porcentagem de enraizamento, que ocorre 2 a 4 meses após a estaquia. Após este período, devem ser mantidas em sacos plásticos, em lugar sombreado, por 15 a 20 meses, quando atingem 50 a 60 cm e estarão em condições de ser plantadas no campo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste processo, devemos utilizar estacas herbáceas, com cerca de 15 cm de comprimento, um par de folhas e mantidas sob nebulização intermitente. A aplicação de auxinas pode melhorar a porcentagem e uniformidade de enraizamento, além de antecipá-lo e aumentar o número e comprimento das raízes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de este processo não ser utilizado, é indicado por diminuir o período juvenil, originar plantas uniformes e permitir a obtenção de um grande número de mudas a partir de uma única planta matriz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4.4. &lt;strong&gt;Alporquia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o método mais utilizado. Entretanto, ao se obter um grande número de mudas, provoca-se grandes danos à planta matriz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recomenda-se utilizar ramos com 1,5 a 2,5 cm. de diâmetro e 45 a 60cm de comprimento, obtendo-se uma porcentagem de enraizamento superior a 90%. Pode ser realizado em qualquer época do ano, desde que se tenha umidade suficiente, mas os melhores resultados são obtidos na primavera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processo inicia-se com o anelamento do ramo, retirando-se um anel de 1,5 a 2,5 cm de largura. A injúria deve ser coberta com substrato que retenha umidade (solo, esfagno, etc.) e coberto com plástico. O processo pode ser melhorado pela aplicação de auxina na região anelada, o que melhora o enraizamento e diminui o período de obtenção da muda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez o ramo enraizado, deve ser separado da planta matriz, época em que se deve retirar de 50 a 70% das folhas para se diminuir a transpiração. As mudas deverão, então, ser mantidas em ambientes quentes, sombreados, com alta umidade e protegidas de ventos. As mudas estarão aptas para ser plantadas no campo, após passarem por dois fluxos vegetativos (cerca de 12 meses).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recomenda-se manter as plantas, obtidas por alporquia, sob nebulização intermitente, melhorando o crescimento e sobrevivência, além do que esta prática permite a retenção das folhas, acelerando o estabelecimento da muda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;5. CLIMA&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A lichia é bastante exigente com relação ao clima, desenvolve-se bem, mas não produz satisfatoriamente em regiões tropicais, adaptando-se melhor em regiões onde o clima é frio e seco antes do florescimento e, no resto do ano quente e úmido. A planta resiste mais o frio do que a mangueira e menos do que a laranjeira. A faixa de temperatura ideal, para esta fruteira, situa-se entre 20 a 35oC, sendo que paralisa totalmente sua atividade, vegetativa abaixo de 15 ou 16oC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As folhas novas são sensíveis a ventos, necessitando, portanto, da instalação de quebra-ventos nas áreas onde eles ocorrem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com relação à precipitação, o ideal encontra-se entre 1250 e 1700 mm. A exigência em água é maior nas plantas novas e naquelas em produção. Entretanto, a planta encontra-se sob estresse hídrico quando sob condições de dias quentes, secos, de baixa umidade relativa e ocorrência de ventos, mesmo sob alta umidade do solo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O clima é um dos fatores mais importantes que afetam a iniciação floral, favorecida por temperaturas baixas e estresse hídrico; o florescimento é maior nos locais onde ocorrem temperaturas abaixo de 13oC por 200 horas ou mais. Entretanto, estes fatores por si só não são suficientes, pois o florescimento pode ocorrer sem passar por estas condições, mostrando que fatores nutricionais e hormonais também, estão envolvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6. SOLO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lichia não é muito exigente em solo, apesar de preferir os leves, profundos e com alto teor de matéria orgânica, que pode ser substituída por adubações adequadas. O pH deve estar entre 5,5 e 6,5, suportando solos mais ácidos que a mangueira e abacateiro; adapta-se a solos com pH até 8,5, desde que haja fornecimento de micronutrientes. A maior exigência é nos primeiros anos da cultura, quando necessita de alto teor de matéria orgânica para um bom desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7. PLANTIO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O espaçamento de plantio deve ser de l0 x l0m, resultando em 100 plantas por hectare. Entretanto, seria interessante uma melhor utilização da área, utilizando-se de espaçamento de 6 x 6m, fazendo-se um desbaste quando as plantas estiverem com cerca de 15 anos, deixando-as espaçadas de l2 x l2m. Este método permite-nos a colheita da produção de 134 plantas por hectare, por um período de cerca de 10 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O plantio deve ser realizado, preferencialmente, em dias nublados, e em covas previamente adubadas com 5kg de esterco de curral e 500g de superfosfato simples. Após o plantio deve-se promover irrigação sempre que for necessário e tutorar a planta, . pelo menos no primeiro ano, a fim de se evitar danos no sistema radicular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8&lt;strong&gt;. PRÁTICAS CULTURAIS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8.1. &lt;strong&gt;Controle de Ervas Daninhas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cultura deve ser mantida no.limpo, devido a ter um sistema radicular superficial. Podem ser usados herbicidas de pós-emergência como Paraquat ou Glifosate, evitando-se atingir as folhas, o que provocaria problemas de fitotoxicidade. Durante os primeiros anos de cultivo da cultura, é interessante que se faça cobertura morta sobre as plantas, o que auxilia no controle de ervas daninhas, além de manter a umidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8.2. &lt;strong&gt;Poda&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A planta deve ser conduzida em haste única até uma altura de, no mínimo 50 cm, quando se deixam 3 a 4 ramos fortes e bem distribuídos que darão origem à copa. Na época da colheita, deve-se retirar, juntamente com o cacho, cerca de 20 cm dos ramos, esta prática estimula a produção de um maior número de ramos terminais. Recomenda-se, ainda, poda de limpeza e aeração, para uma melhor penetração dos raios solares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos pomares com plantio adensado, devem-se podar os ramos que se sobrepõem, entre plantas vizinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8.3. &lt;strong&gt;Anelamento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A prática do anelamento visa a evitar alternância de produção. No ano seguinte ao de uma boa produção, antes do inverno (março a abril), realiza-se o anelamento de ramos com, no mínimo, 1,5 cm de diâmetro na região a ser anelada. O processo consiste numa incisão de 0,16 a 0.40 cm, por toda a circunferência do ramo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O anelamento não é recomendado como prática habitual, uma vez que os resultados são variáveis e seu uso, com freqüência, resulta em diminuição do crescimento da planta, frutos pequenos e morte dos ramos anelados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8.4. Uso de Reguladores de Crescimento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os reguladores podem induzir a dormência vegetativa e estimular o florescimento, quando aplicados no inverno; já, quando usados no florescimento, melhora a frutificação e diminui a queda de frutos. Em ambos os casos, é utilizado o Ácido Naftaleno Acético (ANA) nas doses de 100 e 10ppm, respectivamente. Entretanto, os resultados obtidos são bastante inconsistentes, pois há influência do clima e estado nutricional da planta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. ADUBAÇÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As adubações devem ser feitas com base no estádio e produção da planta. Sabe-se que exportam, na colheita, a cada 100 kg de frutos, cerca de 90-250g de nitrogênio; 35-50g de fósforo; 240-320g de potássio; 20-60g de cálcio; 2,0-2,5g de cloro; 1,0- 1,4g de sódio; 0,6-1,3g de ferro; 0,4-0,7g de manganês; 0,7-l,0g de zinco; 0,5-l,0g de cobre e 0,3-0,7g de boro. Entretanto, os pomares comerciais são adubados com base em recomendações pré-estabelecidas, como a que se segue:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do primeiro ao quinto ano, o nitrogênio deve ser parcelado entre a primavera e o verão. Do sexto ano em diante, em duas parcelas, a primeira antes da florada e a segunda logo após a colheita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fósforo deve ser aplicado de uma só vez, após a colheita. O potássio é aplicado da mesma forma que o nitrogênio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Toda Fruta&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-2373362528842260300?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/2373362528842260300/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=2373362528842260300' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/2373362528842260300'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/2373362528842260300'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/10/name-heliconia-lingulata-ruiz-pavon-cv.html' title='Lichia'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/RyddeC9B9jI/AAAAAAAAAX8/-Knug99-6dM/s72-c/lichia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-4960777083855592475</id><published>2007-10-30T08:30:00.001-07:00</published><updated>2007-12-04T10:51:50.022-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Camu'/><title type='text'>CAMU-CAMU</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/RydQby9B9dI/AAAAAAAAAXM/WKyCjZd7Fd4/s1600-h/camu.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/RydQby9B9dI/AAAAAAAAAXM/WKyCjZd7Fd4/s400/camu.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5127155139249042898" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O camucamuzeiro, Myrciaria dubia (H.B.K) McVaugh, espécie da família Myrtaceae, foi&lt;br /&gt;descrito pela primeira vez em 1823 por Humboldt, Bompland e Kunth, como Psidium&lt;br /&gt;dubium H.B.K. Em 1963, Rogers McVaugh transferiu essa espécie para o gênero Myrciaria, passando então a chamar-se Myrciaria dubia (H.B.K.) McVaugh. No Brasil, o&lt;br /&gt;camucamu é conhecido como: ?caçari?, ?araçá d?água? ou ?sarão?.&lt;br /&gt;Originária da Região Amazônica, a planta caracteriza-se pelo porte arbustivo, ocorrendo naturalmente às margens de lagos e rios. Sua distribuição geográfica estende-se deste a região central do Estado do Pará, passando pelo médio e alto Rio Amazonas até a parte ocidental do Peru e extremo setentrião brasileiro, no Estado de Roraima e através do Rio Casiquiare, e grande parte da alta e média Bacia do Orinoco. Ao sul, no Estado de Rondônia ocorrem às margens dos Rios Ji-Paraná e Candeias. &lt;br /&gt;O primeiro registro de ocorrência do camucamuzeiro no Brasil data de 1902, quando das expedições do botânico A. Ducke à Amazônia Brasileira (MPEG exsicata). Atualmente o camucamuzeiro vem despertando grande interesse à fruticultura, devido o seu potencial elevado para produzir frutos com alto teor de ácido ascórbico (vitamina C), quantidades estas que podem variar de 2.400 a 3.000 mg/100g de mesocarpo e a até 5.000 mg/ 100g de casca. A exploração é efetuada em populações naturais distribuídas em rios amazônicos, cujas produções podem variar de 3 a 25 quilos de frutos frescos por planta. &lt;br /&gt;A polpa pode ser encontrada em países como Japão, França e Estados Unidos, nas formas liofilizadas e congeladas, para uso na agroindústria e indústria farmacêutica, bem como transformadas nas formas de dropes e tabletes de vitamina ?C?.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Morfologia da espécie&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sistema radicular é do tipo cônico, formado por uma raiz principal que alcança 0,50 m no sentido longitudinal, com raízes secundárias distribuídas horizontalmente em um raio que varia, proporcionalmente, ao diâmetro da sombra da copa da planta.&lt;br /&gt;O tronco, formado por um caule principal e varias ramificações laterais, glabros, podendo alcançar alturas de até 4 m na idade de 20 anos. Alguns ecótipos&lt;br /&gt;apresentam-se como policaúlicos, isto é, com várias ramificações desde a base, formando caules secundários, enquanto que outros são monocaúlicos. Sua consistência&lt;br /&gt;é dura porém flexível, daí a necessidade de se tutorar as plantas, quando estas estão carregadas de frutos, para evitar a ruptura ou quebra dos caules, por excesso de peso (frutos).&lt;br /&gt;As folhas são simples e opostas, de forma ovalada, elípticas ou lanceoladas, medindo, em média, 4 cm de comprimento por 2,5 cm de largura. O ápice é&lt;br /&gt;acuminado com base arredondada e bordas ligeiramente onduladas. O pecíolo mede, em média, 5 cm a 6 cm de comprimento por 1 mm a 2 mm de diâmetro e as plantas&lt;br /&gt;que apresentam de três a sete perfilhamentos contêm, em média, 170 folhas.&lt;br /&gt;As flores podem se apresentar individualmente ou na forma de inflorescência, encontrada nas axilas das folhas em toda a extensão dos ramos superiores. A&lt;br /&gt;inflorescência é formada por flores hermafroditas, em número que varia de 1 a 5, pedunculadas; com cálice globoso ou subgloboso, glabro contendo quatro lóbulos&lt;br /&gt;ovalados; corola de quatro pétalas glandulosas, que se alternam com as sépalas ungüiculadas, ovaladas, com ápices acuminados e obtusos. As pétalas são geralmente&lt;br /&gt;brancas, com estiletes de 10 mm de comprimentos, com 125 estames medindo de 7 mm a 10mm de comprimento, anteras de 0,5 mm a 0,7 mm de comprimento. A antese ocorre pela manhã, permanecendo até às 10 horas.&lt;br /&gt;Os frutos são do tipo baga esférica de superfície lisa e brilhante, coloração variando de vermelha a arroxeada, podendo, ter de 2 cm a 4 cm de diâmetro, e uma a&lt;br /&gt;quatro sementes aplainadas e cobertas por uma lâmina com fibrilas brancas. A porção comestível tem rendimento médio de 60% do fruto, 8,5 graus Brix, pH entre 2.9&lt;br /&gt;a 3.1 e ácido ascórbico (vitamina C), variando de 2.400 a 3.000 mg/100g de mesocarpo.&lt;br /&gt;As sementes são reniformes, medindo, em média, 1,2 cm de largura por 8 mm de diâmetro, pesam, em média, 0,4 g e são do tipo ?recalcitrantes?, isto é, perdem a&lt;br /&gt;viabilidade se armazenadas à umidade elevada e a baixas temperaturas. Por isso, é aconselhável efetuar a semeadura logo após o beneficiamento dos frutos.&lt;br /&gt;Ecologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Solo: O camucamuzeiro é encontrado vegetando espontaneamente, ao longo de cursos d?água, portanto, em solos inundados com pH neutro de boa fertilidade natural, permanecendo inundado de 3 a 9 meses por ano. Contudo, também pode ser cultivado em condições de terra firme, em solos com pH ácido de baixa fertilidade, em regiões que apresentam precipitações anuais variando de 1.700 a 3.000 mm. Clima: O camucamuzeiro é planta típica do clima tropical quente e úmido, onde a temperatura média oscila entre 22ºC a 28ºC, suportando temperaturas mínima e máxima em torno de 17 ºC e 35 ºC e umidade relativa (UR) de 70% a até 95%. Em populações naturais, o excessivo sombreamento se torna prejudicial, pois induz à formação de plantas fototrópicas, as quais emitem brotações inaptas à produção de frutos. Em plantações manejadas de&lt;br /&gt;cultivos racionais, a etapa de viveiro requer um sombreamento de cinco dias logo após a repicagem.:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R1WbvaPAKoI/AAAAAAAAAnA/HEdiD9lYv5s/s1600-h/camu1.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R1WbvaPAKoI/AAAAAAAAAnA/HEdiD9lYv5s/s400/camu1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5140185788511693442" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Aspectos Agronômicos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cultivares O plantio do camucamuzeiro pode ser efetuado de duas maneiras a saber:&lt;br /&gt;Produção da muda clonal - Neste processo, o materia&lt;br /&gt;2. Utilizando-se sementes de polinização aberta, coletadas em plantas que evidenciam, em seu habitat natural, elevada produtividade, bem como boas características agronômicas. Para produção das mudas, devem ser adotados os seguintes procedimentos:&lt;br /&gt;a) Em um plantio de camucamuzeiro, selecionar somente plantas bem floradas, altamente produtivas, bem desenvolvidas, e livres do ataque de pragas e de doenças;&lt;br /&gt;b) Por ocasião da colheita dos frutos que se destinem ao fornecimento de sementes para produção de mudas, procurar coletar os maiores, sadios e completamente&lt;br /&gt;maduros e;&lt;br /&gt;c) Nos casos em que for adquirir sementes e/ou mudas, procurar sempre observar a procedência e a qualidade que pode ser verificada através do poder germinativo das&lt;br /&gt;sementes e formato das mudas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Preparo da semente&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após o beneficiamento dos frutos (despolpamento,lavagem e secagem), retirar as sementes e providenciar a semeadura o mais rápido possível, por se tratar de&lt;br /&gt;sementes tipo recalcitrante. As sementes devem ser extraídas de frutos maduros (coloração arroxeada), pois, desta forma, pode-se conseguir maior uniformidade na&lt;br /&gt;germinação.&lt;br /&gt;Depois da retirada dos frutos, as sementes devem ser lavadas e semeadas imediatamente, uma vez que não toleram grandes perdas de umidade, sem que sua&lt;br /&gt;viabilidade seja afetada. Nos casos em que forem armazenadas por aproximadamente seis meses, é recomendado que depois de lavadas, sejam tratadas&lt;br /&gt;durante 15 minutos em solução feita com uma medida de água sanitária para quatro medidas de água e, após nova lavagem, secar à sombra por 24 horas. Em seguida,&lt;br /&gt;as sementes devem ser tratadas com um fungicida tipo pó seco e então acondicionadas em sacos de plástico duplos, mantidos a 20 oC ou a temperatura ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Semeadura&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preparar canteiros medindo 1,00 m de largura por 12,00 m de comprimento e 0,80 m de altura, com cobertura que proporcione 50% de sombra. Utilizar como&lt;br /&gt;substrato, uma mistura composta de terra preta e serragem fina bem curtida, numa proporção de três partes de terra preta, para uma de serragem.&lt;br /&gt;As sementes deverão ser semeadas em sulcos abertos no sentido longitudinal dos canteiros, afastados acerca de 10 cm um do outro, com profundidade, de 2 cm,sendo utilizadas em torno de 70 sementes por metro linear. Após a semeadura, cobrir as sementes com uma fina camada de terra. A germinação das sementes de camucamu é muito&lt;br /&gt;desuniforme, iniciando-se a partir do 15º dia após a semeadura, podendo ser obtido cerca de 90% da germinação, aos 50 dias após a semeadura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Repicagem&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando as mudas atingirem em torno de 10 cm de altura e apresentarem entre seis a oito folhas, devem ser repicadas para sacos de plástico com dimensões de 12 cm de largura x 25 cm de altura e 0,006 cm de espessura, contendo furos na parte inferior.&lt;br /&gt;Para enchimento dos sacos de plástico, é recomendável utilizar substrato composto de: 800 litros de terra de barranco; 200 litros de esterco de curral; 5 kg de&lt;br /&gt;superfosfato simples; 0,5 kg de cloreto de potássio; 1,5 a 2 kg de calcário dolomítico. Salienta-se que 1m3 de substrato enche em torno de 1.000 a 1.200 sacolas.&lt;br /&gt;Irrigações periódicas devem ser efetuadas para dar boas condições de umidade às plântulas. Esta prática é de grande importância para o sucesso na atividade formação&lt;br /&gt;de mudas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Viveiro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que se obtenha boas mudas, é necessário que o sombreamento utilizado no viveiro permita a penetração de, aproximadamente, 50% de luminosidade. Para se obter esta&lt;br /&gt;luminosidade, pode ser utilizado na cobertura do viveiro, sombrite 50% ou palha. Os sacos de plástico deverão então ser arrumados em fileiras, com largura variando de 1,00 m, a 1,20 m, em função da largura do canteiro. As plântulas devem ser irrigadas diariamente, principalmente em períodos de baixa pluviosidade. Adubações foliares devem ser efetuadas, quinzenalmente, com produtos que contenham N, P, K em sua formulação, na concentração variando de 0,3% a 0,5%, isto é 300 a 500&lt;br /&gt;gramas do produto comercial para 100 litros de água. A partir do segundo mês, são recomendadas adubações nitrogenadas no intervalo de 30 dias, na formulação de 30&lt;br /&gt;gramas de uréia, diluídas em 20 litros de água, até o sexto mês.&lt;br /&gt;Após seis meses, ocasião em que as plantas alcançam alturas variando de 50 a 60 centímetros de altura, estão prontas para serem levadas para local definitivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pragas e doenças&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em condições de viveiro, as plantas podem ser atacadas por um besouro de coloração preta denominado de Xylosandrus compactus. O controle da praga deve ser&lt;br /&gt;efetuado através da eliminação das plantas atacadas pelo inseto. Para isso, devem ser efetuadas vistorias freqüentes, no intervalo de 10 a 15 dias, a fim de evitar que os ataques alcançem níveis significativos.&lt;br /&gt;A incidência desta praga poderá ser minimizada pelo aumento da quantidade de luz que penetra no viveiro, isto é, o viveiro nunca deverá apresentar mais de 50% de sombra.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Preparo da área&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O terreno destinado à implantação do pomar de camucamuzeiro deve ser preferentemente, roçado, destocado, arado e gradeado a fim de que sejam incorporados&lt;br /&gt;todos os restos de matéria orgânica existentes na camada superficial do solo.&lt;br /&gt;Na impossibilidade de serem realizadas as operações citadas, o preparo do solo pode ser efetuado através da limpeza da área, derrubada, queima e coivara. Para evitar&lt;br /&gt;o destocamento, que é uma operação cara, sugere-se a escolha de áreas que foram ocupadas com cultivos anuais, ou aquela área em que a vegetação seja do tipo&lt;br /&gt;capoeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espaçamento e número de plantas por hectare Na escolha do espaçamento, devem ser levados em consideração fatores como tipo de solo e sua fertilidade, o tipo de muda, se de sementes de polinização aberta ou clonada, o manejo a ser dado no pomar, dentre outros. Podem ser utilizados espaçamentos de 4,0 m x 4,0 m (625 plantas/ha); 4,0 m x 3,0 m (833 plantas/ha) e 3,0 m x 3,0 m (1.111 plantas/ha). Estes espaçamentos, se utilizados, são suficientes para que se obtenha bom aproveitamento da radiação solar incidente sobre as plantas, contribuindo para a qualidade, aparência e sanidade dos frutos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Sistema de marcação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A marcação deve ser definida em função da declividade do terreno; podendo ser geométrico, retilíneo ou em curvas. Assim, quando a topografia é favorável, podem&lt;br /&gt;ser adotados sistemas quadrados, retangulares ou triangulares.&lt;br /&gt;O sistema quadrado é o mais fácil de ser executado, satisfazendo plenamente as exigências da cultura. Os alinhamentos retangulares são mais indicados, tendo em&lt;br /&gt;vista que pode ser dado a cada planta, a mesma área de terreno que na plantação em quadrado, além de se obter maior espaço livre em um dos sentidos, o que facilita a&lt;br /&gt;movimentação de máquinas no interior do pomar.&lt;br /&gt;O sistema triangular somente deve ser utilizado quando se quer ter maior número de plantas por unidade de terreno. Assim sendo, pode ser utilizado um triângulo&lt;br /&gt;eqüilátero, que proporciona um acréscimo de 15% no número de plantas se comparado com o sistema retangular.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Coveamento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fruticultor deve ter em mente que quanto maior a cova, melhores condições terá a muda para se desenvolver. Assim sendo, é recomendável abrir covas com as dimensões de 0,30 m x 0,30 m x 0,30 m. O coveamento deve ser manual ou mecânico. O manual&lt;br /&gt;apresenta a vantagem de redução da compactação das paredes da cova, bem como permite separar a camada de terra da superfície, sempre mais rica, daquela do&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;subsolo.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Abertas as covas, elas são novamente cheias, tendo-se o cuidado de utilizar para a parte do fundo da cova, a terra da superfície, com a qual são misturados os adubos&lt;br /&gt;necessários ao suprimento das necessidades da planta na primeira fase de seu crescimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Plantio no local definitivo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Recomenda-se realizar o plantio quando as plantas alcançarem uma altura em torno de 50 centímetros. A época mais favorável para plantio varia em função do&lt;br /&gt;clima, utilização de irrigação e método de transplantio, isto é, se mudas em raiz nua ou torrão. No geral, o plantio deve ser realizado no início da estação chuvosa,&lt;br /&gt;que na região coincide com a primeira quinzena de dezembro. Caso as chuvas retardem, procura-se conciliar o plantio, tendo em vista que a umidade é fator preponderante&lt;br /&gt;no crescimento e desenvolvimento da planta.&lt;br /&gt;As plantas, para estarem aptas ao plantio, devem medir de 0,60 m a 1,00 m de altura, em torno de 1 cm a 2 cm de diâmetro do caule e 90% das folhas coriáceas. Desse&lt;br /&gt;modo, será obtida uma homogeneidade no plantio e altas produções.&lt;br /&gt;As operações de plantio iniciam-se pela abertura de um orifício no centro da cova, de tamanho suficiente para conter o sistema radicular da muda. Em seguida, misturase&lt;br /&gt;bem à terra de superfície, 3 litros de esterco de ave ou 10 litros de esterco bovino bem curtido, mais 200 g de superfosfato triplo, jogando-se na cova. Em seguida,&lt;br /&gt;a muda é colocada dentro da cova, tomando-se o cuidado para que o colo fique acima do nível do solo (5 cm). À medida que a cova vai sendo cheia com terra,&lt;br /&gt;deve-se ter o cuidado para que as raízes fiquem bem distribuídas dentro da cova. Deve ser comprimida a terra ao redor da muda, a fim de permitir boa aderência às&lt;br /&gt;raízes, além de eliminar o excesso de ar existente na cova.&lt;br /&gt;Após o plantio, deve ser efetuada uma rega com aproximadamente 20 litros de água. Esta é operação de grande importância porque garante um maior índice de pegamento das mudas, tendo em vista que contribuem para que as raízes fiquem em perfeito contato com a terra. Finalmente, deve ser efetuada a cobertura morta&lt;br /&gt;em volta da planta, com uma fina camada de palha, capim seco ou maravalha, visando a diminuição da evaporação e, conseqüentemente, o secamento da terra e morte da planta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tratos culturais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os tratos culturais abrangem todas as operações realizadas no pomar, tais como: adubações, pulverizações, podas, controle de ervas daninhas, irrigação, dentre&lt;br /&gt;outros. Desse modo, o pomar deve ser mantido livre de plantas daninhas, podendo o controle ser efetuado através de gradagens superficiais no verão. Nos meses&lt;br /&gt;de inverno, manter o mato baixo através de roçagens, que podem ser efetuadas com roçadeira mecânica, visando controlar a erosão do solo. Convém ressaltar que no período de seca, a concorrência do mato com as plantas é mais significativa que no&lt;br /&gt;período chuvoso. Desse modo, no período de estiagem o pomar deve ser mantido limpo, a fim de que não haja competição por água entre o camucamuzeiro e as plantas daninhas.&lt;br /&gt;As plantas devem ser coroadas? sempre que houver infestação de ervas daninhas no raio da copa, principalmente no inverno, a fim de evitar o contato dessas invasoras com os frutos, para não inviabilizar sua comercialização in natura.&lt;br /&gt;Sempre que necessário, realizar podas dos galhos secos, bem como efetuar a caiação dos caules com calda bordaleza a 3% ou água de enxofre e cal, a fim de evitar&lt;br /&gt;o aparecimento de cochonilhas. Sempre que for vantajoso, usar herbicidas quando for&lt;br /&gt;efetuar o coroamento das plantas. Nestes casos, procurar a orientação técnica, pois é de grande importância conhecer os tipos de herbicidas a serem utilizados, as&lt;br /&gt;respectivas dosagens e equipamentos que melhor se adaptam às operações.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Adubação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O camucamuzeiro, quando cultivado em terra firme, é exigente durante o período de crescimento e desenvolvimento das plantas. Desse modo, a adubação é de fundamental importância e deve ser efetuada, preferentemente, de acordo com as recomendações da&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;análise do solo.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nos casos em que não haja recomendações com base&lt;br /&gt;em análise do solo, poderão ser utilizadas, 200 g/planta de superfosfato triplo, ou outra fonte de fósforo em quantidade equivalente. Caso não tenha sido efetuada a calagem em toda a área de plantio, e o solo apresentar acidez, pode-se adicionar 1 kg de calcário dolomítico por planta, aplicado em cobertura na faixa de plantio, 20&lt;br /&gt;dias antes. Após 30-40 dias do plantio, deve ser aplicado em cobertura, bem espalhadas em volta da muda, 50 g de uréia e 30 g de cloreto de potássio. A dosagem&lt;br /&gt;nitrogenada deverá ser repetida a cada três meses no decorrer do primeiro ano do plantio. As adubações de manutenção deverão ser efetuadas, preferentemente, tomando-se por base as análises do solo e da folha, bem como a produção do pomar. No geral, são recomendadas duas adubações por ano, sendo a primeira no início e a segunda no final do período chuvoso. &lt;br /&gt;Na primeira adubação, a quantidade total do adubo fosfatado deverá ser aplicada de uma só vez, juntamente com a metade do nitrogenado e do potássico. Na segunda, aplicar a outra metade do nitrogênio e do potássio.&lt;br /&gt;A partir do segundo ano, é recomendado aplicar nitrogênio (80 kg/ha), fósforo (60 kg/ha) e potássio (80 kg/ha).&lt;br /&gt;A aplicação deve ser efetuada como segue: nitrogênio e potássio, aplicados em cobertura preferentemente no raio da copa e parcelado de duas vezes e o fósforo, aplicado em drenos abertos no raio da copa, de uma só vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cobertura&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em plantios solteiros, é importante o uso de cobertura do solo com leguminosa, a fim de evitar a infestação de plantas invasoras, conservar a umidade do solo, adicionar&lt;br /&gt;nitrogênio ao solo, bem como evitar a erosão. Podem ser utilizadas leguminosas Arachis sp., Centrosema macrocarpum, Chamaecrista repens, dentre outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pragas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diferentes espécies de insetos atacam o camucamuzeiro, tanto na fase de viveiro, como no local definitivo, dentre eles citam-se o coleóptero Castalimaita ferruginea da família Chrysomelidae, que se alimenta das folhas e, de acordo com a intensidade do ataque, pode destruí-las. O inseto se localiza na parte ventral das folhas e no broto apical. O lepidóptero Mimallo amilia, da família Mimallomidae, cuja mariposa adulta tem cor cinza. A sua presença é notada pela formação de casulos com três a&lt;br /&gt;quatro centímetros de comprimento, presos aos galhos. Os casulos são de cor marrom e formado por folhas secas, excrementos e fios de seda, onde a lagarta se enclausura, até a sua metamorfose.&lt;br /&gt;Dentre as várias espécies de cochonilhas da ordem Homóptera, Coccoidea, as principais são: Dysmicoccus brevipes, cujos indivíduos vivem em colônias densas, no&lt;br /&gt;coleto da planta e também nas raízes. &lt;br /&gt;Apresentam&lt;br /&gt;coloração róseo-clara com dois milímetros de comprimento, não são visíveis, pois são recobertas por areia e manejadas por formigas-de-fogo, que denunciam a sua presença. As espécies Parasaissetia nigra e Coccus viridis são encontradas também atacando a planta. A primeira é encontrada nos galhos e a segunda nas folhas, provocando abundante quantidade de fumagina, sendo bem controlados por fungos entomopatogênicos.&lt;br /&gt;Na fase de viveiro, a praga de maior importância é o besouro Xylosandrus compactus (Coleoptera, Scolytidae), de coloração variando de marrom-escura a preta, cuja fêmea perfura a ramo ou o galho da planta, causando uma galeria pouco visível a olho nu. A perfuração é detectada pela formação de serragem, e o ataque causa a seca e quebra da parte vegetal atacada. Os plantios devem ser inspecionados periodicamente&lt;br /&gt;para detectar a presença dessas pragas. O controle deve ser efetuado sempre que os ataques alcançarem níveis significativos, isto é, entre 10% a 15% de folhas atacadas por planta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ataque de saúvas Atta sexdens causa o corte das folhas. Para combatê-las, usar qualquer isca granulada à base de dodecacloro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Doenças&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em plantios não manejados adequadamente, geralmente é verificada a presença de ?Fumagina? nas folhas da planta, que pode ser controlada com pulverizações com óxidos de cobre com concentrações variando de 0,1% a&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;0,3 % (100 a 300 g do produto para 100 litros de&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;água).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em plantios de três anos, pode ocorrer a enfermidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;conhecida por ?morte regressiva? causada por&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Botryodiplodia theobromae, cujo controle consiste em&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;eliminar a planta atacada, aplicar cal na cova e, após 30&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;dias, efetuar sua substituição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Floração e frutificação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em condições de terra firme, o camucamuzeiro inicia a&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;floração entre 2,5 a 3 anos após o plantio. Nas condições&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;de Belém, o camucamuzeiro demonstrou boa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;adaptação, com bom desenvolvimento da planta, florindo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;praticamente o ano inteiro, com a vantagem do ciclo de&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;produção se estender durante todo o ano. O pico de&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;produção vai de novembro a março, sendo verificado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;também índices menores de produção, nos meses de&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;julho e agosto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colheita&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A colheita do camucamu é feita manualmente, tendo-se&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o máximo de cuidado para não danificar o fruto. Pomares&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;implantados em condições de terra firme iniciam a&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;produção, dois anos e meio após o plantio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A colheita inicia, geralmente, a partir de setembro,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;estendendo-se até março/abril do ano seguinte, devendo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ser efetuadas duas colheitas por semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os frutos estão aptos a serem colhidos quando no&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;estádio semimaduros, isto é, apresentando coloração verde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;com pintas arroxeadas. Nesta fase, os frutos contêm maior&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;concentração de vitamina C, além de ser o estágio mais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;conveniente para o aproveitamento industrial, pelo fato destes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;apresentarem consistência, tornando mais fácil a embalagem e&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;o transporte dos mesmos para longas distâncias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez colhidos, os frutos são colocados em recipientes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;de madeira, para evitar perdas por esmagamento,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;devendo ser colocados à sombra. Frutos muito maduros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e amassados tendem a se deteriorar mais rapidamente,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;devendo ser consumidos de imediato, nas formas de&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;suco ou ?in natura?.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para aumentar o período de conservação dos frutos e&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;melhorar sua aparência, alguns cuidados devem ser&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;tomados durante a colheita. Assim, devem ser evitados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;choque dos mesmos com o solo, a fim de não permitir a&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;penetração de fungos. Portanto, todos os cuidados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;devem ser tomados durante a colheita para que sejam&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;obtidos frutos com boa aparência, garantindo bons&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;preços na comercialização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rendimento de frutos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em pomares de camucamuzeiro implantados em condições&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;de terra firme, no espaçamento de 3 m x 3 m (1.11&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;plantas/ha) podem ser obtidas produções iniciais de até&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;de 6 kg de frutos frescos por planta/safra, que&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;corresponde a 6,7 toneladas de frutos frescos por&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;hectare/safra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beneficiamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os frutos depois de colhidos passam por um processo de&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;limpeza, classificação e embalagem, objetivando, principalmente,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;melhorar a aparência dos mesmos para&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;alcançar melhores preços na comercialização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos casos em que a comercialização for efetuada na&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;forma de polpa, esta deverá ser processada utilizando-se&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;tanto a casca quanto a polpa, devido o conteúdo da&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;vitamina ?C? presente nas duas partes ser considerável,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;bem como dar à polpa, uma coloração arroxeada,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;característica da casca do camucamu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comercialização&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A produção de camucamu pode ser efetuada nas formas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;de frutos frescos ou polpa concentrada e congelada,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;dependendo das condições existentes na propriedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de parecer uma forma de facilitar a&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;comercialização, a venda de frutos frescos diretamente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;na propriedade desestimula o produtor a realizar práticas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;de beneficiamento necessárias à melhoria da qualidade, o&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;que resulta na venda de produto com baixa qualidade e,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;em conseqüência, baixos preços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ideal seria agregar valor à produção. Assim sendo, o&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;produtor deverá efetuar o despolpamento dos frutos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;recém-colhidos, tendo o cuidado de proceder esta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;atividade dentro dos padrões de higiene, para que seu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;produto tenha qualidade. Em seguida, a polpa deverá ser&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;embalada em embalagens de plástico, seguidas do&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;congelamento, para posterior comercialização&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-4960777083855592475?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/4960777083855592475/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=4960777083855592475' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/4960777083855592475'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/4960777083855592475'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/10/origem-e-caractersticas-o-camu-camu.html' title='CAMU-CAMU'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/RydQby9B9dI/AAAAAAAAAXM/WKyCjZd7Fd4/s72-c/camu.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8209408512973380853.post-1142071261998749570</id><published>2007-10-30T08:22:00.001-07:00</published><updated>2007-12-04T05:10:06.345-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Noni o ouro verde'/><title type='text'>NONI O OURO VERDE</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R1VNX6PAKlI/AAAAAAAAAmo/DU8CMSrDObo/s1600-h/bitter_fruit_178x180.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R1VNX6PAKlI/AAAAAAAAAmo/DU8CMSrDObo/s400/bitter_fruit_178x180.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5140099622877801042" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;  O que e o Noni? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Noni (Morinda citrifolia) foi descoberto na Polinésia Francesa e Havaí e tem sido utilizada com êxito há mais de 2000 anos em outros países. Atualmente é bastante consumido nos Estados Unidos, no Japão, na China, na Índia, na Austrália e em grande parte da Europa. Cultivada em solo vulcânico sem poluição, é uma fruta com propriedades terapêuticas/preventivas. É uma planta extraordinária que combate os efeitos do envelhecimento, que começam a aparecer na meia-idade, que vão desde as dores mais simples, a falta de energia e as insônias aos desafios mais sérios como diabetes, pressão alta e artrite, parecendo que os nossos corpos se encontram em estado constante de degradação. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SUA SAUDE EM UMA FRUTA &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O facto de que o sumo de noni actua no nível celular primário (polissacáridos e proteínas) explica a razão pela qual os polinésios o utilizavam, para inúmeros estados de saúde.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/RydMVC9B9bI/AAAAAAAAAW8/Xm2F4GC7988/s1600-h/noni.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/RydMVC9B9bI/AAAAAAAAAW8/Xm2F4GC7988/s400/noni.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5127150625238414770" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O bom funcionamento do nosso sistema imunitário é essencial para o nosso bem estar geral; cada reacção bioquímica das nossas células utiliza enzimas e todos os mecanismos de comunicação celular fazem uso de receptores celulares. Os fitonutrientes da fruta noni exercem a sua acção a este nível. Deste modo, consegue-se compreender a sua variedade de aplicações. Em geral, os nutrientes do noni &lt;strong&gt;intervêm em todos os sistemas do organismo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• cardiovascular&lt;br /&gt;• circulatório&lt;br /&gt;• endócrino&lt;br /&gt;• gastrointestinal&lt;br /&gt;• imunitário&lt;br /&gt;• nervoso central e periférico&lt;br /&gt;• ósseo-esquelético&lt;br /&gt;• renal&lt;br /&gt;• respiratório&lt;/strong&gt;Um fitonutriente é um nutriente contido num vegetal que possui propriedades benéficas para o organismo. Como é o caso dos fitoesteróis, que ajudam a regular o nível de colesterol, que agora se podem encontrar nos iogurtes. O noninão vai além disso, é um sumo de fruta que contém fitonutrientes. Se o nosso organismo dispõe de recursos “extra”, não é necessário ele utilizar e “queimar” as suas próprias moléculas.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O noni é un sumo de fruta &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Se, por exemplo, tivesse escorbuto, uma doença caracterizada pela deficiência de vitamina R, só um sumo de laranja seria capaz de prevenir o aparecimento desta doença. Nos últimos 100 anos abandonamos a vida natural, surgiu a industrialização, o fast-food, a contaminação, o stress, e tantas outras coisas que, como animal, que é o ser humano, não nos beneficiam. Todos estes factores provocam mudanças no nosso organismo que podem provocar deiquilíbrios. &lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R1VRi6PAKnI/AAAAAAAAAm4/pKaaWJieM1E/s1600-h/morinda_citrifolia2_187x250.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R1VRi6PAKnI/AAAAAAAAAm4/pKaaWJieM1E/s400/morinda_citrifolia2_187x250.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5140104209902873202" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quando os nutrientes do noni chegam a certas partes específicas das células&lt;/strong&gt;, como as mitocondrias, os microssomas, o apatrelho de golgi, o retículo endotelial, os sitemas de transporte de electrões, o DNA, o RNA, etc, misturam-se com outros agentes bioquímicos naturais e blocos construtores (hormonas, proteínas, enzimas, serotonina, vitaminas, minerais e antioxidantes) onde exercem a sua acção graças a função do aparelho de golgi, um órgão celular descoberto em 1898, por Camilo Golgi, um microscopista italiano. Além disso, o noni estimula a produção celular do óxido nítrico, que serve para facilitar a comunicação intracelular. A função do aparelho do golgi é a de dirigir o tráfego proteico intracelular por meio de vesículas. Os fitonutrientes do noni enchem-se numa dessas vesículas com outros compostos bioquímicos (hormonas, enzimas, serotonina, vitaminas, minerais, antioxidantes…). O aparelho de golgi dá a este conjunto de compostos as ordens para se dirigir ao lugar celular adequado. Também é capaz de levar estes compostos de célula em célula, inclusive de um lugar do corpo muito distante a outro. Deste modo, numa célula alterada, tanto o seu AG como os AG de outras células podem estar a enviar-lhe compostos bioquímicos, para desenvolver a sua função. Quando a célula receptora incorpora a vesícula, os nutrientes do noni são libertados e a célula pode utiliza-los. ...  &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Noni (Morinda citrifolia)&lt;/strong&gt; E posivel cultivar o Noni no Brasil? &lt;br /&gt;Sen duvida,  e com tanto o mas suceso que na Polinesia o Havai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Noni esta descrito no livro " Frutas  Brasileiras e Exoticas Cultivadas" de Harri Lorenzi, Ed Plantarum, 2006  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rentabilidade do Cultivo do Noni &lt;br /&gt;E posivel produzir 18,000 litros de suco puro de Noni numa hectare de terra.&lt;br /&gt;O CULTIVO DO NONI (MORINDA CRITRIFOLIA)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R1VQ3aPAKmI/AAAAAAAAAmw/MFnpHiIYNkA/s1600-h/noni_cult_1_500x337.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R1VQ3aPAKmI/AAAAAAAAAmw/MFnpHiIYNkA/s400/noni_cult_1_500x337.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5140103462578563682" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;INFORMACAO OFICIAL DA UNIVERSIDADE DO HAVAI&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seleção de local&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Selecione um local com sol total ou parcial, com terra bem arejada, bem drenada. Evite terras pesadas, áreas compactas, e locais inundados. Prepare um buraco do tamanho do vaso e transplante cuidadosamente. &lt;br /&gt;Espaçamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode se plantar ate 700 plantas por hectare, usando espaçamento de 3 ou 4 metros por pé. Densidades mais altas de plantio (espaçamento mais próximo das plantas) podem abrir a porta a problemas de doença. &lt;br /&gt;Solos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Noni é uma planta rara, porque pode tolerar e pode prosperar num vasto leque de terras e condições. Na verdade ele cresce sob quase qualquer condição de terra em altitudes baixas. Veja este Noni crescendo na lava&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poda&lt;br /&gt;Plantas jovens com menos de 3 anos podem ser podadas severamente depois ou durante sua primeira produção de fruta. Nos seguintes anos, a copa das plantas podadas se tornarão densas. Na natureza as árvores de noni podem alcançar uma altura de aproximadamente 7 metros, então se sugere aos cultivadores cortar os ramos verticais das plantas maduras para facilitar a colheita de fruta. &lt;br /&gt;Nutrição e fertilizante&lt;br /&gt;A quantia de nutrientes e a freqüência de aplicações de fertilizante necessário por noni depende da terra e chuva. As árvores de Noni crescendo nas florestas normalmente são saudáveis sem o benefício de qualquer fertilizante artificial. Em geral, no entanto, se o objetivo do cultivo é a produção intensiva de fruta (num cenário agrícola), um programa de fertilização é recomendado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O noni produzirá melhor com aplicações relativamente freqüentes de quantias pequenas de fertilizante. O Noni é sal-tolerante, e também tolera níveis altos de sais de fertilizante na zona de raiz sem estrago ou queimadura à planta. &lt;br /&gt;A estratégia para fornecer nutrientes ao noni é semelhante ao que é feito com qualquer outra fruta, como os cítricos ou o café. Plantas jovens de noni ainda sem frutificar são encorajadas a produzir um crescimento acelerado com fertilizantes equilibrados tal como 14-14-14. A medida que as plantas amadurecem (plantas já florescendo/frutificando) são encorajadas a produzir muitas frutas grandes com a aplicação de fertilizantes de alto conteúdo de fósforo, tal como 10-20-20 ou 1-45-10. &lt;br /&gt;O fertilizante deve ser aplicado longe do tronco da árvore, na "linha de gotejamento" da planta, na borda da área coberta pela copa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As plantas de Noni de todas idades respondem bem também a fertilizantes de uso foliar. A flor de Noni e produção de fruta são muito beneficiadas com a micro aspersão de fertilizante foliar com alto conteúdo de fósforo, nitrogênio e micro elementos. &lt;br /&gt;Irrigação&lt;br /&gt;O Noni prospera sem irrigação artificial e pode sobreviver períodos estendidos de seca uma vez estabelecido. Quando as plantas são menores de 2-3 anos, é bom irrigá-las uma vez ou mais por semana, com as plantas já mais velhas, irrigá-las menos freqüentemente. &lt;br /&gt;Colheita&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O noni frutifica o ano todo&lt;/strong&gt;, embora há tendências cíclicas na quantia da produção de fruta que podem ser afetada ou pode ser modificado pelo tempo e por fertilizante e irrigação. A produção de fruta pode diminuir algo durante os meses de inverno. Um campo dado de noni normalmente é colhido de 2-3 vezes por mês. &lt;br /&gt;Rendimentos Suposições: &lt;br /&gt;População: 700 plantas por hectare; terra com boa fertilidade e drenagem; abastecimento de água bom; tratamento adequado de doenças e controle de ervas daninhas; plano adequado de fertilizantes (e.g,. 3 kgs de 10-20-20 por planta por ano).&lt;br /&gt;Mês&lt;br /&gt; Produção*&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;0-9&lt;br /&gt; Mudas em Estuda, sem produção 9&lt;br /&gt; Transplante ao campo, sem produção &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;12-24 (ano 1)&lt;br /&gt; 1 kilo de frutas x planta x mês (i.e., 12 kg x ano) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;24-36 (ano 2)&lt;br /&gt; 2 kilos de frutas x planta x mês (i.e., 24 kgsx planta x ano )&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;36-48 (ano 3)&lt;br /&gt; 4 kilos de frutas x planta x mês (i.e., 48 kgs x planta x ano)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;48-60 (ano 4)&lt;br /&gt; 7.5 kilos de frutas x planta x mês (i.e., 90 kgs x planta x ano ) &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;60-72 (ano 5)&lt;br /&gt; 10 kilos de frutas x planta x mês (i.e., 120 kgs x planta x ano)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;*Dados de produção realísticos baseados num correto manejo do cultivo. Os rendimentos podem variar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Beneficios do NONI a sua Saude &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;SISTEMA IMUNE - O NONI sustenta o sistema imunológico, que fortifica a habilidade natural do corpo de lutar contra doenças e a infecções. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SISTEMA CIRCULATÓRIO, TECIDOS, E CÉLULAS - O NONI &lt;/strong&gt;é um antioxidante superior que ajuda a seu corpo a se livrar de radicais livres prejudiciais para que possa aumentar seu nível de energia. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SISTEMA DIGESTIVO - O NONI&lt;/strong&gt; proporciona uma digestão apropriada, o que significa que você absorve mais nutrientes no nível celular. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SISTEMA METABÓLOICO - O NONI&lt;/strong&gt; impulsiona o sistema metabólico, que ajuda você a desfrutar de um aumento de energia e vitalidade.&lt;br /&gt;CABELO E PELE - O NONI contem não somente os componentes que são especificamente importantes para a pele, mas é também o veículo perfeito para carregar substâncias benéficas à pele. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;OUTROS BENEFÍCIOS -&lt;/strong&gt; Você pode observar a claridade mental aumentada, a aumento da atenção, e uns níveis de desempenho físicos maiores. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os milagres do Noni na Saúde&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As pesquisas ressaltam que o Noni estimula o sistema imunológico regulando a função celular e a regeneração das células destruídas. O fato de que o Noni atua no nível celular mais básico e fundamental pode explicar porque é eficaz para uma grande variedade de afecções. O Dr. Richard Dicks, médico clínico de New Jersey, nos diz:  “Estamos começando a perceber que devemos tornar ao básico no que diz respeito ao nosso corpo. E isto  se resume em ter que queimar os nutrientes ou queimar o próprio corpo. O Noni salva o  corpo porque  proporciona os nutrientes que lhe são necessários”. De fato, o Noni tem mais de cem aplicações primárias e secundárias. Este livro se concentrará unicamente em seus usos primários. O Noni é uma planta curativa de incalculável valor pelas seguintes funções, que serão discutidas mais adiante com mais detalhes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·         &lt;strong&gt;Reduz a hipertensão arterial.&lt;/strong&gt;·         Interage com a melatonina e a serotonina ajudando a regular o sono, a temperatura e os estados de ânimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·    &lt;strong&gt;     Aumenta a energia do organismo.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;·         Atua como agente anti-inflamatório e anti-histamínico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·         &lt;strong&gt;Alivia a dor.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·         Possui propriedades antibacterianas que podem proteger contra transtornos digestivos e lesões cardíacas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;·         Inibe a função pré-cancerígena e o crescimento de tumores cancerosos.&lt;br /&gt;Afecção&lt;br /&gt; Nº de pessoas que ingeriram Noni &lt;br /&gt; % de pessoas que melhoraram*&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Câncer 847 67% &lt;br /&gt;Problemas cardíacos 1.058 80% &lt;br /&gt;Infarto 983 58% &lt;br /&gt;Diabetes  Tipo 1 e 2 2.434 85% &lt;br /&gt;Falta de energia 7.931 91% &lt;br /&gt;Sexualidade insatisfatória 1.545 88% &lt;br /&gt;Desenvolvimento da massa muscular 709 71% &lt;br /&gt;Obesidade 2.638 72% &lt;br /&gt;Hipertensão arterial 721 87% &lt;br /&gt;Tabagismo 447 58% &lt;br /&gt;Artrite 673 80% &lt;br /&gt;Dores 3.785 87% &lt;br /&gt;Depressão 781 77% &lt;br /&gt;Sensação de euforia/bem-estar elevado  3.716 79% &lt;br /&gt;Desordens digestivas 1.509 89% &lt;br /&gt;Problemas respiratórios 2.727 78% &lt;br /&gt;Transtornos do sono 1.148 72% &lt;br /&gt;Dificuldades de concentração 301 89% &lt;br /&gt;Alergia 851 85% &lt;br /&gt;Mental - Alerta e aguçado 2.538 73% &lt;br /&gt;Transtornos renais 2.127 66% &lt;br /&gt;Tensão nervosa 3.273 71% &lt;br /&gt;* Percentagem combinada de pessoas que experimentaram melhora objetiva / subjetiva dos seus sinais e/ou sintomas depois de ingerir Noni. A maioria das pessoas que usaram Noni sem obter resultados excelentes, não obtiveram melhores resultados porque tomaram uma dose menor e/ou durante um menor tempo do que o recomendado na Tabela 3. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Noni somente da Polinesia? &lt;br /&gt;Não existe absolutamente nenhuma diferencia CIENTIFICA entre um Noni cultivado na Polinésia e outro cultivado no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, SEM DUVIDAS o noni produzido no Brasil pode ser mais FRESCO, e mais PURO que um Noni cultivado em Taiti, e levado a USA via barco, em barris industrias e diluído com água e outros sucos mas baratos.        · Modera o excesso de secreção das mucosas: Sinusite, asma, bronquite e corrimento nasal crônico. &lt;br /&gt;· Modera o incremento da produção de ácidos estomacais:Úlceras gástricas e duodenais, gastrite e refluxo esofágico do ácido gástrico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Doenças auto-imunes: Artrite reumática, psoríase, diabete melitus tipo 2, tiroidite, doença de Cronh e lupus eritomatoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Infecções: Herpes tipo 1 e 2, hepatite crônica, inflamação pélvica, síndrome pós-viral, pancreatite, tiroidite viral, infecções produzidas por fungos, mofo e levedura como pé de atleta, vaginite, afta e muitas outras infecções micóticas (fungos).&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R1VJ7KPAKkI/AAAAAAAAAmg/544DA1aXsqc/s1600-h/noni-fruit_with_flower_130x180.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R1VJ7KPAKkI/AAAAAAAAAmg/544DA1aXsqc/s400/noni-fruit_with_flower_130x180.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5140095830421678658" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;· Desarranjo progressivo de tecidos específicos: Fibromas uterinos, arterioesclerose, diverticulite, falha na proteção contra as células malignas que podem provocar câncer e verrugas. Uma das primeiras pessoas a usar Noni nos Estados Unidos foi um educador de saúde de Utah, que conta sua história sobre uma verruga muito incômoda que nunca pôde eliminar até que começou a tomar Noni.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Imunodeficiência: Doença viral de Epstein-Barr, candidíase crônica, HIV (Aids), falta de energia vital e EAS, que é uma resposta energética alterada motivada pelo stress ou tensão nervosa, resultante do meu trabalho nas Instituições Médicas John Hopkins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Aparelho digestivo: Diarréia, parasitas intestinais, enjôo e intoxicação com alimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Aparelho respiratório: Tosse, dor de garganta, tuberculose, cólera, resfriado em crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Aparelho cardio-vascular: Hipertensão, engrossamento do músculo cardíaco (hipertrofia do ventrículo esquerdo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Inflamações: Artrite e gota.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Analgésico Quase todos os tipos de dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Afecções cutâneas: Queimaduras, feridas, úlceras, abscessos, celulites, herpes zoster, furúnculos, moléstias do couro cabeludo, incluindo caspa e inflamações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Febre: A maioria dos estados febris, independentemente da sua causa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;· Outras afecções:Tumores, fraturas, cirrose hepática, asma, disenteria e células doentes por excesso de ácido.&lt;br /&gt;FONTE:http://cultivandononi.8m.com/index.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8209408512973380853-1142071261998749570?l=frutasefloresexoticas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://cultivandononi.8m.com/index.html' title='NONI O OURO VERDE'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/feeds/1142071261998749570/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8209408512973380853&amp;postID=1142071261998749570' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/1142071261998749570'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8209408512973380853/posts/default/1142071261998749570'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://frutasefloresexoticas.blogspot.com/2007/10/origem-e-caractersticas-origem-planta.html' title='NONI O OURO VERDE'/><author><name>fbarbosa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Dso2hQaVG6U/R1VNX6PAKlI/AAAAAAAAAmo/DU8CMSrDObo/s72-c/bitter_fruit_178x180.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry></feed>
